Como voltar à rotina com o seu cão depois da quarentena

Ao contrário de nós, os nossos cães adoraram esta nossa nova rotina com toda a atenção e tempo para eles. Mas com o regresso à realidade anterior é fundamental que as coisas sejam feitas de forma calma e progressiva.

Se o seu patudo estiver habituado a estar sozinho não irá ficar tão “stressado” quando tiver que sair para ir trabalhar. No entanto, é importante que o vá habituando a ficar mais tempo sem si! Para isso, deverá acostumá-lo a ficar no espaço dele, sem ninguém por perto. Comece por deixá-lo 30 minutos, no dia seguinte 1 hora e assim sucessivamente. Não se esqueça de o recompensar sempre que fica sossegado!

Em casos de cães que sempre tiveram dificuldade em separar-se dos donos ou têm tendência a destruir tudo à sua volta quando estão sozinhos, ainda mais calma terá que ter! O processo de “desmame do dono” será o mesmo, mas com alguns cuidados extra, nomeadamente: deixar brinquedos de estimulação mental! Estes brinquedos vão ser desafiantes e irão distraí-los de forma a que o tempo passe e não destruam nada em seu redor. Mas atenção! Não deixe sempre os mesmos brinquedos, nem todos ao mesmo tempo para que o seu cão não perca o interesse 🙂

Além disso, para que o nosso amigo fique calmo durante várias horas é preciso que esteja cansado. Ou seja, antes de ir trabalhar passeie o seu companheiro o tempo que for preciso para que gaste a sua energia e durma quando chegar a casa. O ideal será dar-lhe a refeição antes de sair para passear para que possa fazer as suas necessidades no exterior e não tenha uma surpresa ao chegar a casa!

Com a chegada a casa, chegou a hora do mimo! Ao ver que se portou bem e esteve calmo, reforce-o com carinhos e alguma guloseima. No entanto, se ao chegar a casa e alguma coisa tiver corrido mal, não desanime. Repita o processo com outros brinquedos ou até com mais um brinquedo para que possa escolher! Evite zangar-se ou ralhar-lhe pois ele não irá compreender o que fez de errado aquando a sua chegada. Com tempo e paciência tudo correrá da melhor forma!

Uma dica extra é deixar alguma televisão ligada para que possa ouvir sons parecidos com os que ouvia quando os donos estavam em casa. Poderá ajudar a deixá-lo mais calmo!

Para que tudo volte ao normal o seu amigo precisa de si! Com carinho e paciência tudo correrá bem.

Sofia Galiza

Médica Veterinária de Animais de Companhia

Sarna Canina

A sarna é uma doença dermatológica provocada por ácaros (ectoparasitas microscópicos). No entanto existem diferentes tipos de ácaros que, consequentemente provocam diferentes sintomas.

Destacam-se os seguintes tipos de sarna:

  • Sarna demodécica: é a mais comum em cães, sendo provocada pelo ácaro Demodex canis. Muitas vezes conhecida como a “sarna negra” é transmitida apenas entre animais. Este ácaro habita na pele dos patudos, porém quando, por algum motivo, existe diminuição da sua imunidade, a proliferação do parasita ocorre de forma descontrolada, culminando no aparecimento de sintomas. Pode também ocorrer transmissão da mãe para os cachorros durante o parto, mas nestas situações é raro desenvolver-se sintomatologia. A sarna demodécica pode surgir de forma localizada, mais característica em cachorros e por norma desaparece por si só. O pêlo cai à volta dos olhos e da boca. Já na forma generalizada, encontramos grandes àreas sem pêlo por todo o corpo. A pododermatite demodécica manifesta-se pela ausência de pêlo nas patas, muitas vezes associada a infeções secundárias.
  • Sarna sarcóptica: o ácaro responsável é o Sarcoptes scabiei, o qual não habita na pele saudável dos nossos animais. Transmite-se através do contacto direto, incluindo para os humanos! Por isso, é necessário termos cuidados redobrados ao tocar nos animais infectados! É um tipo de sarna  caracterizado por uma comichão severa!
  • Sarna Otodécica/ Sarna do Ouvido: é provocada pelo ácaro Otodectes cynotis, sendo mais comum em gatos. Afecta tipicamente as orelhas e os ouvidos, conduzindo a otites secundárias.
  • Sarna por Cheyletiella: Cheyletiella spp. É um ácaro mais comum em gatos, embora altamente contagioso em cachorros.

