Antes de adotar um cão o que preciso de saber?

Antes de adotar um cão o que preciso de saber

O que devo saber antes de adotar um cão?

A adoção de um cão é algo que deve ser devidamente pensado: os cães  precisam de atenção, cuidados higiénicos e cuidados veterinários, bem como muita dedicação e amor. Deverá escolher o perfil do cão (tamanho, características comportamentais, tipo de pelo, etc.) tendo em conta o tempo livre que tem para lhe dedicar e o local onde vive (apartamento, moradia, etc.).

 

Como saber se ter um cão se adapta ao meu estilo de vida?

  • Cães grandes e enérgicos são ótimos para pessoas muito ativas, com tempo livre para levarem o patudo em grandes passeios que permitam uma atividade diária regular. São cães que se adaptam mais facilmente em ambientes espaçosos e com jardim, pelo que são uma boa opção principalmente para pessoas que habitam em moradias;
  • Cães de porte pequeno e menos energéticos são uma boa opção para pessoas que habitam em apartamentos e/ou que não têm tanto tempo diário disponível para grandes passeios.

 

Poderá aceder à descrição das diferentes raças, aqui, no nosso blog.

O cão escolhido não tem que ser um cão de raça, mas pelo cruzamento de raças e pela descendência, conseguirá perceber se o patudo que vai adotar tem tendência para crescer muito e ser muito ativo ou não. É muito importante ter esta informação antes da adoção!

 

O que devo comprar antes de receber o novo membro da família?

  • Taça de água e taça de comida;
  • Ração;
  • Brinquedos ;
  • Escova para o pêlo;
  • Toalhitas próprias para a pele e pêlo do cão;
  • Cama para dormir;
  • Resguardos.

 

Quais os primeiros cuidados a ter?

  • Alimentação: Os cachorros começam a comer alimentação seca perto dos dois meses de idade, depois de terminado o desmame da alimentação com leite materno. A alimentação no primeiro ano de vida deverá ser adaptada à idade júnior e deve ter a melhor qualidade nutricional possível. Deverá ter em conta o tamanho esperado para a raça, sendo que a ração deve ser selecionada tendo em conta essa questão (ração júnior para cães mini, médios ou grandes). Confira algumas rações indicadas para esta fase da vida: Lupi Puppy, Taste of the Wild Puppy Salmão, Natura Diet Puppy
  • Desparasitação: A desparasitação interna deve ser iniciada aos 15 dias de vida, e deve ser repetida quinzenalmente até aos 6 meses. A desparasitação interna tem como objetivo eliminar parasitoses intestinais, comuns nos cachorros. A desparasitação externa contra as pulgas pode ser iniciada perto dos 2 meses;
  • Vacinação: Deve ser iniciada entre as 6-8 semanas e repetida mensalmente até aos 4-6 meses. Juntamente com a primovacinação, deve também ser incluída a colocação do microchip;
  • Educação e comportamento: O ensino dos primeiros comandos básicos (fica, senta, deita, etc.) bem como a aprendizagem do local onde devem ser feitas as necessidades, podem ser iniciados nos primeiros meses de vida. Contudo, a aprendizagem é algo que demora sempre algum tempo e é normal que nos primeiros meses de vida seja mais lenta;
  • Enriquecimento ambiental: É importante estimular a aprendizagem do seu amigo de quatro patas através da utilização de brinquedos didáticos, comedouros interativos e jogos didáticos diários (consigo incluído nas brincadeiras, sempre😊).

Daniela Leal
Médica Veterinária de Animais de Companhia

 

Cuidados a ter no Inverno com o seu cão

Cuidados a ter no Inverno com o seu cão

Os cães têm mecanismos para combater o frio?

O pelo é uma das principais proteções dos cães contra o frio. Como tal, cães com menos pelo (cães de raça Pinscher, por exemplo) estão mais sujeitos à diminuição da temperatura corporal.  Cães mais magros, com menos tecido adiposo (gordura), estão menos protegidos do frio  porque a gordura corporal ajuda a preservar o calor.

