Saiba tudo sobre Pug

Caraterísticas e Aparência do Pug:

O Pug é considerado um cão de pequeno porte, com uns olhos grandes e bastante expressivos, com uma cabeça arredondada e cauda enrolada. São extremamente amigos do seu dono e da sua família, além de adorarem conviver com todos os animais. A sua pelagem, pode ser preta e variações de bege, oficialmente, no entanto é possível encontrar pelagens de outras colorações como brancos e chocolates/castanhos. O focinho é por norma enrugado e achata de cor preta, tal como as orelhas. Vivem em média 12 a 15 anos e em adulto tem o peso médio de 6 a 9 kg.

A sua história

A China antiga é a origem mais provável desta raça, onde os cães de nariz e boca pequenos eram muito apreciados, principalmente pelos imperadores. Foram trazidos para a Europa, pelos comerciantes holandeses e ganharam popularidade quando a realeza de Inglaterra se apaixonou por esta raça e a chamou de Pug.

Temperamento

Companheiro inseparável, dócil e leal são as principais características da personalidade do Pug. Não gostam de estar muito tempo sozinhos, por eles andam sempre na companhia do seu dono e de preferência ao seu colo. Bastante sociáveis, mesmo com estranhos, tornando-o um péssimo cão de guarda. São muito brincalhões, dando-se bem com crianças e outros animais. Inteligentes e teimosos, vai ter de ter alguma paciência na hora do treino e a educação deve ser iniciada o mais precoce possível. Apesar de energéticos, os Pug, não precisam de muita atividade física, nem gostam, e adaptam-se perfeitamente a um apartamento.

Personalidade e treino do Pug:

O Pug é um cão bastante inteligente, no entanto também é bastante teimoso, o que leva a muitas vezes não quer obedecer ao dono. O seu treino deve ser iniciado o mais cedo possível e com muita regularidade, várias vezes ao dia idealmente e sempre com reforço positivo.

Saúde

Esta raça pode sofrer predisposição para algumas patologias hereditárias:

  • Obesidade: devendo sempre ter cuidados com a alimentação e realizar exercício físico;
  • Problemas de pele: é frequente ver cães desta raça com dermatites, principalmente nas pregas do focinho;
  • Síndrome braquicéfalo: devido a anatomia do seu focinho e é o grande motivo dos barulhos típicos que fazem ao respirar e até do ressonar a dormir;
  • Problemas oculares: nomeadamente úlceras da córnea e existe uma tendência a que o olho saia da orbita (o olho fica pendurado, sendo uma urgência veterinária);
  • Problemas articulares: luxação da patela.

Cuidados de saúde a ter

  1. Limpeza regular das pregas de pele: pode realizar esta limpeza com uma compressa com soro fisiológico e outra seca para retirar a humidade e diminuir a frequência de dermatites;
  2. Apesar de serem uma raça de pelo curto, este deve ser escovado uma vez por semana;
  3. Alimentação e o exercício físico devem ser um foco importante, para que não fiquem obesos;
  4. Cuidado com a temperaturas altas, os Pugs não se dão bem com o calor.

Maria Beatriz Mariano

Médica Veterinária

10 raças de cães médios

Beagle

Dóceis e excelentes companheiros, são uma das raças mais comuns nas nossas ruas. Comilões e sempre prontos para uma brincadeira, o Beagle tem muita energia para gastar. Têm o pelo curto e normalmente de três cores (branco, preto e castanho) e orelhas compridas, criando uma empatia desde pequenos.

Cocker Spaniel

Leais e alegres, são uma raça muito escolhida por famílias com crianças e jovens. De orelhas longas e pelo comprido, podem ser pretos, castanhos ou beges. Tem sido também usados como cão guia, são facilmente treinados.

Bulldog Francês

Uma das raças do momento: brincalhões e muito dóceis, fazem as delícias dos mais novos e dos mais graúdos também. Adoram uma excelente brincadeira mas também um descanso de herói. De orelhas arrebitadas e focinho de forma braquicefálica, eles podem ter várias cores do seu pelo curto: branco e preto, castanho, cinzento (blue), tigrado, entre outros.

Bull Terrier

Excelentes companheiros de corrida e com uma postura forte, são uma raça procurada por algumas famílias. Têm pelo curto e branco e uma conformação de cabeça muito diferente do habitual. De treino geralmente fácil, deve ser imposta disciplina desde cedo.

Galgo

Sereno e muito equilibrado, são uma excelente companhia em apartamento. Gostam do exercício ao ar livre e o treino desde cedo não é difícil e ajudará muito a enfrentar alguns receios. Têm uma forma corporal muito elegante e diferente do comum, conseguindo atingir velocidades incríveis em corrida.

