¿Mi perro mini puede comer croquetas medianas?  

Los piensos clasificados en base al tamaño de la croqueta podemos dividirlos , de forma general, en 4 tipos: 

  • Croquetas extra pequeñas : para perros de razas toy o miniatura (2-4 kg) como pueden ser Chihuahuas, bichones, yorkis o cruces. Su tamaño es muy reducido, algo más grande que una lenteja. Facilita la masticación y reduce la acumulación de sarro al actuar de forma mecánica limpiando los dientes.  
  • Croquetas pequeñas : Para razas de tamaño pequeño, entre 4-10 kilos aproximadamente. Aquí podemos incluir individuos de razas como pomeranias, schnauzer mini, o cruces de aproximadamente esa complexión. Las croquetas son de un tamaño similar a un guisantes. También favorecen la limpieza de las piezas dentales.  
  • Croquetas medianas : Perros de entre 10 y 30 kilos aproximadamente, como beagles, cockers, collies… De tamaño similar a un garbanzo cocido. Estas croquetas dificultad el atragantamiento y obligan al animal a masticar más despacio.  
  • Croquetas grandes : De tamaño similar al hueso de una ciruela. Están indicadas para perros de más de 30 kilos, como pastores alemanes, labradores, mastines… Favorecen la masticación y evitan el atragantamiento.  

Con estos puntos aclarados, vemos que hay diferencias claras entre los tamaños de algunas croquetas. No obstante, no todos los piensos ni todas las gamas cuentan con esta variabilidad de tamaño. Existen piensos que cuentan con croquetas que tienen un tamaño medio universal, para animales de tamaño medio, que también pueden ser ingeridos por animales pequeños o grandes.

Si bien es cierto que las razas de tamaño muy pequeñas pueden tener dificultades para aprehender este tamaño de croquetas, las razas de tamaño pequeño no deberían de tener mayor problema a la hora de ingerirlo. No obstante, en caso contrario y si no hay otra opción, como puede ser un caso de alergia que responde perfectamente a un pienso y este no cuenta con tamaño pequeño de croqueta, se puede optar por machacar el pienso y así facilitar la aprehensión por parte del animal. 

Juan Vázquez 

Médico veterinario 

6 raças que precisam de pouco exercício diário

Caniche miniatura

O Caniche miniatura é um cão animado e inteligente, que se adapta muito bem à vida num apartamento. É uma ótima opção para crianças e idosos. É uma raça caracterizada pela sua dedicação e amor ao dono, relacionando-se bem com qualquer tipo de pessoa.

Embora seja ativo, não o leve consigo para a corrida diária. Fá-lo-á desistir.

Yorkshire Terrier

Tem uma personalidade, descrita por alguns, como grande para seu tamanho, sendo classificada como destemida, carinhosa, afetuosa, versátil e independente. É um animal muito irrequieto e nervoso, sempre alerta e atento. Talvez por isso, necessite de pouco exercício, dado gastar as suas energias durante o dia, na guarda da casa.

Chihuahua

Os Chihuahuas são das raças mais pequenas do mundo. É descrito como extremamente delicado, afetuoso e possessivo. São reconhecidamente ágeis e inteligentes dentro de casa, necessitando assim pouco exercício diário.

Bulldog Francês

São cães extrovertidos, alegres, brincalhões, atléticos e, acima de tudo, afetuosos com pessoas de todas as idades. É um cão adorado pelas suas feições e personalidade únicas.

São cães preguiçosos, que requerem o mínimo de exercício para se manterem alegres e saudáveis.

Pequenês

Têm uma personalidade independente e uma desconfiança instintiva com estranhos, alertando sempre os seus donos da presença de desconhecidos.

O comportamento calmo dentro de casa aliado ao pequeno tamanho, faz do Pequinês um excelente cão de apartamento.  Um passeio tranquilo na companhia do seu dono é o que mais se adequa ao temperamento da raça.

