Porque é que o meu cão tem fezes moles?

Um dos motivos de consulta no veterinário mais comum é sem dúvida a alteração das fezes. A qualidade das fezes demonstram-nos como está a ser feita a digestão e são um sinal importante de que algo pode não estar bem.

O que pode provocar fezes moles?

  • Alteração de dieta
  • Ingestão de algum alimento não apropriado para cães (comida cozinhada condimentada, doces, salgados, …)
  • Sensibilidade/ alergia a um elemento da alimentação
  • Gastroenterite
  • Parasitas ou Bactérias
  • Alteração da flora gastrointestinal
  • Ingestão de um corpo estranho
  • Doença sistémica

As fezes moles também podem acontecer em momentos de stress, onde não existe nenhuma causa clínica aparente.

O que devo fazer se o meu cão tiver fezes moles?

Se o seu cão tiver alterações na fezes de forma continuada é essencial contactar o seu médico veterinário habitual. Dependendo do historial clínico e da anamnese realizada, o profissional decidirá qual será o próximo passo.

Quais os exames mais comuns em alterações gastrointestinais?

Exames:

  • Coprologia – colheita de fezes para despiste de parasitas
  • Coprocultura – cultura das fezes para despiste de bactérias
  • Análises gerais – alterações nas fezes pode ser um sinal clínico de uma patologia sistémica
  • Análises específicas – pâncreas (despiste de pancreatite ou insuficiência pancreática)
  • Ecografia abdominal – muitas vezes o exame de eleição para ser observado todo o trato gastrointestinal
  • Radiografia abdominal – observação do trato gastrointestinal, muito utilizado no despiste de corpos estranhos
  • Laparoscopia exploratória – exploração cirúrgica do abdómen do animal quando com os outros exames não é possível chegar a um diagnóstico definitivo

Tratamento

O tratamento vai sempre depender da causa que está a provocar a alteração nas fezes. Existe também casos em que este tipo de fezes são transitórias e não é necessário fazer nenhum tratamento.

Para umas fezes normais uma boa alimentação com produtos de qualidade é essencial.

Inês Santos

Médica Veterinária

Cães dominantes vs cães submissos – o que saber sobre o tema!

Relativamente à dominância vs. submissão dos nossos patudos, o correto é dizer: o meu cão apresenta comportamentos dominantes ou submissos em certas situações. Quando isto acontece está sempre associado um recurso (comida, brinquedos, espaço etc).

Assim sendo, podemos tentar entender que tipo de comportamentos é que os nossos patudos apresentam em determinadas situações e tentar categorizá-los. No entanto, é importante entender que estes comportamentos não são estanques, ou seja, numa determinada situação um cão pode apresentar comportamentos dominantes e noutra comportamentos submissos.

Quando está presente um recurso e um cão, por exemplo, mostra os dentes, rosna, ladra, eriça o pêlo e /ou mantém uma postura rígida com a aproximação de algo ou alguém, podemos entender como estando a ter um comportamento dominante. Este tipo de comportamento pode acontecer intra ou inter- espécies, o que significa que pode aparecer entre cães, cães para pessoas, cães para gatos, etc.

Nestes casos é essencial não confrontarmos (ralhar, bater, tentar retirar o recurso) o nosso patudo, pois poderá despoletar agressividade. Por outro lado, devemos tentar entender o que está a causar este comportamento e como o podemos contornar: treinar para que nos permita aceder ao recurso, retirar esse recurso ou pedir ajuda a um treinador profissional !

Agora, imagine o seguinte cenário: um cão com comportamento dominante em relação a um recurso perante um segundo cão. Caso o segundo desvie o olhar, lamba os lábios, baixe as orelhas, se deite ou afaste do recurso podemos dizer que está a ter um comportamento submisso! Durante este comportamento são apresentados sinais de calma 😊

NOTA: Durante um comportamento dominante nunca há agressividade!

Avalie o seu patudo em diversos momentos e verá como agora tudo faz mais sentido !