Quais os sintomas da sarna?

  • Comichão intensa;
  • Pele vermelha e inflamada;
  • Feridas;
  • Áreas sem pêlo;
  • Odor desgaradável da pele;
  • Perda de peso e apetite;
  • Pele muito escura e espessa, nos casos crónicos;

Como se contagia?

Sendo os ácaros parasitas oportunistas, desenvolvem-se quando as defesas dos nossos companheiros estão em baixo. Podem transmitir-se de mãe para cachorro durante o parto/amamentação e entre animais com contacto próximo.

Qual o meio de prevenção e tratamento?

A melhor forma de evitar a sarna nos nossos patudos é através da sua prevenção! As desparasitações externas feitas regularmente durante todo o ano irão proteger os nossos cães contra estes ácaros indesejados. Rotina de higiene controlada é também um bom aliado. Reforçamos os banhos, escovagens e tosquias para manter a pele e o pêlo saudáveis. Caso tenha havido contágio é fundamental evitar o contacto com outros animais para que não haja transmissão, bem como fazer a desinfeção dos objectos e locais em contacto com o infectado.

O tratamento baseia-se na administração de acaricidas e banhos terapêuticos para limpar, acalmar e hidratar a pele. Em certos casos poderá haver a necessidade de associar antibióticos para combater a infeção secundária associada.

A sarna é uma doença que provoca muito desconforto aos nossos patudos. A sua prevenção e tratamento passam por si e pelo seu Médico Veterinário, por isso não adie e tome os cuidados necessários!

Sofia Galiza

Médica Veterinária de Animais de Companhia

 

Piensos holísticos para perros ¿Que son? 

Holismo

En primer lugar convendría aclarar que es el holismo. Este concepto que entiende la realidad como un todo distinto a la suma de las partes que lo componen. Esta definición, que puede resultar algo confuso, se refiere a la interpretación del conjunto en lugar de las partes. Por ejemplo, si te duele un pie, habría que afrontar el problema no centrándose exclusivamente en el pie, si no en todo el cuerpo por si el dolor de pie fuera una manifestación de alguna dolencia general. En cuanto a la alimentación, se podría definir como un alimento que responde a las necesidades globales del individuo en lugar de a necesidades particulares. Por ejemplo una patata no sería un alimento holístico ya que solo nos proporciona unos nutrientes determinados, no una alimentación completa y equilibrada.

Pienso holistico

Aclarado este concepto, ¿ Que es por lo tanto un pienso holístico?  Pues en opinión de un servidor, prácticamente cualquier pienso podría encajar en el concepto de holístico. Dado que la mayoría de los piensos de buena calidad, por no decir todos, están enfocados a satisfacer las necesidades del animal en su conjunto. El problema es que no existe una regulación específica a este respecto, como para otros tantos muchos conceptos como eco u orgánico. Por lo tanto, el apellidar lo piensos que este concepto, en mi opinión, corresponde más a un concepto de marketing que a una garantía de calidad real. Al no existir regulación, cualquier fabricante de piensos puede etiquetar su pienso con el término ” holístico “ y aportar una apariencia de calidad extra sin incurrir en fraude y sin modificar las características del alimento. Por ejemplo, el pienso sin cereales si que está sujeto a una especificación que regula la presencia de los cereales. Por lo tanto, un pienso etiquetado como “sin cereales” realmente debe de carecer de los mismos en su composición. Esta ambigüedad en algunos conceptos, al no existir ningún tipo de regulación, obedece más a una estrategia de marketing que a unas características o garantías de calidad.

Desde aquí recomendamos siempre acudir a un profesional veterinario para recibir el correcto asesoramiento sobre la nutrición de nuestras mascotas. 

