Baños: con qué frecuencia?

quando devo dar banho ao m eu cão

¿Cada cuánto tiempo debo bañar a mi perro?

La frecuencia del baño dependerá de ciertos factores, por ejemplo:

  • Tiempo que el perro esté en el exterior;
  • Presencia de problemas de piel;
  • Tratamientos con champú específico;
  • Tipo de pelaje;
  • Tamaño y raza.

De forma general, con un baño al mes puede ser suficiente, en algunos perros este tiempo puede alargarse incluso.

En el caso de los cachorros, se recomienda empezar con los baños una vez terminado el plan vacunal. Si no es posible esperar a acabar la vacunación no hay problema, se pueden bañar tomando precauciones, por ejemplo, evitar que se enfríen y secarlos correctamente, usar un champú más suave, especial para cachorros, etc.

 

¿Qué champú debo usar?

Se debe utilizar un champú específico para perros. Los champú de personas no son válidos, no son tóxicos pero contienen algunas sustancias que pueden provocar problemas en la piel y pelo de tu perro.
Algunas razas necesitan champús un poco más especiales, por ejemplo, un Bichón maltés o un Yorkshire necesitará un champú más hidratante que un perro de pelo duro (Fox terrier).

 

Pasos para un baño correcto:

Aunque la duración del baño dependerá del tamaño y pelaje del animal, hay una serie de pasos comunes para conseguir que nuestro perro salga perfecto de la bañera.

  1. Cepillar al animal antes del baño, así se eliminará el pelo muerto y los nudos
    (en el caso de perros de pelo largo).
  2. Meterlo en la bañera y mojarlo, empezar por la zona trasera e ir avanzando, acabando por la cabeza, ya que es la zona que más les incomoda. Usar agua templada.
  3. Poner el champú, siguiendo mismo orden que el usado con el agua.
  4. Frotar con delicadeza, intentando no enredar el pelo (en perros de pelo largo).
  5. No olvidar ninguna zona (axilas e inglés).
  6. Cuidado con los ojos y oídos, intentar que no entre excesiva agua dentro y secarlos bien.
  7. En perros con problemas de otitis se puede recurrir a introducir algodón en los oídos para evitar la entrada de agua.
  8. Una vez enjabonado proceder a enjugar, siguiente mismo orden. Eliminar correctamente todo el champú.
  9. Secar primero con toalla, de forma cuidadosa.
  10. A la hora de secar: si usáis secador hay que tener cuidado, no secar constantemente la misma zona para evitar posibles quemaduras.
  11. En el caso de perros con pelo largo o denso o razas con pliegues (Sharpei) es importe un buen secado de la piel para evitar problemas dérmicos.
  12. Lo más importante: intentar que el baño sea un momento positivo, prémiale constantemente, puedes meter en la bañera sus juguetes favoritos y, sobretodo, paciencia en los primeros baños.

Irene Martínez
Médica Veterinaria

Encontrei um cão – o que devo fazer?

rogna, scabbia canina

Posso socorrer o cão e levá-lo para leitura do microchip?

Sim, é importante que o faça. Provavelmente o dono andará incansavelmente à procura do seu amigo.

Deve ter cuidado na manipulação! Se o cão estiver perdido, provavelmente estará assustado e desconfiado, podendo adotar posturas mais agressivas. Tente aproximar-se lentamente e com cuidado, para que o cão ganhe a sua confiança.

 

E se não poder socorrer o cão, o que faço?

Poderá entrar em contacto com a câmara ou o canil municipal da região, que irão prestar-lhe ajuda. O próximo passo será proceder à leitura do microchip.

 

Onde é feita a leitura do microchip?

Maioritariamente em clínicas e hospitais veterinários e no canil municipal.

Se o cão tiver microchip, como encontrar o dono?

Com a leitura do microchip é possível proceder ao contacto com o dono, através dos dados pessoais existentes no registo no sistema de identificação animal.

 

Como fazer se o cão não tiver microchip?

Se o cão não tiver microchip existe uma de duas hipóteses: ou não foi colocado microchip mas ainda assim o cão tem dono, ou então não tem dono.

A divulgação do caso deve ser feita o quanto antes. Existe uma plataforma destinada à partilha de cães desparecidos e encontrados em Portugal (www.encontra-me.org), onde deve registar a ocorrência em “encontrou um animal”.

