Devo deixar o meu cão dormir comigo na cama?

Com o seu olhar ternurento, os cães conseguem convencer-nos a ocupar todas as divisões da casa, desde a cozinha ao quarto. Ao longo do tempo, vão conseguindo aceder a territórios mais acolhedores como os sofás e até mesmo a nossa cama!

Será que devemos deixar os cães dormirem na cama com os tutores?

A resposta é não!

Um estudo realizado nos EUA quis avaliar se a presença dos cães no quarto dos tutores é prejudicial e as conclusões óbvias. O estudo provou que dormir com o cão na cama, prejudica o sono do tutor, contudo dormir com o cão no quarto mas fora da cama, pode ser benéfico pela sensação de segurança que oferece.  Os cães requerem muito espaço, mexem-se bastante e acabam por influenciar negativamente a noite de descanso do tutor.

Outro inconveniente para o tutor é a probabilidade de desenvolver alergias ou estar exposto parasitas (internos e externos). Certifique-se que o seu cão tem todos os cuidados de higiene e Médico-Veterinários em dia, de forma a prevenir situações indesejadas.

Outros pontos a salientar, prendem-se com o facto do tutor poder magoar o seu cão durante a noite ou vice-versa, e ainda de haver risco de abafamento de cães de pequeno porte no meio dos cobertores e lençóis.

Os patudos devem aprender, desde cedo, a respeitar a hierarquia e perceber que a cama dos tutores não faz parte do seu território!

Ana Matias

Médica Veterinária

 

 

 

É perigoso o meu cão beber água do mar?

Os passeios com o seu cão pela praia, junto do mar, podem ser bastante divertidos. Existe um Mundo novo para explorar e conhecer, desde a areia às ondas, que chamam a atenção do seu patudo!

Os cães são muito curiosos e gostam de ter experiências novas, o que requer alguma atenção da parte do tutor para que tudo corra bem.

Além de quererem nadar e divertir-se na água salgada, alguns cães acabam por ingeri-la. Existe problema?

Assim como acontece com as pessoas, a ingestão de pouca quantidade de água salgada, geralmente, não acarreta nenhuma complicação. Pelo contrário, ingestão de volumes maiores conduz a um desequilíbrio eletrolítico pela elevada concentração de sódio que existe na água do mar. O cão pode vivenciar confusão mental, letargia, tremores, vómitos ou até mesmo convulsões, existindo necessidade de ser avaliado urgentemente pelo Médico Veterinário. 

Em alguns casos, se a água salgada estiver contaminada, dão-se episódios de intoxicação com vómito e diarreia, que requerem também tratamento adequado.  As algas presentes na água salgada, mesmo as microscópicas que não conseguimos ver a olho nu, podem libertar toxinas e tornarem-se perigosas se ingeridas.

Tudo deve ser vigiado pelo tutor! Nunca deixe o seu cão matar a sede com água do mar! Leve sempre consigo água potável, preferencialmente fresca, nos passeios pela praia, de forma a manter a hidratação do seu patudo constante!

Pelo outro lado, existem já alguns tratamentos Médico-Veterinários considerados benéficos recorrendo à água salgada de origem controlada. A eficácia da água do mar deve-se à sua diversidade de nutrientes e demonstrou-se em casos de problemas gastrointestinais, respiratórios e até oncológicos.

Como qualquer outro tratamento, a terapia com recurso a água do mar, deve ser supervisionada e controlada pelo Médico-Veterinário. É importante respeitar a opinião e indicações do especialista Veterinário para obter o maior sucesso  🙂

Ana Matias

Médica Veterinária

 