 

 

Juan Vázquez

Médico veterinario

Schmerzerkennung beim Hund

Als Tierärzte genauso wie als Besitzer stellen wir uns immer die Frage, hat mein Tier Schmerzen? Die Tatsache, dass Tiere sich nicht verbal äußern können, stellt keine Einschränkung ihres Schmerzempfindens dar. Jeder Schmerz wird von deinem Hund wahr genommen und er zeigt eine Reaktion meist nur durch eine kleine Verhaltensänderung. Von chronischem Schmerz spricht man, wenn der Schmerz zur sensorischen Entwicklung wird und begleitende Entzündungen oder Veränderung im Nervensystem verursacht.

Wie verhält sich ein Hund der Schmerzen hat?

Bei einem akutem Schmerz hört man Hunde oftmals schreien oder jaulen. Das ist aber deutlich seltener, als der schleichend einsetzende oder der chronische Schmerz. Kommt der Schmerz aus einer Gliedmaße, dann erkennt man oft eine Schonhaltung. Zittern, häufiges belecken und knabbern bestimmter Körperstellen. Weicht dein Hund aus bei Berührung oder zeigt er Aggressivität? Zieht er sich häufiger als gewohnt oder plötzlich vermehrt zurück? Atmet er schneller oder hechelt mehr? Frisst er sein Fressen noch? Alle diese Fragen können als Hilfestellung bei der Beurteilung des Allgemeinbefindens deines Hundes sein.

Wie sieht ein Hund aus der Schmerzen hat?

Ein gesenkter Kopf und hängende Ohren sind oft das typische Schmerzgesicht des Hundes. Je nachdem  wo der Schmerz ist, kann der Hund einen hochgezogenen, verspannten Bauch haben, die Rückenmuskulatur kann verhärtet sein und die Rute ist eingeklemmt. Das Aufstehen fällt ihnen schwer und sie stehen oft steif da. Generell zeigen sie einen ängstlichen, bzw. traurigen Gesichtsausdruck.

 

Die Schmerzäußerungen beim Hund sind vielfältig und oft sehr subtil. Gut zu wissen ist auch, dass es gewisse Anzeichen gibt, die auf Schmerzen hindeuten können, aber auch schon erste Symptome einer Erkrankung sein können. Zum Beispiel kann starkes Speicheln beim Hund Zeichen für Fremdkörper oder Übelkeit sein, aber auch für Unwohlsein und eben Schmerz. Fällt dir bei deinem Hund ein Verhalten auf, dass dich stutzig macht oder dich verunsichert, solltest du deinen Tierarzt aufsuchen. Auf keinen Fall solltest du deinen Hund selbst therapieren. Viele Schmerzmittel die für den Menschen sind, führen beim Hund zu Vergiftungen. Es gibt mittlerweile auch für Hunde die verschiedensten Schmerzmittel für die unterschiedlichen Erkrankungen, deshalb ist eine Selbstmedikation oftmals sinnlos und führt auch nicht unbedingt zu einer langfristigen Besserung.

 

Dr.med.vet. Karin Palmer

Tierärztin

Museruole per cani: quando usarle?

Ne esistono di vari tipi: morbide, dure, a fascia, a cavezza, ormai il mercato è davvero saturo. Ci sono cani, che per indole e abitudine, non avranno mai la necessità di doverne indossare una, fermo restando che sarebbe opportuno comunque che ci fossero abituati. Il motivo è dato dal fatto che la legge italiana (e molte leggi regionali e regolamenti comunali lo ribadiscono), all’art. 1 comma 3 b) dell’ordinanza contingibile ed urgente concernente la tutela dell’incolumita’ pubblica dall’aggressione dei cani del 06/08/2013 (la cosiddetta “ordinanza Fadda”) prevede che “ai fini della prevenzione di danni o lesioni a persone, animali o cose, il proprietario e il detentore di un cane adottano le seguenti misure: portare con se’ una museruola, rigida o morbida, da applicare al cane in caso di rischio per l’incolumita’ di persone o animali o su richiesta delle autorita’ competenti”. Capite bene quanto sia importante che ogni cane sia abituato alla museruola fin da cucciolo. Come si può fare? Seguendo questo protocollo:

  1. Iniziate giocando con il cane vicino alla museruola, lasciategliela annusare e non usatela mai per nessun motivo come punizione;
  2. Cominciate a mettergliela e a togliergliela immediatamente, premiandolo con dei bocconcini quando non si ritrae;
  3. Se il cane non manifesta segnali di intollerenza, aumentate sempre di più il tempo in cui la indossa, continuando a premiarlo subito dopo.
  4. Se il cane non ne vuole sapere di indossarla, provate con questo trucchetto: mettete la museruola in terra con la parte aperta rivolta verso l’alto. Metteteci in fondo un biscottino goloso in modo che il cane – per poterlo mangiare- sia obbligato ad infilarci il muso autonomamente.