Pode ainda ser feita através dos canis municipais e todas as entidades que possam prestar ajuda (clínicas veterinárias, por exemplo), para que possa chegar ao maior número de pessoas (com o objetivo de chegar até ao dono). Podem ser divulgadas e partilhadas fotografias e o local de desaparecimento através das redes sociais.

Enquanto não é encontrado o dono, deverá ser oferecido se possível um local de abrigo para o patudo encontrado (canil municipal, associações, famílias de acolhimento, entre outras).

Daniela Leal
Médica Veterinária de Animais de Companhia

Alimentação para cães com diarreia crónica

Alimentação para cães com diarreia crónica

O que se entende por patologia intestinal crónica?

Qualquer patologia intestinal com tendência à recidiva pode ser descrita como sendo uma patologia intestinal crónica. As mais comuns são de caráter inflamatório ou neoplásico.

 

Como saber se um cão tem patologia crónica?

O principal sinal clínico que um cão com patologia intestinal manifesta é a diarreia (líquida ou pastosa), que pode vir acompanhada ou não de outros sinais clínicos (consoante a zona intestinal afetada e o tipo de patologia em questão) – vómitos, perda de peso, tenesmo (dificuldade em defecar). A diarreia pode ainda variar na forma, consistência e cor.

Regra geral, os animais que sofrem de patologia intestinal crónica já foram vistos várias vezes por veterinários por diarreias recidivantes e já foi realizado um diagnóstico definitivo. O controlo veterinário regular deve ser mantido.

 

Porque é importante a dieta?

Um animal com uma patologia intestinal crónica tem, à partida, um intestino sensível que necessita de dieta especial. Nem todos os animais com patologia respondem de igual forma à mesma dieta. Na maioria das vezes, para além do estudo aprofundado do tipo de patologia em questão e consequente introdução da dieta mais indicada par o caso, é necessário experimentar várias dietas até descobrir aquela que o animal tolera melhor.

 

Que tipos de dieta podem ser fornecidos?

É importante que uma dieta para uma alteração gastrointestinal cumpra os seguintes pontos (sendo estes pontos variáveis consoante a causa inicial de diarreia):

  • Dieta nutricionalmente equilibrada e com uma qualidade nutricional boa;
  • Com proteína facilmente digestível (com origem no frango e no ovo);
  • Baixa em gordura;
  • Com fibras prebióticas e probióticas que ajudam na manutenção da microflora gastrointestinal benéfica;
  • Com inclusão de ácidos gordos essenciais EPA e DHA, que atuam como antiinflamatórios intestinais “naturais”.

A necessidade de fibras em termos de quantidade e tipo (solúveis e insolúveis) irá depender da doença intestinal em questão e qual o local do intestino que está afetado. Como tal, poderá variar caso a caso.

 

É possível estabilizar os sinais clínicos apenas com maneio alimentar?

Sim. É a solução ideal para todos os donos e médicos veterinários. Em muitos casos é possível manter um animal com história de diarreia crónica sem sinais clínicos apenas com o maneio dietético. Em alguns casos é necessário juntar medicação que pode, dependendo do caso, ser prolongada no tempo.

Veja aqui outras causas de diarreia.

Daniela Leal
Médica Veterinária de Animais de Companhia

Coprofagia: o meu cão come cocós, o que faço?

Coprofagia – o meu cão come muitos cocós, o que faço?

Porque é que o meu cão come fezes?

Nem sempre é claro o motivo que leva um cão a ingerir as próprias fezes ou as fezes de outro animal.

Os motivos mais comuns para esse comportamento são os seguintes:

  • Défices nutricionais – Se a ração não for equilibrada nutricionalmente, a ingestão de fezes pode surgir na tentativa de compensar alguns défices nutricionais;
  • Alimentação pouco digestível – Em rações pouco digestíveis (em que os nutrientes não são bem absorvidos a nível intestinal), as fezes concentram nutrientes que não foram retidos pelo tubo gastrointestinal e ficam apetecíveis;
  • Alimentação rica em gordura – Em animais alimentados com rações altas em gordura, as fezes podem ficar mais apetitosas;
  • Tentar esconder as fezes – Quando um cão faz fezes num local inapropriado e sabe que o fez erradamente, vai tentar esconder as fezes do dono ingerindo-as;
  • Por questões comportamentais – Cães com pouca atividade diária, com um meio com pouco enriquecimento ambiental, ou que passam muito tempo sozinhos, podem brincar com as fezes e ingeri-las, considerando isso uma distração.