Animais de estimação: obrigações dos donos

  • Identificação eletrónica com microchip: a colocação de microchip para identificação eletrónica e o registo no SIAC são obrigatórios em todos os cães, gatos e furões até aos 120 dias de idade. Aos cães nascidos antes de 1 de Julho de 2008, têm até dia 18 de Outubro de 2020 para regularizar a colocação do microchip, que até então não era obrigatória.
  • Vacinação antirrábica: os cães devem ser vacinados contra a raiva a partir dos 3 meses e até aos 6 meses de idade. Esta vacinação só pode ser realizada caso o canídeo já se encontre identificado eletronicamente.
  • Registo e licença na junta de freguesia: é obrigatório o licenciamento anual na junta de freguesia de residência, dos cães registados no SIAC. O primeiro registo no SIAC, exceto nos cães de raças potencialmente perigosos, é válido como licença por um ano, período após o qual o animal tem que ser licenciado na junta de freguesia. Alguns animais estão isentos do pagamento da taxa de licença como é o caso dos cães guia.
  • Boletim sanitário de cães e gatos: todos os animais devem ter o novo boletim sanitário sendo que, quem tem ainda um boletim antigo saiba que este tem validade legal até 31 de dezembro de 2021, devendo ser trocado até lá.
  • Passeio em espaços públicos: os animais de estimação devem sempre ser passeados com trela, nunca soltos.
  • Viagens de carro: o animal deve sempre ir protegido de possíveis danos, devendo viajar dentro de uma transportadora ou com um cinto de segurança desde o peitoral/coleira.

Pode ainda consultar aqui as obrigações dos donos de cães de raças potencialmente perigosas.

Quando passeamos os nossos cães na rua ou vamos com eles para algum local fora da nossa casa devemos sempre fazer-nos acompanhar dos seus documentos: boletim sanitário oficial e documento de identificação e registo (DIAC).

Se tiver alguma dúvida sobre se tem tudo dentro do previsto pela Lei recomendamos que a esclareça junto do médico veterinário habitual. Certifique-se que tem um amigo de quatro patas “dentro da Lei”. Resta referir a “obrigação” de dar muito amor aos animais de estimação!

Joana Silva

Médica Veterinária

Vem com o seu cão para Portugal? Então saiba o que tem de fazer

Proveniente de um país membro da União Europeia:

  • Identificação do cão: o seu cão pode estar identificado com microchip que deve ser lido por um dispositivo de leitura certificado ou com tatuagem claramente legível. A tatuagem apenas é valida no caso de animais identificados antes de 03.07.2011.
  • Vacinação antirrábica válida: efetuada após as 12 semanas no animal e, se for a primeira vez que está a ser vacinado, só é considerada válida após 21 dias da data da vacinação. Após isso, para serem consideradas válidas, as revacinações devem ser sempre efetuadas até ao último dia da validade legal da última vacina efetuada.
  • Passaporte de Animal de Companhia da União Europeia: o passaporte deve ser emitido por um médico veterinário autorizado pela autoridade competente do país de origem, atestando assim a validade da vacinação antirrábica e a correta identificação do animal.

Além dos países membros da União Europeia, também se incluem nestes critério  os seguintes países europeus: Andorra, Suíça, Ilhas Faroé, Gibraltar, Gronelândia, Islândia, Listenstaine, Mónaco, Noruega, São Marino, Estado da Cidade do Vaticano.

Proveniente de um país fora da União Europeia:

  • Identificação do cão: o seu cão pode estar identificado com microchip que deve ser lido por um dispositivo de leitura certificado ou com tatuagem claramente legível. A tatuagem apenas é valida no caso de animais identificados antes de 03.07.2011.
  • Vacinação antirrábica válida: efetuada após as 12 semanas no animal e, se for a primeira vez que está a ser vacinado, só é considerada válida após 21 dias da data da vacinação. Após isso, para serem consideradas válidas, as revacinações devem ser sempre efetuadas até ao último dia da validade legal da última vacina efetuada.
  • Titulação de anticorpos da raiva: Se proveniente de países com risco de raiva (Continente Africano, Brasil, Venezuela, Ucrânia, entre outros), aos animais corretamente identificados e vacinados contra a raiva deve ser feita uma recolha de sangue 30 dias após a data de vacinação para titulação de anticorpos da raiva em laboratório autorizado pela União Europeia. A circulação só poderá ser efetuada 3 meses após a data de colheita de sangue com resultado favorável.
  • Documentação sanitária: modelo de certificado de cada país que ateste a validade da vacinação antirrábica e da identificação do animal junto com o boletim de vacinas e o documento emitido na titulação de anticorpos.