Oltre ai casi previsti dalla legge, è opportuno mettere la museruola al cane qualora manifesti chiari segnali di intollerenza alle persone o ad altri animali (cani e gatti solitamente) e voi avete difficoltà a contenerlo, magari a causa della sua stazza o perché le sue reazioni sono molto improvvise e rapide. Utilizzatela soprattutto quando non potete in nessun modo garantire una distanza di sicurezza da altri individui (mezzi pubblici, parchi, mercati, giardini, negozi, etc.), a maggior ragione se siete in presenza di persone particolarmente indifese (bambini piccoli, anziani, portari di disabilità, donne in gravidanza). E’ altrettanto importante utilizzarla per garantire l’incolumità dei professionisti che verranno a contatto con il vostro cane, normalmente si tratta del Medico Veterinario e del Toelettatore.

Concludo ricordandovi che mettere la museruola al cane e poi lasciarlo libero di fare una sgambata all’aperto non è mai una buona idea, poiché se disgraziatamente il cane vi scappasse e non riusciste a trovarlo nell’immediato, rischierebbe davvero di morire di sete a causa della museruola! Molto meglio lasciarlo libero in un’area per cani adeguatamente recintata, possibilmente la mattina presto o la sera tardi, quando le possibilità di incontrare altri cani sono ridotte al minimo.

Dott.ssa Lisa Pugliese

Educatrice e Istruttrice Cinofila

Pastor australiano: Informação sobre a raça

Características gerais da raça

Em adulto o seu peso varia entre os 18 kg e os 29 kg. A sua pelagem é, geralmente, malhada tendo como cores o preto, branco, vermelho e fulvo.

Têm uma esperança média de vida de 12 a 15 anos.

 Temperamento

O Pastor Australiano é energético e trabalhador, carinhoso mas tímido. Tem um grande sentido de proteção e é extremamente leal com o dono, no entanto pode ser desconfiado com estranhos. Sendo um cão muito inteligente é importante saber como exercitá-lo/ desafiá-lo, de modo a que não fique frustrado. Se for bem treinado, irá ter um cão obediente, dedicado a si e feliz! Como cão pastor, é natural que “pastoreie” grupos de pessoas e dê pequenas mordidas para juntá-las.

 Estilo de vida

Tendo em conta que são cães que precisam de fazer muito exercício diariamente, não é um cão que se vá dar bem em apartamento, a não ser que haja muita disponibilidade para passeá-lo. O ideal será ter áreas espaçosas onde possa correr e estimular os seus instintos naturais. Se estiverem acompanhados pelo dono, melhor! Estão sempre prontos para brincar.

Saúde

Apesar de serem cães saudáveis, o aperfeiçoamento genético levou-os a estarem mais predispostos a certas doenças, nomeadamente:

  • Oculares: cataratas e colobomas da íris;
  • Articulares: displasia da anca;
  • Hemolíticas: Doença de Von Willebrand (patologia que causa problemas de coagulação), Síndrome de Pelger-Huet (problemas no sistema imunitário);
  • Dermatológicas: Dermatite Solar Nasal (quando demasiado expostos ao sol);
  • Outros: sensibilidade à ivermectina (desparasitação) em certas doses; Cruzamentos naturais entre raças “bobtail” podem gerar cachorros com graves defeitos na coluna vertebral.

 Nutrição

Sendo o Pastor Australiano um cão com alta atividade física, é importante que faça uma ração adequada a esses gastos energéticos. O seu pêlo comprido também é um fator a ter em atenção, de forma a que esteja brilhante e não caia em excesso. Assim, uma ração de boa qualidade de, por exemplo,salmão será uma boa opção. No entanto, é importante ver em que estágio da vida (cachorro, adulto, sénior) o patudo se encontra de forma à alimentação ser adaptada.

