L’epifora: tutto quello che c’è da sapere.

Che cos’è l’epifora?

L’epifora è una lacrimazione eccessiva, particolarmente evidente in cani di razza barboncino, maltese, bichon frise, pechinesi o similari. Si manifesta con il cambio di colore del pelo intorno agli occhi e al naso, il quale virerà verso un rossiccio/marroncino, questo perché le lacrime dei cani non sono sempre trasparenti come le nostre e quindi il liquido può aggredire la colorazione del pelo attraverso enzimi.

Da cosa è causata?

Una lacrimazione eccessiva può essere dovuta dalla presenza di corpi estranei nell’occhio, da un’infiammazione della congiuntiva, dal prolasso delle ghiandole lacrimali, da un non corretto drenaggio da parte dei dotti lacrimali per esempio se sono ostruiti. Un aumento della lacrimazione potrebbe essere anche conseguenza di un’alimentazione non corretta o una manifestazione di allergie alimentari e/o ambientali. Infine, potrebbe semplicemente essere una predisposizione stessa del cane senza una causa scatenante di fondo.

Come posso risolvere la situazione?

Ovviamente un’approfondita visita dal vostro veterinario permetterà d’individuare la causa primaria di questo aumento di lacrimazione, una volta individuata questa sarà trattata risolvendo alla radice il problema. Non dimenticate che in caso di un’alterazione correlata con l’alimentazione ci potrebbero volere anche fino a sei mesi per vedere dei miglioramenti e il ritorno del pelo alla colorazione normale.

Come posso pulire l’aerea?

Fondamentale tenere pulita e il meno umida possibile l’area interessata, questo perché avere la pelle costantemente umida può portare ad altre complicazioni, come ad esempio dermatiti, così come una non corretta pulizia potrebbe portare a possibili problematiche dell’occhio. Per pulire il pelo intorno agli occhi è possibile utilizzare l’acqua borica al 3% acquistabile in farmacia, questa soluzione ha potere smacchiante e può essere passata sul pelo imbevendo del cotone idrofilo o delle garze. Si trovano in vendita anche salviette appositamente studiate per la pulizia di zone così delicate.

Come posso diminuire la lacrimazione?

Per diminuire la lacrimazione si possono utilizzare degli integratori a base di alga spirulina, acidi grassi essenziali, vitamine, betacarotene e minerali come selenio, ferro e cromo.
Non dimenticate che se la lacrimazione è conseguenza di un problema sottostante, sarà questo che dovrà essere trattato altrimenti non si osserverà mai la remissione della sintomatologia, per questo consultatevi sempre con il vostro veterinario, soprattutto se non vi è un miglioramento.

Dott.ssa Aurora Busti
Medico Veterinario Barkyn

Cepillos ideales para cada tipo de pelo canino

muta del cane

¿Qué cepillo usar?

Según el tipo de pelo elegiremos un cepillo u otro, diferenciando 3 tipos de largura de pelo:

  • Cepillo para perros de pelo corto: el cuidado de este tipo de pelo es más sencillo, siendo suficiente con 2-3 cepillados por semana. El cepillo que debemos usar es uno con cerdas de goma, también es válido uno tipo manopla. Esta goma hace que se adhieran los pelos muertos y es muy sencilla de limpiar tras su uso.
  • Cepillos para perros de pelo medio: los perros de pelo de largura media, como son el Golden retriever, necesitan un cepillo diferente y, al menos, 4 cepillados a la semana, ya que tienen un gran espesor de pelo. El cepillo ideal es uno con púas metálicas de largura intermedia, con las púas juntas. Este cepillo se conoce con el nombre de carda. En ocasiones, estos perros pueden necesitar algún cepillo extra, como los usados en perros de pelo largo.
  • Cepillos para perros de pelo largo: es muy importante el cepillado diario para este tipo de pelaje, de esta forma eliminamos el pelo muerto y evitamos que se formen nudos entre esos pelos. En este grupo de debe incluir a perros con pelo largo como es el Collie, pero también perros como gran cantidad de manto y grosor, como el Pastor alemán. Para desenredar será necesario un peine de tipo rastrillo. Para los perros con pelo más delicado, como los Yorkshire, se debe usar un cepillo doble, con una parte de cerdas más redondeadas y, otra parte, de cerdas metálicas más duras.
  • Cepillos para perros de pelo rizado: estos perros tienen características especiales en su pelaje, por lo que es necesario hacer mención a parte. Aquí se incluyen perros como el Caniche, Perro de aguas español, etc. Se deben peinar con un peine de púas metálicas gruesas y separadas. Estos perros no pierden pelo pero si que se les enreda. Con este peine mantendremos el pelo sin nudos y limpio.

Para eliminar el pelo muerto es todo tipo de pelaje encontramos los escarpidores, como los de la marca FURminator, existiendo diferentes larguras de púas según el pelo del animal. Por otro lado, también hay peines antiparásitos, con púas finas y juntas.

Irene Martinez

Médica Veterinaria

Que raças têm o pêlo mais hipoalergénico para as pessoas?

“Sou alérgico ao pêlo de animais” – é em grande parte um mito. Os alergénios aos quais as pessoas são normalmente alérgicas encontram-se na saliva, glândulas sebáceas e células da pele morta (mais conhecidas por caspa) e não propriamente no pêlo dos animais. O que acontece é que o pêlo é um meio de armazenamento desse tipo de substâncias, bem como de pólen ou ácaros, também grandes fontes de alergias.

Se já tem um cão em casa e necessita de minimizar os alergénios presentes no ambiente existem algumas dicas que poderá seguir.