 

Seja qual for a proveniência do animal, não é permitida a entrada de cães sem vacinação antirrábida válida em Portugal, ou seja, a idade mínima de entrada de um cão em Portugal são as 15 semanas (12 semanas é a idade mínima exigida para a vacinação e 3 semanas de espera para a vacina ser considerada válida).

 

Se pretende trazer o seu cão para Portugal, aconselhamos que se informe junto do médico veterinário habitual de todas as diligências a tomar e também as autoridades competentes do país em questão, que atestam a circulação sem caracter comercial de animais de companhia. Tenha tudo preparado, quer viaje de avião ou de carro, para na altura da viajem não ter que se preocupar com mais nada a não ser o bem estar do seu melhor amigo!

Joana Silva

Médica Veterinária

Como habituar um cão a dormir sozinho?

Dormir sozinho ou acompanhado?

Acaba por ficar ao seu critério se prefere que o seu cachorro durma consigo ou no seu espaço. No entanto é importante que tenha em mente que a partir do momento em que lhe permite ter acesso à sua cama, não há volta a dar pois o seu cachorro não irá perceber o porque de uns dias poder dormir consigo e noutros não. Não se esqueça, consistência é fundamental com os nossos patudos!

Dormir sozinho

Para habituarmos o nosso patudo a dormir sozinho é importante que tenha um ambiente agradável e acolhedor. A cama deve ser proporcional ao tamanho do cão, de forma a que ele se possa esticar à vontade e se sentir confortável durante toda a noite.

É normal que nas primeiras noites manifeste o seu desagrado em estar sozinho, ganindo. Evite dar importância (falando ou fazendo festas) para que ele acabe por desistir desse comportamento. No entanto, caso veja que o seu patudo está muito aflito mostre-lhe que está tudo bem, mas evite reforçar positivamente esse comportamento.

Brinquedos durante a noite

Para que o seu patudo fique mais tranquilo sozinho durante a noite deixe-lhe disponíveis formas de entretenimento, brinquedos ou jogos de estimulação mental. Assim estará distraído durante algum tempo, bem como se irá cansar mais rápido para poder ter uma noite calma e tranquila. Mas atenção! Não lhe deixe brinquedos que o deixem demasiado excitado!

Faça uma experiência: 1 ou 2 horas antes de dormir brinque com ele para ver se ele fica cansado. Assim, poderá colocá-lo no ninho já a dormir. Mantenha, ainda assim, alguns brinquedos disponíveis.

 

Existem imensas formas de habituar os nossos animais a dormirem sozinhos. A consistência é fundamental! Bem como nos adaptarmos ao nosso patudo bem como fazê-lo adaptar-se a nós.

Sofia Galiza

Médica Veterinária de Animais de Companhia

Quero treinar o meu cão para cão de terapia: como fazer?

O que é um cão de terapia?

É um cão que dá conforto e afecto a pessoas que estão a lidar com algum problema emocional e/ou físico. Não são cães de serviço como os cães que trabalham para pessoas que necessitam cuidados especiais…

Cães de terapia ajudam emocionalmente mas não só, podem ajudar a diminuir a pressão sanguínea e o ritmo cardíaco, aumentam os níveis de endorfinas e oxcitocina – as nossa hormonas de felicidade e diminuem a ansiedade. Mas é algo benéfico para eles também – está descrito que nestes cães, a quantidade de endorfinas são superiores do que nos outros cães.

 

Pode qualquer cão ser um cão de terapia?