Pinscher miniatura

É uma raça requer os cuidados base, para a manutenção do bem-estar. O seu tamanho torna-o ideal para se adaptar bem em diversos ambientes.

São descritos como cães leais, valentes, persistentes, inteligentes, obedientes e curiosos.

Além das raças descritas acima, poderemos enumerar, de entre outras raças o Buldogue Inglês, Pug, King Charles Cavalier, Teckel miniatura, Basset Hound, Dogue de Bordeus, Lulu da Pomerânia, Shih Tzu, Mastim, Akita, Lhasa Apso, Spitz, Dogue Alemão, Chow-Chow, São Bernardo, Galgo Italiano.

Embora estas sejam raças que precisam de pouco exercício diário, não se esqueça que o passeio e exercício diários são essenciais para a manutenção do bem-estar do seu animal.

Mónica Carvalho

Médica Veterinária

Luxação de rótula: Quais são as raças mais predispostas?

Esta patologia caracteriza-se pela deslocação da rótula da sua localização habitual, a fossa troclear do fémur (que se encontra na comummente designada articulação do joelho). Para saber mais sobre sinais clínicos, diagnóstico e tratamento consulte o artigo “Luxação de rotula em cães”.

Luxação medial

Dizer que a luxação da rótula é medial é o mesmo que dizer que a rótula se deslocou da sua posição habitual para a parte mais “interior” do joelho ou do membro.

Este tipo de luxação é o mais frequente (87-90% dos casos de luxação é medial) e afeta principalmente, mas não exclusivamente, raças miniatura e pequenas, devido à sua conformação óssea.

Então, quais as raças mais predispostas?

  • Yorkshire Terrier
  • Lulu da Pomerânia
  • Chihuahua
  • Bulldog francês
  • Bichon
  • Caniche
  • Pug
  • West Highland White Terrier
  • Jack Russell Terrier
  • Shit-tzu
  • Cavalier King Charles Spaniel

Luxação lateral

A luxação lateral caracteriza-se pelo deslocamento da rótula para a parte mais “exterior” do joelho. É muito menos comum do que a luxação medial (10-13%) e afeta, maioritariamente, raças médias a grandes.

De referir as raças mais predispostas:

  • Cocker Spaniel
  • Labrador Retriever
  • Shar-pei
  • Pastor Alemão
  • Golden Retriever
  • Husky
  • São Bernardo
  • Boxer

Ana Alves 

Médica Veterinária

Todos os cães devem fazer tosquia?

Para que serve o pelo?

O pelo tem como principal função proteger o patudo de temperaturas extremas – quer do frio quer do calor – bem como de raios ultravioleta. Existem diversas pelagens: curta, comprida, com pelo mais duro ou mais suave e até cães com duas camadas de pelo (a camada exterior e a camada interior ou sub-pelo).

Os cães mudam o pelo essencialmente na mudança de estação, contudo, esta mudança e consequente queda do pelo está muito suscetível à influência da luz solar. Por esse motivo, é comum que cães de apartamento, sujeitos a luz artificial de forma constante, acabem por largar pelo durante todo o ano.

Então por que motivo se deve tosquiar os cães?

Apesar do pelo constituir uma barreira protetora, a tosquia ajuda a renovar o pelo e a mantê-lo forte e saudável. Em alguns cães, principalmente cães de pelo longo, a tosquia ajuda a manter a higiene quer do próprio pelo, quer da pele. Como o pelo cresce mais forte e saudável, a queda de pelo pode diminuir em cães que fazem tosquia de forma regular (contudo os cães continuarão a largar pelo mesmo depois de serem tosquiados!).

Tomar a decisão de tosquiar ou não consoante o tipo de pelo

Nem todos os cães são candidatos a tosquia.

  • Cães de pelo curto, por exemplo, apesar de largarem muito pelo, não são candidatos a tosquia (como é o caso do Labrador).
  • Cães de pelo longo, tendo em conta o corte típico de raça, são candidatos a tosquia para que o pelo possa crescer saudável.
  • Cães de pelo duplo (como Husky ou Pastor Alemão) não são candidatos a tosquia. Nestes casos, o subpelo muda aquando a estação do ano, de forma a que a proteção contra o frio e contra o calor possa ser mantida.