 

O que posso fazer para parar esse comportamento?

Melhorar a digestibilidade e a qualidade nutricional da ração – tanto do seu cão como dos animais que convivem com eles;

Disponibilizar locais aceitáveis pelo dono para o animal poder defecar sem ser repreendido;

Reeducar o comportamento aprendido: aqui o objetivo passa por mostrar ao cão que não deve comer as fezes e que esse comportamento não é aceitável. Numa primeira fase, e para travar a ingestão o quanto antes, está recomendado a introdução de um produto na alimentação que faz com que as fezes fiquem com um sabor desagradável. Deve colocar o produto diariamente na ração do cão e na ração de todos os animais lá de casa (incluindo gatos) cujas fezes são ingeridas pelo seu patudo. Um dos produtos mais utilizados é o Forbid®. Com a descontinuação desta ingestão, através da utilização do produto, é possível que haja uma reorientação do comportamento e aí poderá descontinuar a administração do produto.

 

Daniela Leal
Médica Veterinária de Animais de Companhia

Todo lo que necesitas saber sobre el parvovirus canino

Será que o meu cão tem parvovirose

¿Qué es parvovirus canino?

El parvovirus es un virus de pequeño tamaño que puede afectar a perros de cualquier edad, pero la sintomatología es especialmente grave en perros jóvenes y cachorros.

Afecta principalmente a las células intestinales, provocando una destrucción masiva de las microvellosidades del intestino delgado.

El mayor riesgo de infección para los cachorros sucede a partir de las 6 semanas de edad, momento en que las defensas obtenidas a través de la leche materna empiezan a disminuir.

La morbilidad del virus también es muy alta, resistiendo muchas condiciones ambientales diferentes, lo que favorece la diseminación de la enfermedad y un rápido contagio.

¿Cómo se transmite?

La vía de contagio sucede a través de heces de animales que han contraído esta infección. Los primeros síntomas pueden aparecer 5 días después del contacto con el virus.

Por tanto, el virus puede transmitirse de forma directa, por contacto de un animal sano con otro enfermo (sintomático o no) o de forma indirecta, al tener contacto con las heces de ese perro enfermo, orina u otras secreciones. Incluso nosotros podemos contagiar a nuestro cachorro si tenemos contacto con otro enfermo y no nos lavamos correctamente.

¿Qué síntomas son provocados por la parvovirus?

Los síntomas pueden ser variados, pero lo más habitual es la aparición de problemas digestivos:

  • Vómitos: primero biliosos o de espuma, para pasar a ser de color rojizo por alteración de la mucosa digestiva, incluso de sangre fresca;
  • Pérdida de apetito;
  • Depresión;
  • Fiebre, sobretodo al inicio del proceso. La temperatura puede permanecer normal o, en ocasiones, más baja de lo normal (<38ºC);
  • Diarrea que pasa de líquida a sanguinolenta, normalmente de color rojo oscuro en el caso de sangre digerida, pero también de sangre fresca (rojiza). Olor característico;
  • Deshidratación severa causada por los vómitos y diarrea constantes;
  • En caso más graves puede haber problemas cardíacos;
  • Anemia y problemas respiratorios;
  • Nivel de glóbulos blancos disminuye en casos graves (mal pronóstico);
  • Shock y muerte cachorros débiles o muy jóvenes (miocarditis).

Tratamiento:

Al tratarse de una infección vírica no existe tratamiento específico, por lo que el tratamiento será de soporte y encaminado a prevenir las infecciones bacterianas secundarias que puedan aparecer y evitar la deshidratación del animal.

Será necesaria la hospitalización del animal, con administración constante de fluídos para evitar deshidratación y pérdida de electrolitos. Importantes son los fármacos para el control de los vómitos y diarrea, protectores de estómago. Se deben usar antibióticos para evitar posibles complicaciones.

Si el animal no admite alimentos será necesario la administración intravenosa de la cantidad de vitaminas y glucosa adecuadas. Los primeros 3-4 días son los más críticos. Una vez cesen los vómitos es importante la introducción paulatina de agua y alimentos, usando una dieta específica de fácil digestión.

Si el animal supera la enfermedad, éste formará defensas contra el virus (como los animales vacunados correctamente) aunque puede excretar cantidades variables de virus a través de sus heces durante semanas, resultando un foco de contagio para otros perros.

¿Cómo prevenirlo?