Para além de obediência básica, os cães têm de possuir um temperamento social natural – nem serem demasiado jovens ou excitáveis, mas sim pacientes, calmos e gostarem de pessoas.. Mas acima de tudo, têm de adorar o que fazem 😊

Para saberem se o vosso cão poderá ser um ou não – só têm de perguntar a vocês mesmo “O meu cão gosta do contacto e miminhos das outras pessoas, para além dos meus??” São sempre cães que são naturalmente calmos, amigáveis e que gostam de estranhos.

 

Dicas de como treinar um cão de terapia?

Socializar o vosso cão / cachorro a outras pessoas, espaços, objectos, etc é o passo mais importante. Para além disso, o treino básico de comandos é também essencial – podem treinar em casa ou com ajuda de treinadores certificados – um excelente começo 😊

 

 

Ana Pinto

Médica Veterinária de Animais de Companhia

Porque é que o seu cão gosta tanto do sol?

A melhor fonte de Vitamina D

A Vitamina D, ou o calciferol, é uma vitamina que pode ser obtida através da alimentação ou pode ser sintetizada pelo organismo após se apanhar luz solar directa! Ela é fundamental para a absorção de cálcio e de fósforo, muito importante para evitar problemas ósseos.

Alívio de dores articulares

Como sabemos, dores articulares pioram muito com temperaturas baixas, pois há uma contração muscular que leva a uma sobrecarga articular e o liquído sinovial deixa de ser tão fluído – assim sendo, os cães ao se aquecerem com o sol, aliviam bastante a dor ficando mais confortáveis. É um método bastante natural, sempre que o há claro – princpilamente em cães séniores com este tipo de problemas 😊

Libertação de Serotonina

A serotonina é a chamada hormona da felicidade! Muitos estudos comprovam que uns minuots de sol diários ajuda na libertação desta hormona pelo Sistema Nervoso Central, diminuindo a ansiedade e ajudando no bem-estar!

Sol é bom, mas com cuidado!!!

Para além dos benefícios todos que o sol traz aos nossos patudos não nos podemos esquecer que em excesso e em horários inapropriados pode trazer graves problemas – O golpe de calor é o mais comum e pode levar à morte do seu cão ☹ As queimaduras solares também acontecem frequentemente. Por isso, o ideal é evitar passeios nas horas de maior calor e permitir que o vosso cão tenha sempre acesso a sombra caso precise 😊

 

Ana Pinto

Médica Veterinária de Animais de Companhia

Geladinhos de Abóbora

A abóbora, além de altamente palatável para os cães tem excelentes benefícios para a saúde deles! Como é um legume bastante fibroso, é muito versátil e tanto ajuda em questões de diarreia, como de obstipação.

 

Para este snack só precisam de ter à mão 1 copo de iogurte natural (idealmente sem lactose e sem açucares adicionados) e 200gr de abóbora.

  • Primeiro, fazem o puré de abóbora – apenas têm de cozer a abóbora e a seguir triturá-la; 😊
  • Misturam o iogurte e o puré numa taça;
  • Dividem essa mistura por covetes de gelo, ou moldes da forma de ossos que possam ir ao congelador;
  • Têm de ficar no congelador durante 24 horas e depois ficam prontos a servir!!

 

É assim fácil 😊 Mas atenção, como qualquer mimo, todos os snacks têm de ser dados em moderação!

 

Ana Pinto

Médica Veterinária de Animais de Companhia

5 Raças de Cães com origem nos EUA

Existem muitas raças de cães populares em todo o Mundo, por vezes esquecemo-nos qual a sua origem!

Destacamos 5 raças bastante famosas, com origem nos EUA:

  • Boston Terrier

Originários de Boston, EUA, os cães desta raça são pequenotes alegres, afetuosos e inteligentes. Extremamente teimosos, tornam-se irreverentes e difíceis de treinar. Toleram bastante bem pessoas, crianças e outros animais, o que faz deles ótima companhia!

  • American Staffordshire Terrier

Também conhecidos como Amstaff, foram utilizados como cães de luta. São cães amistosos com a sua família, mas não adequados para tutores de primeira viagem! Os problemas de dominância podem ser difíceis de corrigir e ter consequências perigosas. São excelentes cães de guarda, leais e inteligentes. 