 Higiene

  • Banhos: Mensal ou ocasional (a avaliar conforme atividade do animal e do local de habitação);
  • Escovagem: diário/semanal de forma a retirar pêlo morto;

Sofia Galiza

Médica Veterinária de Animais de Companhia

           

           

Come socializzare con un cane correttamente

Il cambiamento socio-culturale, l’ondata animalista, l’evoluzione delle nostre abitudini e stile di vita, l’epoca Disneyana…sono tanti i fattori che (fortunatamente!) ci hanno portato a modificare completamente il modo in cui vediamo i nostri amici a 4 zampe, soprattutto nel mondo occidentale. Purtroppo però, ai lati positivi si sono andati sommando anche quelli negativi; la visione totalmente antropocentrica che abbiamo del mondo (e di conseguenza degli animali che lo popolano), ci porta a pensare che i cani abbiano i nostri stessi sentimenti, che provino le nostre medesime emozioni, che abbiano gusti, interessi ed esigenze identificabili con le nostre.

In realtà non funziona completamente così. I cani restano comunque animali, con i loro limiti e le loro necessità, talvolta compatibili con le nostre, altre volte no…ma è proprio per la loro unicità e diversità rispetto a noi che li amiamo, no?

Una delle situzioni che più spesso provoca fraintendimenti comunicativi tra uomo e cane, è proprio quella che comporta un avvicinamento. Noi umani siamo soliti arrivare sicuri e decisi verso il nostro obiettivo, a schiena dritta, testa alta, magari un bel sorriso stampato sulle labbra e il braccio rigido davanti a noi pronto per una serrata stretta di mano. Eh già, peccato che tutti questi atteggiamenti siano invece potenzialmente interpretati dal cane come segnali di minaccia. Ma perché sottolineo potenzialmente? Perché dipende da alcuni fattori:

  • Quanto il cane è socializzato con gli esseri umani in generale
  • Quanto il cane è socializzato con quella specifica persona
  • Che grado di confidenza ha il cane con l’ambiente esterno in generale
  • Che livello di sicurezza di sé ha il cane
  • Che livello di reattività/irritabilità ha il cane

Ci sarebbero altre cose più specifiche da citare, ma mi soffermo su queste che valgono praticamente per tutti gli individui, senza distinzioni. Questi 5 fattori ci danno già un’ottima idea di quante sono le variabili indogene (interne) ed esogene (ambientali) che contribuiscono a delineare la reazione del cane. Se non conosciamo il cane al quale vogliamo avvicinarci, è sempre buona norma chiedere prima il permesso al suo conduttore. Il problema è che purtroppo anche molti proprietari non hanno ben chiaro il disagio o ancor peggio la paura che il cane prova nel subire passivamente l’avvicinamento di uno sconosciuto, per questo è opportuno fidarsi più delle posture e dell’atteggiamento che il cane mostra nei nostri confronti…con questi accorgimenti non possiamo sbagliare!

Il cane manifesta uno o più segnali calmanti

Osservati e studiati fin dalla fine degli anni ’80 dalla celebre studiosa Turid Rugaas, i segnali calmanti sono ormai considerati una pietra miliare della cinofilia. Rotazione della testa di lato, abbassamento dello sguardo, leccamento del naso, immobilizzazione (freezing), sbadiglio…solo per citarne alcuni. In questo caso il cane sta cercando di gestire una situazione che forse avrebbe preferito evitare. Pensiamoci bene prima di ignorarli! Sono davvero fondamentali e tutti i proprietari dovrebbero conoscerli, onde evitare spiacevoli fraintendimenti. A tal fine vi suggerisco “L’intesa con il cane, i segnali calmanti 25 anni dopo”, di Turid Rugaas, edizioni Haqihana.

Il cane è palesemente sul piede di guerra

Che lo faccia in maniera attiva (con il pelo dritto, i denti in mostra e la coda alta) o in maniera passiva (la schiena ricurva, la coda tra le gambe, il ringhio a bocca chiusa), è sempre sbagliato provocare un cane che sta palesemente mostrando un comportamento aggressivo. Non ci scordiamo che altro non si tratta che di una forma di adattamento, non c’è nulla di innaturale in questo (tranne che nei casi patologici). E allora perché insistere a voler provocare un conflitto? Cerchiamo una soluzione alternativa.