La forma más efectiva y rápida de prevenir esta enfermedad (y otras de tipo infeccioso) es siguiendo un adecuado plan vacunal. A partir de las 6 semanas de vida puede comenzar la vacunación contra parvovirus, siendo necesaria una revacunación a partir de las 12 semanas y revacunación anual posterior para mantener el nivel adecuado de anticuerpos.

Antes de empezar con la vacunación es importante que el cachorro sea correctamente revisado y desparasitado, si el animal presenta otros problemas como parásitos intestinales u otras infecciones más leves, la vacuna no será tan efectiva como si el animal está totalmente sano en ese momento.

Seguir una correcta alimentación ayudará a que el cachorro tenga un adecuado sistema inmune.

Se recomienda no acercar al cachorro a otros perros que no estén correctamente vacunados, así como llevarlo a zonas con alta afluencia de perros (parques caninos) hasta que no se finalice el plan vacunal.

Irene Martínes
Médica Veterinaria

Como cuidar do pêlo do Golden Retriever?

Como cuidar do pêlo do Golden Retriever

É importante cuidar da pele para que o pêlo possa ficar brilhante?

Sim. Como o folículo piloso nasce da pele, quanto mais nutrida e íntegra estiver a barreira cutânea, mais forte, saudável e brilhante vai ser o pêlo.

 

Os cães da raça Golden Retriever libertam muito pêlo?

Os Golden Retriever têm um pêlo muito longo e, normalmente, a queda de pelo em cães de pêlo longo não é tão exuberante como em cães de pêlo mais curto. Contudo, se houver muito pêlo morto acumulado, a queda aumenta significativamente.

 

Como posso saber se a quantidade de pêlo que cai ao meu cão é normal?

Toda a queda de pêlo que esteja associada a alopécias (falha de pêlo), eritemas (pele vermelha) ou seborreia (caspa em excesso) é considerada anormal.
Nesses casos o melhor será consultar um veterinário. A alopécia pode indicar problemas endócrinos, fúngicos, entre outros.

 

A queda de pêlo depende das alturas do ano?

Sim. A queda de pêlo é mais intensa na mudança de estação. A “mudança de pêlo” ocorre como um mecanismo fisiológico importante que permite aos cães adaptarem o tipo de pêlo à temperatura ambiente (na primavera o pêlo fica mais fino e no outono fica mais denso). A queda e troca de pêlo podem também ser influenciadas pela quantidade de luz solar recebida.

 

Que medidas deve adotar para deixar o pelo brilhante e a pele nutrida?

Maneio higiénico

  1. Escovagem regular em casa (várias vezes por semana);
  2. Banhos regulares (pelo menos 1x/mês) com um champô hidratante (por exemplo: WeSkin® champô Fisiológico, com cheiro a coco);
  3. Secagem do pelo com secador e escovagem após o banho, em casa;
  4. Banho e secagem num “VetSpa”, pelo menos 4x/ano (a utilização de secagem com secadores específicos ajuda bastante à remoção do pelo morto);
  5. Tosquia (pode ser feita tosquia higiénica, que ajuda a diminuir a queda de pelo, mantendo o pelo comprido característico da raça).

Maneio Alimentar

  1. Ração de boa qualidade nutricional, com proteína facilmente digestível, rica em ácidos-gordos ómega 3 e 6, vitamina A, vitamina E e zinco;
  2. Suplementação da ração com cápsulas de ácidos-gordos essenciais (EPA e DHA).

Confira algumas opções alimentares que contam com uma suplementação de ácidos-gordos: Essence, Taste of the Wild Salmão, Lupi Puppy Chicken, Natura Diet Daily Food.

 

Veja neste artigo com que frequência deve dar banho ao seu patudo.

 

Daniela Leal
Médica Veterinária de Animais de Companhia

 

Extraer una garrapata: guia paso a paso

Cómo extraer una garrapata: guia paso a paso

Además de causar irritación e inflamación en la zona donde está adherida, es vehículo de múltiples enfermedades, muchas de ellas de carácter grave.

¿Cómo localizar la garrapata?

Siempre es importante revisar a nuestro perro después de una salida por el campo, sobretodo si es en zonas donde habitan animales salvajes o ganado. Lo más habitual es encontrarlas en las zonas más bajas del animal, como extremidades o zonas sin pelo como abdomen, u orejas. Muy común también es encontrarlas en los espacios interdigitales (entre los dedos del animal). Más difícil de encontrar en perros de pelo largo.