  • American Bully

São cães com uma aparência robusta, com uma musculatura densa e definida! Muitas pessoas assustam-se com o seu aspeto, mas é só até conhecê-los melhor! São cães muito dóceis e amorosos. Adoram a companhia dos seus tutores e são muito leais, estando prontos para os seguir até ao fim do Mundo. São bastante sociáveis, contudo devido ao seu tamanho e força podem ser um bocadinho brutos nas suas brincadeiras, mas sem intenção! 

  • Foxhound Americano

É uma raça de caça de raposas desenvolvida nos EUA, cujos exemplares são bastante astutos e sociáveis. A sua aparência física faz lembrar a do Beagle, embora sejam mais altos e mais ágeis. Estes cães requerem companhia, por isso não são bons candidatos a tutores que passem muito tempo ausentes.

  • Pastor Australiano

Além da beleza fora do comum, os Pastores Australianos são dotados de qualidades excelentes! Esta raça surgiu do cruzamento de várias raças pastoras, sendo reconhecida primeiramente nos EUA. São cães muito inteligentes e versáteis, tornando-se boa companhia e também ótimos cães de trabalho. Bastante atléticos, precisam de espaço e tempo para poderem gastar toda a sua energia. Não são recomendáveis para tutores de primeira viagem! 

Ana Matias

Médica Veterinária

O meu cão é agressivo com outras pessoas. Porquê e como corrigir?

Porque é que o meu cão é agressivo?

Um cão é agressivo por más aprendizagens que viveu no passado. O ser agressivo pode resultar de um trauma ou uma má experiência vivida, onde o medo o leva a atacar para se defender. No entanto, a agressividade pode também resultar do sentimento de possessão ou mesmo de falta de educação e socialização. Cada caso de agressividade deve ser interpretado individualmente e quando mais cedo corrigido o comportamento melhor.

Porque é que o meu cão é agressivo com outras pessoas?

Como dito anteriormente, este comportamento pode resultar de um trauma passado, no caso de ter sido abandonado, ou mesmo de falta de socialização. Mas também este comportamento pode derivar de um sentimento de possessão pelo dono ou de proteção do mesmo ou do seu território. Quando os cães são agressivos para as outras pessoas é porque as veem como potenciais ameaças e ao sentirem-se ameaçados ou verem o seu dono ou território em perigo a única solução que têm é defender-se/defende-los lutando.

Como é que posso ajudar o meu cão?

Idealmente devemos perceber o que leva o nosso cão a ser agressivo com as outras pessoas, só assim conseguimos corrigir eficazmente o comportamento de agressividade. Perceber o motivo nem sempre é fácil e pode sempre precisar de ajuda de um médico veterinário especialista em comportamento ou de um treinador canino, que são profissionais que o conseguem ajudar a interpretar e perceber o motivo dos comportamentos de agressividade e também de o ajudar a elaborar uma estratégia de o eliminar. Quando mais cedo na vida do seu cão for iniciado o tratamento do comportamento de agressividade, mais fácil vai ser a sua correção e maior será o sucesso. E lembre-se que corrigir um comportamento pode levar tempo e é preciso muito amor!

Dicas fundamentais para corrigir o comportamento de agressividade:

  • Tente desviar a atenção do seu cão da pessoa que está a promover este comportamento;
  • Não grite, não ralhe, não o castigue! Este nosso comportamento, em vez de os ajudar, pode levar ao agravamento do comportamento de agressividade, uma vez que o nosso cão pode interpretar a nossa reação como um comportamento desejado a invés do que lhe queremos transmitir;
  • Aposte desde muito cedo no treino de obediência e na socialização;
  • Reforce positivamente, com um biscoito ou uma festa, sempre que o seu cão se portar bem e vá introduzindo lentamente e gradualmente os estranhos na vida do seu cão para que este vá perdendo o medo e se habituando á presença de estranhos.

 

Maria Mariano

Médica Veterinária