Caso tenha alguma dificuldade em resolver algum tipo de problema de comportamento não hesite em pedir ajuda profissional, quanto mais cedo resolver mais fácil será ! 😊

Sofia Galiza

Médica Veterinária de Animais de Companhia

Dificuldade de aprendizagem em cachorros

Treinar um cachorro pode ser um pau de dois bicos: absorvem tudo de forma extremamente rápida mas, por outro lado, distraem-se muito facilmente. No entanto, existem muitas formas de os manter motivados e tornar essas distrações em algo bom!

– Entender o que motiva o seu patudo a manter a concentração ( tipo de comida, brinquedos, brincadeiras).

– Ao ensinar alguns sinais (senta, deita, dar a pata) por vezes tudo se torna mais fácil se usar uma recompensa de alto valor (salsicha, fígado, frango, por exemplo). Isto fará com que o seu patudo esteja muito mais motivado para aprender e as distrações não tenham tanta importância.

– Se o seu patudo for socializado e habituado a muitos tipos de estímulos (cães, barulhos de carros, ruídos altos, etc) será muito mais fácil que mantenha o foco pois esses estímulos já não serão novidade e consequentemente não terão tanto interesse.

– Não faça sessões de treino muito grandes. Intervale os treinos com passeios ou brincadeiras a casa 5/ 10 min de forma a que o seu patudo não perca o foco.

– Entre os 6 a 8 meses, por vezes pode parecer com que o seu patudo desaprendeu tudo o que aprendeu pois está na “fase de adolescência”. Mantenha os treinos consistentes!

– Seja consistente e previsível! Em cachorros é fundamental eles terem muito bem definido o que podem e não fazer. Por exemplo, se não pode ir para a sua cama, ninguém pode permitir que suba , pois ele não conseguirá distinguir quando e em qual cama pode abrir a exceção.

Disfrute dos momentos que passa com o seu patudo! Tenha paciência e seja consistente 😊

Sofia Galiza

Médica Veterinária de Animais de Companhia

O meu cão está com dificuldade em levantar-se: será um problema ortopédico?

Ao contrário do que a maioria dos tutores pensa, os motivos que podem provocar dificuldades no seu cão ao levantar-se são variados e não apenas de origem ortopédica.

Assim sendo, se o seu patudo demonstra relutância a levantar-se, procure ajuda Médico Veterinária. É importante fazer uma avaliação clínica e alguns exames para se conseguir perceber qual o problema associado e, dessa forma, iniciar o tratamento adequado.

Quais são as causas mais comuns que podem provocar nos cães dificuldades a levantarem-se?

A maioria das alterações ortopédicas são responsáveis por dor que provoca desconforto ao cão quando se levanta ou mesmo durante o seu movimento. Porém, outras causas de dor podem ter o mesmo efeito: dor de barriga (por problemas gastrointestinais ou hormonais) ou deficiências do sistema neurológico.

Destacamos:

  • Displasia da anca: doença hereditária que afeta, principalmente, cães de raça grande. Provoca dor na articulação da anca (coxo-femoral) e atrofia muscular.
  • Artrose/osteoartrose: doença degenerativa das articulações, que surge nos cães mais velhos.
  • Doenças do disco vertebral (discopatia): hérnias discais ou outras lesões que provoquem compressão da medula espinal (por ex: Síndrome de Wobbler).
  • Mielopatia degenerativa: de origem genética, leva a uma redução progressiva na locomoção, com parálise dos membros. Em casos mais severos, ocorre parálise dos músculos respiratórios e morte.
  • Cólica abdominal: na presença de dor de barriga, seja de que origem for, o patudo adota uma postura arqueada típica (posição antiálgica) e demonstra relutância a levantar-se ou a andar. Privilegia assim, os momentos em que está sentado para se sentir confortável.
  • Excesso de peso/Obesidade: nestes casos, as articulações dos cães estão em esforço extra para conseguirem suportar o seu peso. Essa condição conduz a um desgaste osteoarticular e consequentemente dor. Controle a alimentação do seu patudo: escolha uma ração apropriada e de elevada qualidade. O aconselhamento nutricional, para implementar o melhor esquema alimentar (quantidade diária recomendada e número de refeições por dia) é também fundamental.