La garrapata, en sus primeras fases, será de tamaño pequeño, de color marrón. A medida que el parásito se alimenta de sangre su tamaño va aumentando, tomando un color grisáceo, hasta que se desengancha de la piel y cae al suelo donde pone los huevos de los cuales surgirán nuevas garrapatas. En muchas ocasiones podemos encontrar dos garrapatas en la misma zona: el macho y la hembra.

Existen muchos tipos de garrapatas, también de diferentes tamaños, ésto dependerá de la zona.
Una sola garrapata no puede provocar en el perro un daño grave (por sí sola) pero grandes infestaciones sí que pueden provocar anemias graves.

 

Mi perro tiene una garrapata ¿cómo se la quito?

Una vez que hemos localizado el parásito es recomendable extraerlo cuidadosamente para evitar que las pinzas que introduce en la piel del animal se queden enganchadas, ya que pueden dar lugar a quistes o reacciones en la piel. Para ello se pueden seguir los siguientes pasos:

  1. Se puede impregnar un algodón con aceite en la zona donde está enganchada la garrapata, así será más fácil la extracción. También se puede utilizar un poco de alcohol directamente sobre la garrapata (según la zona).
  2. A continuación, agarrar la garrapata con unas pinzas, lo más cerca posible de la piel del animal y tirar con suavidad. Existen varios modelos de pinzas especiales para la extracción de garrapatas que facilitan la tarea.
  3. Una vez extraído el parásito no aplastarlo, ya que es posible que esté repleto de huevos. Observar que la garrapata está completa.
  4. Impregnar la garrapata con alcohol para asegurar que muera.
  5. En ocasiones queda una pequeña herida en la zona donde estaba la garrapata: curar con betadine y vigilar durante unos días.

En muchos casos podemos encontrarnos con garrapatas adheridas pero ya muertas por el efecto del antiparasitario (collar o pipeta). Si es así la operación será más sencilla.

 

¿Cómo prevenir la picadura de este parásito?

Lo más sencillo para evitar que esto ocurra es utilizar un antiparasitario externo, para ello existen en el mercado gran variedad de pipetas, collares, sprays o champús antiparasitarios que tienen efecto repelente además de insecticida, de esta forma se puede evitar que la garrapata parasite nuestra mascota. Por otro lado, existen también pastillas, que aunque no evitan esta picadura, si que son útiles para acabar con la garrapata y que esta se desenganche y evitar que complete su ciclo.

Mira aquí cuáles son las enfermedades causadas por garrapatas.

 

Irene Martínez

Médica Veterinaria

Perros peligrosos: ¿Qué razas están incluidas?

Quais os cães de raça considerada perigosa – o que é preciso saber?

¿Qué razas se incluyen en España como peligrosas y por qué?

En España se incluyen 16 razas en la lista de PPP dentro del RD 287/2002, donde se explican los requisitos de tenencia responsable de estas razas, aunque este listado varía según la comunidad autónoma e incluso el ayuntamiento de cada población. Además de estas, hay otras 8 que cumplen las características de PPP, como son:

  • Tamaño (> 20 kg).
  • Fuerte musculatura.
  • Morfología mandibular y potencia.
  • Pelo corto.
  • Carácter fuerte.
  • Cabeza voluminosa, pecho ancho y cuello fuerte.

Por tanto, se considerarán PPP todas estas razas y sus cruces:

  • Perro de fila brasileño.
  • Dogo argentino.
  • Pitbull terrier.
  • Rottweiller.
  • Staffordshire terrier americano.
  • Staffordshire bull terrier.
  • Tosa inu.
  • Akita Inu.
  • Doberman.
  • Bullmastiff.
  • Dobo de Burdeos.
  • Mastín Napolitano.
  • Boxer.
  • Bull terrier.
  • Presa Canario.
  • Mastín tibetano.

Además de estas razas, cualquier otro perro que tenga antecedentes de mordedura a personas e historial de agresividad será considerado como PPP y deberá cumplir la misma normativa que estas razas.

¿Cuáles son las obligaciones legales para los dueños de PPP?

Es obligatorio poseer una licencia especial, obtenida anualmente, en el ayuntamiento del área de residencia. El propietario debe acompañarse de la licencia siempre que circula con el animal en la vía pública.