Basset Hound

Com paciência e bondade que nunca acabam, o Basset Hound é um ótimo companheiro de apartamento. De temperamento dócil e teimoso, deve ser treinado desde cedo a obedecer aos nossos comandos. Normalmente são brancos, castanhos e pretos, com um corpo “esticado” e orelhas pendulares, o que os torna tão particulares.

Podengo Português

Extremamente dóceis e dotados de excelente olfato, continuam a ser bastante usados na caça. Pode ter pêlo cerdoso comprido ou mais curto e são uns excelentes parceiros de momentos quer no exterior, quer dentro das quatro paredes.

Epagneul Breton

Muito inteligentes e meigos, são muito usados na caça. Têm facilidade de aprendizagem por isso não é difícil treiná-los. Adoram crianças e estão sempre a inventar uma nova brincadeira. De orelhas pendulares e pêlo de comprimento médio, podem ter várias comer como branco e castanho, branco e preto, entre outros.

Shar-pei

Conhecido pelas suas rugas, tem um temperamento vincado e costumam ser dócil com crianças. Devem ser treinados desde cedo porque podem revelar-se bem teimosos. Têm pêlo curto e podem ter várias tonalidades como preto, castanho, bege entre outros.

Border Collie

Extremamente dóceis e inteligentes, os Border Collies são facilmente treinados e habituados a viver em família num apartamento. Gostam do seu passeio na rua, entrando por brincadeiras com outros cães uma vez que são muito sociáveis. De pelo comprido e normalmente de tonalidade preta e branca, têm um rosto que cria muita empatia.

 

Um cão de porte médio satisfaz os desejos gerais de uma família: facilidade em adaptar-se a apartamento mas também com boa atividade e energia para gastar. Tornam-se excelentes amigos e companheiros de atividades inesquecíveis, quer seja um grande passeio ao ar livre, quer uma boa soneca no sofá.

Joana Silva

Médica Veterinária

10 cães de raça pequena

1-Pug

O Pug é um raça cada vez mais conhecida! É o cão ideal para um apartamento pequeno, mas é um patudo que devido ao seu focinho achatado ressona bastante e é necessário ter isso em consideração no momento de o tornar o seu companheiro de vida

 2Chihuahua

O Chihuahua é das raças mais pequenas que existem por isso em qualquer ele conseguirá ficar confortável. A sua energia não tem fim, no entanto com alguns passeios conseguirá mantê-lo mais calmo e distraído.

3-Yorkshire Terrier

Uma raça muito conhecida por todos, é um cão muito apreciado pelo seu tamanho e pelo facto do seu pêlo não cair. São cães que adoram brincar e são perfeitos para quem tem crianças!

4-Jack Russel

Para além do seu tamanho, os Jack Russel são cães extremamente sociáveis e muito inteligentes. Apesar de terem muita energia, podem ser treinados para que consigam ficar calmos num apartamento. No entanto, será importante que seja passeado várias vezes por dia para desgastar a sua energia.

5-Lhasa Apso

Os Lhasa-Apso são pequenos companheiros de 4 patas que adoram ficar no seu canto a dormir. São cães muito fieis ao dono e tem um grande sentido de proteção. O seu pêlo necessita de bastante manutenção para que mantenha bonito e comprido.

6-Bulldog Frânces

A popularidade dos Bulldog Francês está espalhada por todo o mundo. São cães calmos e muito carinhosos. Adoram passar tempo a brincar com o seu dono mas uma boa soneca é sempre uma excelente ideia. Devido ao seu característicos.

7-West Highland White Terrier

Esta raça apesar do seu porte pequeno tem uma constituição muito robusta. Adoram passeios calmos mas podem ser longos, graças à sua resistência física. São extremante sociáveis e dóceis.

8-Shit-zu

Muito parecidos com os Lhasa-Apso, mas bastante mais preguiçosos. Não são cães de grandes passeios, sendo ideais para apartamento. De uma doçura e simpatia enormes! Adoram crianças e outros cães. O seu pêlo requer uma escovagem diária mas a sua queda é praticamente inexistente.

9-Cavalier King Charles

É uma raça que cativa só pelo seu olhar tão meigo. São cães que são indicados para toda a família pois adoram crianças e pessoas idosas. Não estranham ninguém, pedindo mimos a todo o tempo.

10-Pinscher

Os Pinscher são conhecidos em todo o mundo pelo seu ladrar tão constante. Apesar de muito pequenos têm um grande sentido de proteção dos seus donos estando alerta a todo o momento. Não se deixe enganar pelo seu tamanho! Se tiver liberdade, verá a quantidade de energia que o cão tão pequeno pode ter.