Como saber se o meu cão está com frio?

Tremer ou adotar uma postura encolhida em cima de uma manta (ou perto do aquecedor), são dois dos sinais mais frequentes exibidos pelos cães quando sentem frio.

 

Que cuidados devem ser tidos nas alturas de mais frio?

  • Banhos – A frequência dos banhos no inverno deve ser reduzida, porque durante o banho há uma diminuição da temperatura corporal do animal e a temperatura ambiente é, geralmente, baixa;
  • Roupas – As roupas para cães devem ser vistas como um acessório útil na proteção contra o frio e a chuva e não tanto como um acessório estético. Os cães com menos pelo devem vestir casacos e/ou camisolas pelo menos aquando do passeio na rua;
  • Camas – Durante o inverno, pelo menos, é importante que o cão tenha uma cama quente onde possa dormir;
  • Tosquia – A tosquia deve ser adaptada à época do ano. A tosquia no inverno deve ser diferente da que é normalmente feita no verão (o pelo não deve ser tosquiado na totalidade no inverno, uma vez que constitui uma proteção importante contra o frio);
  • Mudanças de temperatura – Também as mudanças de temperatura devem ser evitadas, porque predispõem ao surgimento de patologias, principalmente em animais com o sistema imunitário deprimido;
  • Passeios à rua com chuva – Em animais que são passeados em dias de chuva, deve sempre ser vestido um casaco impermeável. O pelo deve ser secado quando o animal chega do passeio (com toalhas e secador).

 

Especial atenção em animais idosos e animais com alterações ósseas e articulares:

  • Animais sénior, com menos defesas, poderão não conseguir lidar tão bem com o frio e estão mais predispostos a desenvolverem patologias pela supressão do sistema imunitário que surge consequentemente;
  • É importante ter em consideração que cães com osteoartrites estão sujeitos a “recaídas mais frequentes” durante o inverno (com mais dores articulares e menor capacidade de movimento).

Nestes casos, a proteção contra o frio deve ser ainda mais reforçada.

Daniela Leal
Médica Veterinária de Animais de Companhia

10 presentes criativos para oferecer ao seu cão

10 presentes criativos para oferecer ao seu cão

Apesar de eles não terem perceção dos dias, vão adorar ter um dia diferente, com surpresas e atenção especial por parte da família e amigos 😊

Ofereça um dia diferente ao seu cão no dia de aniversário dele: faça uma festa (pode solicitar um serviço de catering para cães, veja Nina Maria, Porto), convide todos os amigos caninos e escolha o presente ideal para o seu pet!

Top 10 dos presentes favoritos para cães:

  1. Osso suculento – São miminhos que devemos guardar para épocas especiais – e esta é uma delas! Eles adoram um bom osso;

  2. Snacks diferentes – Escolha como presente de aniversário uma box com um conjunto de snacks que não costuma oferecer normalmente ao seu patudo, ele vai adorar;

  3. Bola para brincar – Os cães gostam de brincar com bolas desde que os conhecemos. É uma prenda simples, mas que o vai entreter de certeza;

  4. Laçarote Zee.dog – No dia mais especial para o seu patudo ofereça-lhe um laçarote Zee.dog e deixe-o cheio de estilo. O acessório perfeito para aqueles momentos “James Bond“.

  5. Brinquedo à base de cordas – Um dos preferidos dos nossos amigos de quatro patas – gostam de trincar, puxar e alguns de destruir. O seu pet vai ficar com um sorriso na cara quando abrir a prenda que lhe escolheu! Contudo, recomendamos sempre alguma supervisão durante a brincadeira com este tipo de brinquedos;

  6. Brinquedo cognitivo (KONG) – O KONG é o mais conhecido dos brinquedos interativos – desenhado para o cão procurar os biscoitos que estão dentro do brinquedo, de forma a promover a estimulação cognitiva. Um brinquedo para cães inteligentes 😊

  7. Comedouro especial (Green Interactive Feeder) – Um exemplo de um comedouro que proporciona uma alimentação pausada e interativa – o presente ideal para cães que devoram a comida em segundos!