Para conseguir esta licencia hay que cumplir una serie de requisitos:

  • Perro con microchip y vacuna de la rabia.
  • Seguro de responsabilidad civil para el animal (daño a terceros).
  • Propietario libre de antecedentes penales.
  • Término de responsabilidad.
  • Examen psicotécnico.
  • El propietario será un mayor de edad y siempre debe ser él quien paseé al perro.
  • Animal esterilizado, excepto si está inscrito en el Libro de Origen oficialmente reconocido.
  • Estos perros deben pasear con bozal y correa corta. Solo los que hayan superado la prueba de sociabilidad podrán hacerlo sin bozal.

Irene Martinez

Médica Veterinaria

 

Irene Martínez
Médico Veterinario de animales de compañía

Garrapatas en perros

mi perro tiene una garrapata

Además de resultar molestas para nuestro perro, también son capaces de transmitir diferentes microorganismos causantes de enfermedades graves, alguna de éstas también pueden afectar a las personas.

¿Qué son las garrapatas?

Las garrapatas son un tipo de artrópodo que pueden adherirse a la piel de gran variedad de animales, incluídas personas, para alimentarse de sangre. Una vez se alimentan de sangre suficiente y alcanza el crecimiento máximo, caen al suelo donde ponen los huevos y completan el ciclo. Existe varios tipos de garrapatas, aunque todas se pueden incluir en dos grupos diferentes: garrapatas duras y blandas.

 

¿Cómo es su picadura?

Las zonas más comunes del cuerpo del perro donde podemos localizarlas son las extremidades, zonas de poco pelo y piel fina como el abdomen, y pabellón auricular.
Es recomendable revisar a nuestro perro después de una salida por el campo, sobretodo en zonas donde haya animales silvestres o ganado (ovejas). Los espacios interdigitales es una localización muy común.

¿Cuándo es temporada de garrapatas?

Las garrapatas aparecen cuando empiezan a subir las temperaturas y, sobre todo, en zonas con hierbas altas, mal cuidadas o con presencia de otras especies animales.

Por tanto, las épocas más cálidas (primavera-verano) son las de mayor riesgo, por lo que habrá que extremar la precaución en esos meses.

¿Qué síntomas provocan?

Los síntomas directos de la picadura de la garrapata son principalmente picor e irritación en la zona donde está adherida. Además de la picadura, la garrapata introduce a través de la pequeña herida otras sustancias (toxinas, sustancias anticoagulantes, analgésicos e incluso microorganismos en algunos casos). En casos de infestaciones graves por garrapatas el perro puede padecer anemia grave (palidez de mucosas) e incluso parálisis.

Enfermedades que provocan las garrapatas

Las garrapatas son transmisoras de un gran número de enfermedades provocadas por otros microorganismos (bacterias principalmente), algunas de ellas bastante graves para la salud de nuestra mascota.

Las enfermedades principales que transmiten son:

  • Erhlichiosis canina: principalmente producida por la bacteria Erhlichia canis, muy extendida en España. Los síntomas son muy variados, pero el principal es la fiebre y el dolor muscular, también puede haber sintomatología nerviosa. El tratamiento es un antibiótico específico. Afecta principalmente a los glóbulos blancos.
  • Anaplasmosis (Anaplasma platys): esta bacteria también provoca la conocida como Erhlichiosis canina, pero los síntomas son ligeramente diferentes, destacando sobre todo las hemorragias y petequias, provocando anemias graves, ya que destruye las plaquetas del organismo. El tratamiento es el mismo que el anterior.
  • Babesiosis: provocada por Babesia, un parásito sanguíneo que parasita los glóbulos rojos y los destruye, provocando una anemia grave.
  • Otras Rickettsias: síntomas y tratamiento similares a E.canis y Anaplasma.

¿Cómo retirar la garrapata?

Si encontramos en nuestro perro una garrapata y esta aún no está adherida podemos pasar un peine como el que se utiliza para eliminar pulgas, con el cepillado será suficiente para retirarla.

Si tenemos la mala suerte de que la garrapata está anclada en el animal se debe tener mucho cuidado a la hora de extraerla, ya que si lo hacemos bruscamente parte de la garrapata puede quedar anclada y provocarle pequeños quistes o abscesos en la zona a nuestro perro. Para retirarla podemos ayudarnos de unas pinzas especiales para ello, existen varias en el mercado. Si no disponemos de estas en ese momento, podemos empapar un algodón con aceite o alcohol para facilitar la extracción y usar unas pinzas normales, cogeremos la garrapata lo más cerca posible de la piel del animal y estiraremos cuidadosamente. Una vez retirada, curar la pequeña herida con betadine.