O que posso fazer para ajudar?

Após contatar o Médico Veterinário habitual, poderá iniciar a terapêutica que ele aconselhar.

Geralmente, após resolvido o problema inicial, a dificuldade a levantar-se desaparece!

Nos casos de alterações ortopédicas e neurológicas, a fisioterapia e hidroterapia têm-se demonstrado úteis, assim como a acupuntura Veterinária. Também a utilização de condroprotetores na dieta ou como suplemento evidenciou benefícios na redução da dor de origem articular.

Ana Pinto

Médica Veterinária de Animais de Companhia

Como escolher snacks para o seu cão?

Os snacks e as “guloseimas” são formas de tornar a alimentação um pouco mais interessante e tentar “variar” ligeiramente daquela que deve ser uma dieta constante e que deve ser a base da nutrição dos nossos patudos.

Mas a escolha do tipo de snack também é importante!

Antes demais, é importante ter em conta que os snacks devem ser oferecidos com moderação e como complemento a uma dieta rica e balanceada 😊

Se ocasionalmente der snacks ao seu cachorro, estes nunca devem representar mais de 10% da alimentação total do seu cão para evitar perturbar o valor nutricional de uma ração equilibrada.

Se por exemplo, o nosso patudo está em treino, pode ser preferível usar grãos da sua própria ração ao invés de snacks, para garantir que não excedemos o máximo recomendado diário.

Como escolher snacks:

  • Deve introduzir um snack de cada vez na sua alimentação e nunca misturar vários ao mesmo tempo. Desta forma vai conseguir perceber se o patudo se adapta a ele ou não, ou se lhe causa alguma alteração gastrointestinal.
  • Pode optar por snacks comerciais prontos a consumir, ou por produtos mais naturais: pedaços de frutas, cortados em pequenos pedaços e sempre sem caroços também podem ser ótimos snacks.
  • Recomenda-se ter uma lista em casa de alimentos tóxicos para os cães para que estes nunca sejam erradamente introduzidos como snacks. Pode ler sobre alguns destes alimentos tóxicos neste artigo.
  • Evite formulações ou ingredientes que saiba previamente que o seu animal reage mal ou apresente alergias.
  • Evite pedidos de comida à mesa e de petiscos

Aproveite para dar os snacks favoritos como recompensa por bom comportamento e torne o treino num momento divertido 😊

Helena Ferreira

Médica veterinária de Animais de Companhia

O que é a Paralisia Laringea?

A laringe é uma porção do sistema respiratório composto por membranas e cartilagens situada entre a faringe e a traqueia, onde se localizam as cordas vocais. Ela funciona basicamente como uma válvula que impede a passagem de ar durante a deglutição e a passagem de partículas alimentares ou líquidos para a via respiratória.

A paralisia de laringe em cães é uma patologia que causa perda parcial ou total da função dos nervos e músculos que controlam os movimentos da laringe quando o animal respira.

O resultado dessa paralisia é a obstrução das vias aéreas superiores, podendo ocorrer em vários graus, causando uma dificuldade respiratória importante, já que a laringe do animal não abre corretamente na inspiração e nem fecha completamente na deglutição, permanecendo constantemente semiaberta. Isso leva ao comprometimento da ventilação (sendo pior durante o exercício físico), dificuldade na regulação da temperatura corporal, bem como a falha do mecanismo de proteção das vias aéreas durante a deglutição. Ou seja, partículas alimentares podem, de forma mais facilitada, entrar no “canal do ar”.

  • É incomum em gatos e pode ocorrer em cães de qualquer idade e raça, embora a forma idiopática seja mais prevalente em animais mais velhos e de grande porte, como cães das raças Golden e Labrador Retriever.