E as tosquias são todas iguais?

Não. A tosquia pode ser realizada à tesoura, à máquina, com diferentes lâminas (que cortam o pelo com diferentes tamanhos, dependendo da lâmina utilizada), ou à mão (stripping). A tosquia deve ser realizada segundo o tipo de pelo e o tipo de raça.

  • Tosquia completa: É feita normalmente com máquina e está indicada em cães com pelo longo, com tendência a ganharem “chocas” ou cães que largam muito pelo.
  • Tosquia higiénica: Tosquia indicada em raças com bastante pelo, em que o objetivo é remover pelo principalmente de zonas que necessitam de higiene mais frequente (perto das patinhas, dos olhos, da barriga e cauda). A maioria dos cães pode realizar este tipo de tosquia de forma regular.
  • Stripping: Tipo de tosquia realizada em cães com pelo cerdoso (como o Schnauzer). O stripping é um tipo de tosquia realizado sem lâmina ou tesoura, sendo que o pelo é removido com a mão.
  • Tosquia de “raça”: Dá-se o nome de tosquia de raça quando a tosquia é feita com base no corte típico para aquela raça. Raças como o caniche ou o Yorkshire Terrier têm um “corte próprio”, que lhes favorece esteticamente.

 

Na maioria das vezes, o banho é dado juntamente com a altura da tosquia. Em alguns cães esta prática é uma questão de higiene que deve ser repetida várias vezes por ano, para além da escovagem regular do pelo.

 

Daniela Leal

Médica Veterinária de Animais de Companhia

Top 7 razas más inteligentes

¿Cuáles son las razas más inteligentes?

En este top 7 encontramos a razas como:

  • Border collie: este perro de trabajo especialista en pastoreo es la raza considerada más inteligente. Se ha comprobado que puede llegar a reconocer hasta 250 palabras. Ser la raza más inteligente tampoco es fácil, muchos ejemplares tienen tendencia a adquirir muchos problemas comportamiento si no tienen el suficiente ejercicio, tanto físico como mental.
  • Caniche: en sus diferentes tamaños, el Caniche o Poddle es considerado una de las razas más inteligentes. Su capacidad de aprendizaje es muy alta y es un ideal perro de compañía.
  • Pastor alemán: esta raza ha sido utilizada en incontables ocasiones como perro policía y de salvamento. Sus características físicas y su inteligencia lo hacen un perro ideal para ese trabajo.
  • Golden retriever: es una raza muy tranquila, con fama de bonachón, el Golden aprende fácilmente y tiene un carácter muy estable, lo cual lo hace perfecto como perro guía. El labrador retriever tampoco se queda atrás, con características y carácter muy similar.
  • Rottweiler: aunque tiene fama de perro potencialmente peligroso lo cierto es que el Rottweiler es una de las razas más inteligentes que existen, aunque necesite de un adiestramiento más constante y una correcta socialización.
  • Sheltie: la versión de pequeño tamaño del Rough collie es un perro pastor muy inteligente con una gran elegancia.
  • Pastor australiano: perro de trabajo similar al Border collie con gran facilidad de aprendizaje.

Si te gustaría conocer el nivel inteligencia de tu perro te recomendamos leer el siguiente artículo: ¿Cómo medir el Coeficiente de Inteligencia de tu perro?

Irene Martinez

Médica Veterinaria

Síndrome de Cushing em cães. O que é?

Em que consiste o Síndrome de Cushing?

É uma patologia na qual as glândulas adrenais produzem uma hormona (cortisol) em excesso.

Em concentrações normais, o cortisol desempenha funções muito importantes como ajudar na resposta ao stress e modular o sistema imunitário, mas, em concentrações altas pode levar a várias complicações.