Il cane è decisamente impaurito dalla nostra presenza

Che si tratti solo di paura o vera e propria fobia, poco importa. Il fatto che il cane non sia pericoloso come quello sopra, non rende l’approccio meno eticamente scorretto. Il cane si nasconde, abbassa la testa, mette la coda tra le gambe, cerca di rimpicciolirsi il più possibile. Ma poi…siamo veramente sicuri che questo tipo di comportamento renda il cane meno pericoloso di quello sopra? O forse lo è ancora di più perché l’atteggiamento non palese lo rende difficilmente interpretabile? Credetemi, meglio non rischiare.

Escluso tutto quanto sopra, possiamo valutare la possibilità di avvicinarci. Ma come?

  1. Mettiamoci leggermente di lato rispetto al cane, mai in posizione frontale;
  2. Facciamo finta di seguire il tracciato di un’ellisse invece che una linea retta nell’avvicinarci, questo ci rende meno minacciosi ai suoi occhi ;
  3. Fermiamoci a poco più di 1 mt. di distanza, cerchiamo di capire se il cane ha voglia di esplorarci;
  4. Teniamo le mani lungo i fianchi, stiamo fermi, non fissiamolo negli occhi e lasciamo che ci annusi;
  5. L’ideale sarebbe avere dei bocconcini gustosi in mano e lasciarglieli mangiare, così che ci associ a qualcosa di positivo.

Non ha funzionato? Il cane ha scelto di non avvicinrsi? Pazienza, se siamo davvero amanti degli animali dobbiamo rispettare la loro scelta, vorrà dire che ci riproveremo la prossima volta. Nulla ci vieta comunque di lanciare piano piano qualche bocconcino al cane in segno “di pace”.

Si è avvicinato, ci ha annusato e leccato la mano? Bè, possiamo dire che è fatta, ci siamo appena guadagnati un amico!

Dott.ssa Lisa Pugliese

Educatrice e Istruttrice Cinofila

Alimentación adecuada para tu perro sénior sin dientes.

En primer lugar intentaremos aclarar cuando un perro es sénior.  A diferencia de los humanos, que todos nos hacemos ancianos más o menos a la misma edad, los perros, debido a sus diferencias fisiológicas, cuentan con un margen más variable en función de la raza y el tamaño.

De forma general podemos decir que los perros pequeños alcanzan la senectud en torno a los 12 años. Los perros de tamaño mediana oscilan en unos 10 años de edad sénior, y los perros grandes o muy grandes se pueden considerar senior a partir de los 8 años.

Con estas consideraciones aclaradas, también resulta interesante mencionar que existe una predisposición genética a que los perros de razas pequeñas tengan mayores problemas dentales en comparación con los especímenes de razas de mayor tamaño.

Por lo tanto, en ocasiones puede resultar un poco complicado establecer un punto exacto en el cual debamos de comenzar a suministrar a nuestro animal una comida adaptada a sus necesidades. Pero de forma general, cuando observemos que nuestro perro ha perdido numerosas piezas dentales, o que muestra dificultades a la hora de ingerir su racion, podemos considerar la implementación de una alimento adaptado.

En este punto contamos con las siguientes opciones :

  • Alimento húmedo: comida con un alto porcentaje de humedad, lo que le confiere una textura blandita y suave que la hace perfecta para alimentar a nuestros viejecitos. Su composición la hace ideal al no causar ningún traumatismo en las encías.
  • Alimento seco : Existen en el mercado piensos específicos que cuentan con unas croquetas especiales que se ablandan fácilmente al contacto con líquidos como agua o caldos. Debido a facilidad de administración resultan muy populares y útiles.
  • Alimento casero: Por último, la opción de administrar alimento casero no debe de ser descartada. Muchos propietarios optan por suministrar a sus mascotas este tipo de comida. Alimentos cocidos como patatas, pollo o vegetales pueden resultar una opción ideal para perros que cuenten con dificultades a la hora de masticar su comida diaria.

Por último quiero aprovechar este post para recordar la importancia de mantener una adecuada higiene dental en nuestros peludos. De este modo retrasaremos la aparición de problemas bucodentales y pérdida de dientes.

 

Juan Vázquez

 Médico veterinario