Como reduzir a quantidade de alergénios em casa:

 

Se é uma pessoa “alérgica a animais”, dar-lhe-ei em seguida uma lista de raças de cão que poderá escolher de forma a que as suas alergias possam estar mais controlas.

Atenção! Deverá igualmente adotar as medidas anteriores. Deverá também saber que entre cada cão o tipo de alergénios difere, bem como a reação que cada pessoa individual apresenta face a cada alergénio. Por isso, apesar de possuir uma raça “hipoalergénica” em casa, poderá apresentar igualmente manifestações alérgicas.

As raças hipoalergénicas são assim definidas porque incluem cães que produzem muito pouca caspa e cujo pelo cai muito pouco ou, quando cai, fica preso nas outras camadas de pelo (evitando-se, assim, que os pelos juntamente com os alergénios se espalhem pela casa).

 

Raças “hipoalergénicas”

 

Lembre-se também que a melhor forma de perceber se é alérgico, e a que raça é alérgico, é passar algum tempo com patudos de diferentes raças e verificar a sua reação!

 

Ana Alves

Médica Veterinária

Razas ideales para convivir con niños

Top 5 de las mejores razas para convivir con niños:

En este top 5 encontramos a perros de características muy diferentes pero con un carácter y paciencia excepcionales:

  • Bichón: existen diferentes variedades de Bichón, todas pueden ser aptas con niños. Se trata de un perro de pequeño tamaño juguetón y vivaz. Puede ser un gran compañero de juegos.
  • Caniche: el caniche o poodle es un perro muy inteligente, sociable y activo. Puede ser una gran opción en todas sus variedades, pero es más adecuado el tamaño mediano o pequeño para convivir con niños.
  • Golden retriever: esta raza es un auténtico encanto con los niños. Con fama de bonachón y sociable, aunque su tamaño sea superior al resto de razas descritas, sigue siendo una raza ideal para los más pequeños.
  • Beagle: suelen ser perros activos, curiosos y sociables. Se adapta muy bien a vivir en un piso y tiene un carácter perfecto para convivir con niños.
  • Shih tzu: perro de raza pequeña, cariñoso, alegre y juguetón, será un gran compañero de juegos para los más pequeños.

Por supuesto, cualquier mestizo de cualquiera de estas razas puede ser igualmente un gran elección.

Debemos recordar que la responsabilidad de tener un perro es totalmente del adulto y tenemos que tener en cuenta siempre que no solo debemos socializar al perro para estar con el niño, si no que debemos enseñarle a los niños a ser cuidadosos y responsables con el perro.

Irene Martinez

Médica Veterinaria

Diabetes Mellitus nos cães

Porque surge a diabetes mellitus?

A diabetes mellitus surge por deficiência na produção de insulina (a principal forma de diabetes nos cães) ou por resistência do organismo à atuação da mesma. A insulina é produzida no pâncreas e é responsável pela entrada da glicose do sangue para as células.

Existe predisposição em cães obesos, cães com pancreatite associada ou cães com Síndrome de Cushing (hiperadrenocorticismo). Contudo, pode atingir qualquer animal (de qualquer raça ou tamanho). É mais frequente em animais mais velhos.

Existem raças predispostas?

Sim. Apesar de qualquer cão poder ter diabetes, existem raças mais predispostas ao aparecimento da doença, nomeadamente:

Quais os sinais clínicos mais frequentes nos cães?

Os sinais clínicos são inespecíficos e podem estar presentes noutro tipo de patologias. Os mais frequentes são:

  • Perda de peso;
  • Poliúria (urinar mais que o normal) e polidipsia (beber mais água que o normal);
  • Perda de apetite (em fases mais avançadas da doença);
  • Aumento do apetite (em fases iniciais da doença);
  • Vómitos;
  • Convulsões (em estadios mais avançados);
  • Perda de visão (por cataratas diabéticas ou hipertensão – em estadios mais avançados). Consulte o artigo sobre Cataratas nos cães.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é feito através da medição da glicose no sangue e na urina. O médico veterinário pode recomendar a realização de outros exames de diagnóstico (como um painel alargado de análises de sangue e urina e ecografia abdominal), dependendo do estado clínico do animal.

Como é feito o tratamento?

Uma vez diagnosticada a patologia, o tratamento é feito através da administração subcutânea diária de insulina (através de uma injeção) e de uma alimentação específica. A alimentação deve ser baixa em hidratos de carbono e alta em fibra, para diminuir a absorção de glicose a nível intestinal (de forma a controlar melhor os valores da glicose no sangue).

Se houver alguma patologia associada (pancreatite, por exemplo), deverá ser instituído tratamento para a mesma e reavaliar a presença de diabetes posteriormente.

São necessários controlos regulares no veterinário?

Sim. Após diagnóstico e instituição do tratamento é necessário um controlo frequente da resposta à terapia com insulina. Muitas vezes a dose tem que ser ajustada ao longo dos controlos, consoante os valores de glicose e frutosamina no sangue.

O prognóstico é bom?

Sendo a diabetes uma doença crônica, a cura da doença não é possível. Contudo, o prognóstico para a resolução dos sinais clínicos e controlo da doença é reservado a bom dependendo das alterações existentes no momento do diagnóstico e da resposta do animal ao tratamento.

É possível prevenir a diabetes?

Tal como nos humanos, também nos cães existem fatores de risco para o desenvolvimento da doença. A obesidade e o tipo de alimentação diária são dois fatores importantes. Como tal, a manutenção do peso ideale a instituição de uma dieta saudável e equilibrada são importantes para prevenir o aparecimento da doença.

Daniela Leal

Médica Veterinária de Animais de Companhia