Esta doença pode ocorrer por três causas: presença de uma massa (maligna ou benigna) na hipófise (85-90% dos casos), presença de uma massa na glândula adrenal ou pelo uso prolongado de glucocorticóides.

 

Quais os sintomas?

Os sintomas são um pouco variáveis e podem ser bastante leves no início da doença. Os mais comuns são:

  • Polidipsia (aumento do consumo de água)
  • Poliúria (aumento da quantidade de urina expelida)
  • Polifagia (aumento do apetite) e consequente aumento de peso
  • Arfar excessivo
  • Abdómen “pendular”
  • Falta de energia
  • Perda de pêlo
  • Fraqueza muscular

Com que idade pode surgir a doença?

É uma doença que, na sua maioria, afeta cães de meia idade a sériores, com mais de 7 anos de idade.

 

Como é realizado o diagnóstico?

Existem 2 testes que são os mais utilizados neste diagnóstico: teste de estimulação da ACTH e o teste de supressão com dexametasona em doses baixas.

Poderá ser necessário a realização de uma ecografia abdominal e TAC intracraniana e pode também ser útil uma análise específica à urina: o rácio cortisol:creatinina.

 

Qual o tratamento?

O tratamento pode ter que englobar cirurgia e tratamento médico, ou apenas tratamento médico, dependendo da causa da doença.

O tratamento médico baseia-se na administração de uma medicação designada de Trilostano.  Este medicamento não irá diminuir o tumor (hipofisário ou adrenal), mas sim inibir a produção de cortisol pelas glândulas adrenais controlando os sinais clínicos.

Existe uma predisposição racial?

Esta patologia pode afetar qualquer raça, contudo, as mais predispostas são: Pastor Alemão, Teckel, Caniche e Beagle.

 

 

Rita Moita Ferreira

Médica Veterinária de Animais de Companhia

Atrofia progressiva da retina no Cocker Spaniel

Em que consiste a atrofia progressiva da retina no cão?

A atrofia progressiva da retina é uma doença que consiste na perda de visão motivada pela degeneração da retina. A retina é uma camada localizada na parte posterior do olho, responsável pela captação de luz através de fotorrecetores. A doença tem uma base genética, que varia consoante a raça em questão. A doença é mais prevalente em cães da raça Cocker Spaniel.

Quais os principais sinais da doença?

  • A perda de visão progressiva é o principal sinal clínico. O olho mantém-se aparentemente normal, à vista do tutor. Os cães com a doença começam por perder a visão noturna e a ir contra objetos de forma frequente. A visão, mesmo em condições de luz, vai sendo perdida ao longo do tempo, culminando em cegueira;
  • Alguns cães perdem o reflexo pupilar. A pupila pode estar dilatada (aumentada) em alguns casos.

Existem outras causas que podem provocar cegueira em cães, para além da atrofia progressiva da retina, que envolvem a manifestação de outros sinais clínicos.

Em que idade surgem os sinais clínicos?

Podem surgir entre os 4 meses e os 8 anos de idade, dependendo da raça em questão. Nos cães de raça Cocker Spaniel a doença costuma aparecer entre os 4 e os 8 anos de idade.

Como é realizado o diagnóstico da doença?

O diagnóstico é feito mediante a história clínica e um exame oftalmológico detalhado, que envolve a observação do fundo do olho. No exame oftalmológico, o veterinário pode observar alterações na retina (como hiperrefletividade tapetal e atenuação dos vasos da retina). As alterações na retina só são detetáveis após o desenvolvimento dos sinais clínicos. Em cães cujas raças estão predispostas à doença, é possível ser feito um diagnóstico precoce através de um exame eletrofisiológico à retina (ERG).

Existe tratamento?

Não, uma vez que se trata de uma doença progressiva. Existem medicações que podem atrasar a progressão da doença. Contudo, não existe um tratamento para a atrofia da retina que se instala e que provoca a perda total da capacidade da mesma, culminando na cegueira.

É uma doença exclusiva dos Cocker Spaniel?