  8. Cama confortável – Se lá em casa o seu é mais para dormir do que para brincar, para ele esta é a prenda ideal! Os cães adoram camas confortáveis e se estas tiverem apoio para a cabeça, tanto melhor;

  9. Escova macia para o pêlo – Nem todos os cães gostam de ser escovados, mas é um cuidado de higiene importante a ter, principalmente em cães de pelo longo. O seu cão vai gostar de ser escovado com uma escova que lhe proporciona uma sensação de massagem na pele, sem arranhar. Escolha uma que, experimentando na sua pele, lhe proporcione a si uma sensação agradável;

  10. Piscina de bolas – E para o fim fica o presente de sonho para qualquer cão. Já pensou em montar em casa uma mini piscina de bolas, à semelhança das que existem nos parques para crianças? O seu cão podia brincar a tarde toda na piscina e, caso tenha crianças em casa, será diversão a duplicar.

Daniela Leal
Médica Veterinária de Animais de Companhia

Cães perigosos: que raças estão incluídas?

Quais os cães de raça considerada perigosa – o que é preciso saber?

O que é um animal perigoso e um animal potencialmente perigoso?

A lei considera perigoso qualquer animal que:

  • Tenha mordido, atacado ou ofendido o corpo ou a saúde de uma pessoa;
  • Tenha ferido gravemente ou morto outro animal fora da propriedade do detentor;
  • Tenha sido declarado como tal pelo seu detentor à junta de freguesia da sua área de residência;
  • Tenha sido considerado como tal pela entidade competente devido ao seu comportamento agressivo ou especificidade fisiológica.

 
A lei considera um animal potencialmente perigoso todo aquele que pertença às raças a seguir listadas, bem como os animais resultantes do cruzamento das mesmas:

  • Cão de fila brasileiro;
  • Dogue argentino;
  • Pit bull terrier;
  • Rottweiller;
  • Staffordshire terrier americano;
  • Staffordshire bull terrier;
  • Tosa inu.

 

Porquê estas raças?

São raças que devido às características da espécie (tamanho ou potência da mandíbula) têm potencial para causar lesão a pessoas ou animais.

 

Quais as obrigações legais para o dono de um cão perigoso/potencialmente perigoso?

É obrigatório possuir uma licença especial, obtida anualmente, na junta de freguesia da área de residência. O proprietário deve fazer-se acompanhar da licença sempre que circula com o animal na via pública.

 

Para emissão da licença, são precisos os seguintes pré-requisitos:

  • Cão com microchip colocado e vacina antirrábica válida;
  • Seguro de responsabilidade civil para o animal (capital mínimo de 50.000 Euros);
  • Registo criminal do detentor (anual);
  • Termo de responsabilidade onde se declara conhecer a legislação, ter medidas de segurança no alojamento e historial de agressividade do animal;
  • Animal esterilizado, exceto se este estiver inscrito no Livro de Origens oficialmente reconhecido.

 

Quais as condições necessárias para circulação de cães considerados perigosos/potencialmente perigosos?

  • Utilização de açaime sempre que em circulação;
  • Circulação na via pública com trela curta, até 1 metro, fixa a coleira ou peitoral;
  • Medidas de alojamento do animal, com vedações com pelo menos 2 metros de altura e espaçamento máximo de 5 centímetros entre o gradeamento ou entre este e os portões ou muros;
  • Afixação no alojamento, em local visível, de aviso de presença do animal.

Os donos se cães perigosos ou potencialmente perigosos que não cumpram com estas obrigações poderão ser punidos por lei.