En caso de infestaciones graves se recomienda acudir a consulta veterinaria.

 

Prevención:

Para evitar que nuestro perro tenga este desagradable parásito se debe realizar una correcta desparasitación externa, siguiendo las pautas indicadas en cada caso. Entre los antiparasitarios externos que podemos utilizar encontramos collares, pipetas, sprays y champús. También existen pastillas, pero en el caso de utilizarlas no evitaremos que la garrapata pique a nuestro perro, pero si que morirá al alimentarse de la sangre del animal, evitando que complete el ciclo y se reproduzca.

Evitar zonas de paso de ganado en las épocas de mayor riesgo es otra opción, así como una rápida revisión de la piel del animal después de paseos por el campo o césped, retirando la garrapata antes de que se adhiera a la piel.

 

Mira aquí cómo retirar una garrapata paso a paso.

Irene Martínez
Médica Veterinaria

Zoonoses – O que são?

Zoonoses

O que são?

As zoonoses são doenças que se trasmitem entre animais e pessoas. Existem algumas zoonoses importantes e comuns, mencionadas ao longo deste artigo.

Como ocorre a transmissão?

A transmissão das doenças ocorre através de diferentes vias, conforme a doença em questão.
As vias respiratória, urogenital, orofecal, através de exsudados, mordidas ou vetores (como carraças ou mosquitos) são as vias de transmissão mais comuns.

A transmissão é apenas de cães para humanos?

Não. Os humanos também podem transmitir as doenças aos cães. Os sinais clínicos podem ser muito semelhantes entre as duas espécies.

Portanto, sempre que exista um diagnóstico de uma das doenças a seguir mencionadas, o contacto entre pessoas e cães deve ser feito com muito cuidado.

 

Quais as principais zoonoses e qual a apresentação clínica das mesmas nos animais?

 

  • Parasitoses gastrointestinais (céstodes e nemátodes): Causadas por parasitas que provocam doenças gastrointestinais, comumente conhecidos como “lombrigas”. Causam diarreia e vómitos e são mais frequentes em cães jovens. Transmitem-se por via orofecal. É muito importante que seja feita desparasitação interna aos patudos de forma regular;
  • Raiva: Doença vírica, cuja proteção vacinal dos animais é obrigatória por lei, que causa alterações neurológicas que culminam na morte. Transmite-se através da mordedura de cães;
  • Tosse do canil: Doença respiratória nos cães, que se assemelha à “constipação humana”. Apesar dos humanos não contraírem “tosse do canil”, alguns estudos demonstram a presença das mesmas bactérias e vírus nas duas doenças, sugerindo que possa haver contágio entre cães e humanos. Nos cães os sinais clínicos cursam essencialmente com tosse seca e a via de transmissão é respiratória;
  • Leptospirose: Doença bacteriana que provoca dano a nível renal. Nos cães causa sinais clínicos diversos (febre, vómitos, aumento da quantidade de urina, prostração). É transmitida através da urina e há grande prevalência da doença em ratos (que podem transmitir igualmente a doença). A vacina contra a leptospirose em cães faz parte do protocolo de vacinação anual;
  • Dermatofitoses (tinha): Doença fúngica dermatológica, que causa alopécias (peladas) circulares. Nas pessoas causa prurido intenso (comichão). Pode transmitir-se através do contacto com as lesões;
  • Sarna Sarcótica: Doença provocada pelo ácaro Sarcoptes scabiei. Tanto em animais como em humanos causa bastante prurido cutâneo (comichão na pele). Transmite-se através do contacto;
  • Leishmaniose: Doença causada pelo parasita Leishmania infantum. Transmite-se através da picada do mosquito (phlebotomus). Em animais contaminados, a prevenção da picada de mosquito é essencial para evitar a transmissão da doença para o ser humano;
  • Doenças transmitidos por carraças: Borreliose e erlhiquiose são as zoonoses mais comuns dentro deste grupo e podem provocar sinais clínicos variáveis como febre, anorexia, sinais gastrointestinais, anemia.

 

Poderá consultar mais informação sobre outras doenças como Raiva, Tosse do Canil e a Leptospirose. Conheça também o Plano vacinal para cachorros e verifique se o seu cão está protegido.

Daniela Leal
Médica Veterinária de Animais de Companhia