Não. Existem outras raças predispostas para além do Cocker Spaniel:

  • Corgi;
  • Labrador;
  • Setter Irlandês;
  • Springer Spaniel;
  • Collie;
  • Caniche.

Daniela Leal

Médica Veterinária de Animais de Companhia

Diabetes mellitus en perros: principales signos clínicos

¿Qué es la diabetes mellitus?

La diabetes mellitus es una enfermedad endocrina en la que existe una ausencia total o parcial de insulina, una hormona producida en el páncreas que se encarga de facilitar la entrada de la glucosa de sangre a los tejidos para proveerlos de energía.

Si la insulina no cumple su función esta glucosa se queda en el torrente sanguíneo y los tejidos no obtienen esta energía. Cuando el nivel de glucosa en sangre es excesivamente alto el organismo necesita expulsarla a través de la orina, necesitando a su vez gran cantidad de líquidos para hacerlo.

Existen diferentes tipos de diabetes mellitus, siendo la de tipo 1 la más habitual en el perro, por lo que necesita la administración de insulina de forma externa a través de inyecciones.

¿Qué síntomas provoca?

Esta enfermedad metabólica suele ser más habitual en perros de edad avanzada y en hembras, existiendo una mayor predisposición en perros con sobre peso y obesidad, perros que han sufrido pancreatitis o que han tomado tratamientos largos con corticoides. Algunas razas como Caniches, Golden y Beagles tienen mayor predisposición.

Los síntomas más habituales son:

  • Poliuria: para eliminar la glucosa sobrante el organismo elimina más orina de los habitual.
  • Polidipsia: para compensar esa pérdida de fluidos el animal necesita beber más cantidad de agua.
  • Polifagia: como el organismo no consigue la energía suficiente el animal tiene una mayor sensación de hambre.
  • Pérdida de peso: el organismo necesita conseguir la energía de otros tejidos, por lo que el animal pierde peso aunque su apetito sea mayor.
  • Letargo: el perro estará inactivo y más cansado de lo habitual.
  • Deshidratación: por la pérdida de fluidos.
  • Olor de boca: en casos más avanzados debido a los cuerpos cetónicos que se forman.
  • Depresión y vómitos: en casos muy graves sin tratamiento, causado por la gran cantidad de cuerpos cetónicos en el organismo. Si no se trata a tiempo puede ser mortal.

Irene Martinez

Médica Veterinaria

Diabetes Mellitus nos cães

Porque surge a diabetes mellitus?

A diabetes mellitus surge por deficiência na produção de insulina (a principal forma de diabetes nos cães) ou por resistência do organismo à atuação da mesma. A insulina é produzida no pâncreas e é responsável pela entrada da glicose do sangue para as células.

Existe predisposição em cães obesos, cães com pancreatite associada ou cães com Síndrome de Cushing (hiperadrenocorticismo). Contudo pode atingir qualquer animal (de qualquer raça ou tamanho). É mais frequente em animais mais velhos.

Existem raças predispostas?

Sim. Apesar de qualquer cão poder ter diabetes, existem raças mais predispostas ao aparecimento da doença:

  • Schnauzer;
  • Bichon Frise;
  • Spitz;
  • Fox Terrier;
  • Caniche.

Quais os sinais clínicos mais frequentes nos cães?

Os sinais clínicos são inespecíficos e podem estar presentes noutro tipo de patologias. Os mais frequentes são:

  • Perda de peso;
  • Poliúria (urinar mais que o normal) e polidipsia (beber mais água que o normal);
  • Perda de apetite (em fases mais avançadas da doença);
  • Aumento do apetite (em fases iniciais da doença);
  • Vómitos;
  • Convulsões (em estadios mais avançados);
  • Perda de visão (por cataratas diabéticas ou hipertensão) (em estadios mais avançados). Consulte o artigo sobre Cataratas nos cães.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é feito através da medição da glicose no sangue e na urina. O médico veterinário pode recomendar a realização de outros exames de diagnóstico (como um painel alargado de análises de sangue e urina e ecografia abdominal), dependendo do estado clínico do animal.