Daniela Leal
Médica Veterinária de Animais de Companhia

O meu cão terá displasia da anca?

O meu cão tem dificuldades em andar e em levantar-se, terá displasia da anca?

Aparece com mais frequência em cães grandes de crescimento rápido, sendo o Pastor Alemão e o Labrador das raças mais afetadas. A displasia da anca pode manifestar-se desde cedo, em animais jovens entre os 5 e os 12 meses de idade, ou manifestar-se como patologia crónica em animais geriátricos.

 

Sintomas da displasia da anca

Dificuldade em caminhar, com claudicação e uma marcha anormal, e dor à manipulação e extensão da anca. Animais com displasia da anca tendem a ficar com os músculos dos membros posteriores atrofiados, uma vez que transportam grande parte do peso do corpo para os membros anteriores com o objetivo de diminuir a sobrecarga da anca. Cães com displasias de anca em fase inicial podem não demonstrar sinais clínicos nem dor.

 

Como diagnosticar – que testes devem ser realizados?

Devem ser realizadas projeções radiográficas, idealmente com o animal sedado. O exame radiográfico pode ser feito desde cedo, a partir dos 7-18 meses de idade. A displasia da anca é dividida em diferentes categorias conforme a severidade da mesma, tendo em conta as alterações radiográficas da articulação coxo-femoral identificadas e a manifestação dos sinais clínicos.

 

Tratamento – Correção definitiva, controlo das manifestações clínicas e prevenção do agravamento da patologia

O tratamento definitivo só é possível ser feito através de uma correção cirúrgica, recorrendo a técnicas como a osteotomia tripla ou a ablação da cabeça do fémur.

A dor existente deve ser tratada com medicação anti-inflamatória em fases agudas. Está recomendada a suplementação com condroprotetores, a alimentação com rações próprias para suporte de problemas articulares e o controlo de aumentos de peso.

Durante a idade de crescimento, animais predispostos a displasia da anca não devem ser alimentados com dietas muito energéticas. Devem ser escolhidas rações de júnior para raças de grande porte, para que o ganho de peso acompanhe o crescimento do animal.

Os cães com displasia da anca não devem ser utilizados para reprodução, uma vez que a patologia tem um caráter hereditário. Animais para reprodução cujas raças são predispostas a este tipo de problema são sujeitos a descarte de displasia da anca através de exames radiográficos. A execução de testes genéticos para avaliação da existência desta condição é ainda promissora, contudo constituirá num futuro próximo um teste diagnóstico bastante útil e fiável.

Daniela Leal
Médica Veterinária de Animais de Companhia

Plano de vacinação para cachorros

Plano de vacinação para cachorros

Deve ser feita uma consulta de rotina pelo veterinário antes da vacinação para garantir que o animal se encontra saudável. Está contra-indicado vacinar animais doentes, principalmente aqueles que se encontram a combater uma virose ou uma infeção bacteriana.

 

Plano de vacinação para cães

Os cães podem ser vacinados a partir das 6 semanas de idade, contra 2 das principais doenças que afetam os cachorros: esgana e parvovirose. A partir das 8 semanas de idade já podem ser vacinados contra a parainfluenza, hepatite infeciosa e leptospirose.

A primovacinação após ser iniciada deve ser repetida mensalmente até às 16 semanas ou para além destas, para que seja garantida a imunidade de pelo menos um ano.

 

Vacina da Raiva

A vacina da raiva é obrigatória por lei. Deve ser dada a partir dos 3-6 meses de idade, e não necessita de reforço. Para que o veterinário aplique a vacina da raiva o animal deve ter microchip. A maioria dos veterinários ainda recomenda a vacinação anual da raiva, contudo alguns laboratórios produzem vacinas da raiva que são comercializadas e possuem a duração de 3 anos. Informe-se com o seu veterinário.