Pode ser congénito (nascer com o animal), adquirida :deficiência hormonal, secundária a trauma, neoplasia, polineuropatia ou doença endócrina, doença nos nervos (neuropatia), doenças neuromusculares ou de origem desconhecida (idiopática).

Os sinais mais evidentes de paralisia da laringe nos cães compreendem:

  • a disfonia (alteração no da voz, podendo até ficar afónico),
  • engasgar ou tossir, principalmente depois de beber ou comer,
  • dificuldade na respiração e na prática de exercício físico,
  • inspiração ruidosa, e, em casos graves, cianose (coloração azulada das mucosas devido à falta de oxigénio)
  • síncope (desmaio).

Também podem ocorrer problemas secundários como a pneumonia por aspiração ( quando partículas alimentares acabam “erradamente” no pulmão) ou edema nos pulmões, embora, na maioria dos casos, o problema continue a ser nas vias respiratórias superiores.

O diagnóstico da paralisia de laringe em cães geralmente é realizado através do exame direto da laringe do animal e/ou laringoscopia sob leve sedação. Exames de diagnóstico complementares como radiografias, tomografia ou ecocardiografia podem ser importantes para descartar doenças preexistentes no coração, pulmão ou mediastino e outras causas possíveis dos sintomas respiratórios.

O tratamento passa pelo maneio médico quando há stress respiratório, mas a resolução definitiva do problema passa pela correção cirúrgica.

Helena Ferreira

Médica Veterinária de Animais de Companhia

Como é que os cães expressam emoções e estados de espírito?

Não há duvida de que os cães expressam emoções! Conseguem presentear-nos com uma alegria extrema ou manifestar sinais de medo, quando algo os assusta.

Atualmente, sabe-se que os patudos têm as mesmas estruturas cerebrais, hormonas e alterações químicas que são responsáveis pelas emoções no Homem. Embora, existam essas semelhanças, as emoções dos cães são mais puras, pois não se conectam a pensamentos complexos. Assim, não se questionam sobre o que sentem, expressando-se a 100%! Não mentem, nem ocultam… são verdadeiros melhores amigos! 🙂

Quais as emoções que os cães expressam?

  • Amor: não há dúvida quanto a este sentimento! Os cães amam de verdade a sua família! Procuram demonstrá-lo incessantemente, a toda a hora, seja com mimos, lambidelas ou brincadeiras. São companheiros leais. Demonstram-no sempre de caudinha a abanar e sorriso no corpo!

  • Alegria: despoletada em vários momentos, como no passeio, na brincadeira, na chegada do tutor a casa, manifesta-se com latidos, corridas, saltos e cauda no ar!

  • Depressão: ao contrário dos humanos, os cães não verbalizam por palavras o sentimento de tristeza ou angústia. Por norma, quando estão doentes, perdem um elemento da família ou quando o próprio tutor está triste, os cães ficam deprimidos. Isso manifesta-se no seu olhar cabisbaixo, prostração, falta de apetite e apatia.

  • Ciúme: quem nunca percebeu que o seu patudo está com ciúmes? Seja de outro animal ou de outra pessoa? 🙂 Pois é verdade! Eles também se manifestam quando a sua atenção tem de ser dividida com outro elemento! Começam a tentar de tudo para captar a atenção do seu tutor ao máximo, e é muito fácil de entendê-lo.

  • Medo: os cães são muito sensíveis a traumas e emoções fortes. Nos momentos em que sentem medo, a sua postura corporal é bastante típica: caudinha entre as pernas, orelhas para trás, olhos arregalados! Em alguns casos, procuram esconder-se atrás ou entre as pernas dos tutores, pois sentem-se mais protegidos. São várias as causas que podem despoletar este sentimento e dependem de cada um. Destacam-se ruídos fortes como fogo de artifício e aspiradores, ou ambientes e pessoas desconhecidas.

  • Vergonha: quando vemos um cão de orelhas para trás, cauda entre as pernas, olhar cabisbaixo, corpo arqueado e escondido no ninho… já sabemos… fez asneira! Esta é a sua forma de demonstrar vergonha! A postura submissa que adotam é resultado de uma antecipação da reação do tutor perante a asneira. Esta reação não é duradoura, ao contrário de no Homem, por isso repreender os cães passado um tempo do comportamento indesejado não surte efeito.