Como é feito o tratamento?

Uma vez diagnosticada a patologia, o tratamento é feito através da administração subcutânea diária de insulina (através de uma injeção) e de uma alimentação específica. A alimentação deve ser baixa em hidratos de carbono e alta em fibra, para diminuir a absorção de glicose a nível intestinal (de forma a controlar melhor os valores da glicose no sangue).

Se houver alguma patologia associada (pancreatite, por exemplo), deverá ser instituído tratamento para a mesma e reavaliar a presença de diabetes posteriormente.

São necessários controlos regulares no veterinário?

Sim. Após diagnóstico e instituição do tratamento é necessário um controlo frequente da resposta à terapia com insulina. Muitas vezes a dose tem que ser ajustada ao longo dos controlos, consoante os valores de glicose e frutosamina no sangue.

O prognóstico é bom?

Sendo a diabetes uma doença crônica, o tratamento definitivo da doença não é possível. Contudo, o prognóstico para a resolução dos sinais clínicos e controlo da doença é reservado a bom dependendo das alterações existentes no momento do diagnóstico e da resposta do animal ao tratamento.

É possível prevenir a diabetes?

Tal como nos humanos, também nos cães existem fatores de risco para o desenvolvimento da doença. A obesidade e o tipo de alimentação diária são dois fatores importantes. Como tal, a manutenção do peso ideal e a instituição de uma dieta saudável e equilibrada são importantes para prevenir o aparecimento da doença.

Daniela Leal

Médica Veterinária de Animais de Companhia

 

 

 

 

 

 

Epilepsia en perros

Tipos de epilepsia:

Existen diferentes tipos de epilepsia, clasificándose según la sintomatología del paciente, pero la clasificación más común es según la causa que la provoque:

1- Epilepsia estructural: en este caso la epilepsia está causada por una patología que afecta a sistema nervioso central. Esta epilepsia puede aparecer por diferentes causas como:

  • Intoxicación (plomo, insecticidas…).
  • Vascular (trombo, hemorragias…).
  • Inflamatorio.
  • Infecciosa (virus como moquillo, bacterias, hongos, parásitos como leishmania…).
  • Traumatismos.
  • Anomalías congénitas (hidrocefalia en chihuahua, etc).
  • Metabólico (insuficiencia hepática o renal).
  • Tumores intracraneales.
  • Degenerativas.

2- Epilepsia idiopática: este tipo de epilepsia se produce por causa desconocida y en muchos casos tiene componente genético. Existen razas con mayor predisposición a padecer la enfermedad:

  • Golden Retriever.
  • Caniche.
  • Beagle.
  • Braco de Weimar.
  • Pastor alemán.
  • Setter irlandés.

Etapas del ataque epiléptico:

El ataque epiléptico se divide en diferentes etapas, podemos saber cuándo va a tener un ataque nuestro perro antes de que empiecen las convulsiones.

  • Aura: el animal presente diversos signos que pueden indicarnos que sufrirá un ataque. En esta primera etapa veremos que el perro está nervioso y presentará hipersalivación, temblores, etc. Esta etapa puede durar incluso días.
  • Ictus: en esta etapa ocurre el ataque epiléptico con pérdida del conocimiento, convulsiones (pataleo), hipersalivación y relajación de esfínteres.
  • Postictus: en esta última etapa, después de las convulsiones, el animal está desorientado, confuso y débil. Puede haber un consumo excesivo de glucosa debido al ataque y el animal puede llegar a tener hipoglucemia.

Tratamiento:

El tratamiento dependerá del tipo de epilepsia, por lo que es necesario acudir a consulta nada más aparezca el primer ataque epiléptico.

Se llega al diagnóstico de epilepsia idiopática una vez descartada el resto de causas de epilepsia. En este caso el tratamiento consistirá en fármacos antiepilépticos de forma crónicas y controles periódicos para conseguir una adecuada dosificación.

Irene Martinez

Médica Veterinaria