 

Vacinação de rotina

Para além da vacina que confere proteção contra a Raiva, o veterinário normalmente vacina o animal contra:

  • Parvovirose
  • Esgana
  • Parainfluenza
  • Hepatite infeciosa
  • Leptospirose

A proteção do cão contra este último agente infecioso é de especial importância uma vez que a leptospirose é uma doença que pode ser transmitida para os humanos. A revacinação (após a primovacinação) é feita todos os anos, uma vez por ano. À semelhança da vacina da raiva, também já existem em alguns laboratórios vacinas contra alguns dos agentes infeciosos referidos que têm a duração de 3 anos. Informe-se com o seu veterinário.

 

Vacinas que não são dadas por rotina – em que situações devem ser utilizadas?

Leishmaniose: A vacina confere algum grau de proteção contra a leishmaniose e deve ser pensada em animais de risco. A leishmaniose está distribuída principalmente pelas zonas de Trás-os-Montes e Alto Douro, Alentejo, Lisboa e Algarve. Pode ser administrada em animais a partir dos 6 meses de idade. É dada em 3 doses e posteriormente repetida anualmente numa dose única.

Tosse do canil: Importante ser administrada em cães que vão passar uma estadia num hotel para animais. Existe em forma de: vacina intranasal, em dose única, que deve ser repetida anualmente; vacina injetável, em duas doses, que deve ser repetida anualmente. Ambas podem ser administradas a partir das 8 semanas de idade.

 

Cão adulto – Pode ser vacinado pela primeira vez?

A vacinação pode ser iniciada num cão de qualquer idade. Os animais são vacinados desde cedo para ser garantida proteção nos primeiros meses de vida, quando a sua imunidade ainda é bastante deficiente e precisa de ser estimulada. Contudo, não é impeditivo vacinar cães mais velhos pela primeira vez e está recomendado fazê-lo. Quando os cães já adultos são vacinados pela primeira vez, deve ser dada a vacina e o reforço vacinal passado um mês para garantir uma boa imunidade vacinal durante um ano.

Daniela Leal
Médica Veterinária de Animais de Companhia

Como fazer a troca de ração?

Como fazer a troca de ração?

Transição/Mudança de ração

A transição de uma ração para a outra deve ser feita de forma gradual, durante um período de 5 a 7 dias.

 

Porquê mudar de ração?

A mudança de ração é necessária ao longo do crescimento. A transição de ração de júnior para ração de adulto e a transição desta para uma ração sénior são transições praticamente obrigatórias. A primeira deve ser feita por volta do primeiro ano de vida e a segunda por volta dos 10 anos, dependendo do estado de saúde do animal.

Fora estas transições, e durante a vida adulta, desde que saudável, o animal não necessita de mudar de ração regularmente. A mudança deve sempre ser feita se o objetivo for a transição para uma ração de melhor qualidade.

 

Como fazer a transição de ração?

A transição deve ser feita de forma gradual. Inicialmente deve-se colocar ¾ da ração que vai ser descontinuada juntamente com ¼ da nova ração. Ao longo dos dias a quantidade da nova ração deve ir aumentado e a quantidade da ração que vai ser descontinuada deve ir reduzindo.

As rações contêm diferentes quantidades de energia por grama e a quantidade fornecida diariamente a cada animal vai variar consoante a ração em questão. Contudo, durante a transição pode optar-se por fornecer a quantidade diária em gramas correspondente à ração para a qual se vai mudar.

 

A que sinais clínicos prestar atenção durante a mudança de ração?

Distúrbios gastrointestinais são os mais frequentes. Vómitos e diminuição da consistência das fezes podem ocorrer. O sistema gastrointestinal dos cães adapta-se estritamente a uma ração e aos componentes presentes na mesma, pelo que alterações na digestibilidade são frequentes durante a mudança. Se os sintomas persistirem deve ser consultado o Médico Veterinário. Repositores da flora intestinal podem ser necessários caso a transição da ração tenha causado sinais clínicos.

Daniela Leal
Médica Veterinária de Animais de Companhia