Ana Matias

Médica Veterinária

Como ensinar o meu cão a andar sem trela na rua?

Apesar de ser libertador termos um cão que pode andar sem trela porque não nos foge, é fundamental saber que não é permitido fazê-lo. Caso haja algum tipo de acidente (atropelamento, mordida de outro cão, etc) a responsabilidade recai sobre o tutor do cão solto.

Durante o passeio o mais importante é disfrutarem do mesmo. Ou seja, não estarmos preocupados se o cão está á nossa frente, ao lado ou atrás, mas sim saber que está connosco e que vem quando chamamos por ele . O mesmo se aplica a cães que andam com trela!

É possível ensinar um cão a andar sem trela em qualquer idade. No entanto antes de passar logo para o passeio solto, é fundamental que responda a certos sinais,tais como: senta, fica e à chamada. Assim poderemos passear mais tranquilos sem o receio de que o nosso patudo não venha quando é chamado. Além disto, um cão muito habituado a todo o tipo de estímulos (pessoas, outros cães, carros, bicicletas, etc) será um cão muito mais relaxado durante o passeio e será menos provável que fuja ou que corra na sua direção, sem o nosso controlo.

  1. Comece por habituá-lo a andar com uma trela muito longa (5m ou mais)
  2. Quando estiver afastado, chame e se vier reforce.
  3. Com a trela frouxa, mude várias vezes de direção de forma a que ele o siga. Se for preciso, ajude o seu patudo com pequenos barulhos para chamar a sua atenção ou chame-o. Se vier, reforce!
  4. Quando estiver bem apreendido, pode começar a soltá-lo em zonas vedadas de forma a que se habitue a andar solto mas a estar atento a si.
  5. Generalize! Comece a ir a sítios que possa correr e brincar livremente.
  6. Divirta-se!

Disfrute dos momentos com o seu patudo!

Sofia Galiza

Médica Veterinária de Animais de Companhia

O meu cão está a perder peso – e agora?

O peso dos cães é avaliado com frequência, não só pelos Médicos Veterinários, como pelos tutores. É um dos parâmetros que permite perceber se existe algum problema a nível de saúde ou bem-estar e deve ser valorizado! Nesse sentido, é aconselhável que todos os patudos sejam pesados com regularidade.

Considera-se patológica uma perda de 10% de peso face ao peso habitual do patudo. Pelo que, nos casos em que existe perda de peso não intencional, devem considerar-se vários fatores.

Dose diária de ração recomendada

Todas as rações indicam no seu rótulo a dose diária que é recomendada para cada cão. Essa dose varia mediante a idade, peso, percentagem de gordura corporal, nível de atividade física e o metabolismo individual de cada patudo. Assim, deverá ser respeitada e dividida pelo número de refeições diárias, de forma a garantir-se a ingestão adequada de nutrientes e de energia.

Qualidade da ração

Existem no mercado diversas qualidades de alimentos disponíveis para os cães! Contudo, torna-se fundamental saber identificar e escolher quais as rações de melhor qualidade e as indicadas para cada caso. Uma alimentação adequada além de permitir a manutenção do peso, ajuda na prevenção de inúmeros problemas de saúde.

Doenças associadas

Muitas patologias são responsáveis pela perda de peso (como por exemplo tumores, doenças da cavidade oral, patologias metabólicas, entre outros). Em muitos animais, os sintomas passam completamente despercebidos e o primeiro sinal evidente é mesmo a perda de peso, associada ou não a perda de apetite!

O que deve fazer se o seu cão está a perder peso?

Se o seu melhor amigo de 4 patas perdeu peso, deverá consultar o seu Médico Veterinário habitual. Será ele o profissional indicado para ajudar a perceber qual a origem do problema e aconselhá-lo da melhor forma!

Ana Matias

Médica Veterinária