Sofia Galiza 

Médica Veterinária de Animais de Companhia

 

Desenvolvimento dos cachorros e cuidados a ter com eles

Do nascimento até às 4 semanas de vida

Nas duas primeiras semanas de vida, os cachorros estão completamente dependentes da sua mãe, sendo esta a responsável por lhes proporcionar alimento e calor, e por mantê-los limpos. A principal atividade dos cachorros nesta fase é dormir, acordando apenas para mamar, aproximadamente a cada 3 horas. A mãe, por sua vez, passa grande parte do seu tempo a lamber os seus filhotes, para que estes se mantenham limpos e para estimular a sua eliminação. Na ausência da mãe, o tutor deve estimular a região urogenital com uma compressa humedecida para que o cachorro consiga urinar e defecar. Em situações nas quais a mamã não esteja a amamentar ou em ninhadas com muitos cachorros, é recomendável que o dono alimente os cachorrinhos com leite de substituição específico para cães.

A partir das 2 semanas de vida, os cachorros já têm os olhos abertos e já ouvem melhor, estando mais atentos ao mundo em seu redor e interagindo mais com os seus irmãos e com a sua mãe. Nesta fase, é importante que sejam todos desparasitados internamente (mamã e filhotes). A desparasitação interna deve ser repetida a cada 15 dias até os cachorros terem 3 meses.

Das 4 às 8 semanas de vida

Durante esta etapa, a mãe começa a passar períodos mais prolongados fora do ninho, aumentando-os progressivamente, o que coincide com o desmame, que ocorre por volta das 6 semanas. Nesta fase, é importante oferecer aos cachorros ração especifica para a sua idade para que se comecem a adaptar, podendo esta alimentação ser intercalada com o leite materno durante a fase de desmame.

É importante referir que a partir das 6 semanas, já pode ser iniciado o protocolo vacinal nos cachorros, essencial na prevenção de várias doenças infecto contagiosas.

A partir das 8 semanas

Nesta fase, os cachorros são autónomos relativamente à alimentação, regulação da temperatura e eliminação. É nesta altura que estão mais permeáveis para o reconhecimento e aceitação das várias espécies, assim como de diferentes estímulos visuais e sonoros. É importante investir numa correta socialização do cachorro, para que cresça e se torne um adulto tranquilo e saudável. Aproveite esta fase para intercalar brincadeiras com treinos de obediência e siga as indicações do médico veterinário habitual no que diz respeito ao protocolo de vacinas e desparasitações.

O seu pequenote vai crescer num abrir e fechar de olhos, por isso, não hesite em desfrutar desta fase maravilhosa com ele.

 

Sara Alves

Médica Veterinária de Animais de Companhia

Como voltar à rotina com o seu cão depois da quarentena

Ao contrário de nós, os nossos cães adoraram esta nossa nova rotina com toda a atenção e tempo para eles. Mas com o regresso à realidade anterior é fundamental que as coisas sejam feitas de forma calma e progressiva.

Se o seu patudo estiver habituado a estar sozinho não irá ficar tão “stressado” quando tiver que sair para ir trabalhar. No entanto, é importante que o vá habituando a ficar mais tempo sem si! Para isso, deverá acostumá-lo a ficar no espaço dele, sem ninguém por perto. Comece por deixá-lo 30 minutos, no dia seguinte 1 hora e assim sucessivamente. Não se esqueça de o recompensar sempre que fica sossegado!

Em casos de cães que sempre tiveram dificuldade em separar-se dos donos ou têm tendência a destruir tudo à sua volta quando estão sozinhos, ainda mais calma terá que ter! O processo de “desmame do dono” será o mesmo, mas com alguns cuidados extra, nomeadamente: deixar brinquedos de estimulação mental! Estes brinquedos vão ser desafiantes e irão distraí-los de forma a que o tempo passe e não destruam nada em seu redor. Mas atenção! Não deixe sempre os mesmos brinquedos, nem todos ao mesmo tempo para que o seu cão não perca o interesse 🙂

Além disso, para que o nosso amigo fique calmo durante várias horas é preciso que esteja cansado. Ou seja, antes de ir trabalhar passeie o seu companheiro o tempo que for preciso para que gaste a sua energia e durma quando chegar a casa. O ideal será dar-lhe a refeição antes de sair para passear para que possa fazer as suas necessidades no exterior e não tenha uma surpresa ao chegar a casa!

Com a chegada a casa, chegou a hora do mimo! Ao ver que se portou bem e esteve calmo, reforce-o com carinhos e alguma guloseima. No entanto, se ao chegar a casa e alguma coisa tiver corrido mal, não desanime. Repita o processo com outros brinquedos ou até com mais um brinquedo para que possa escolher! Evite zangar-se ou ralhar-lhe pois ele não irá compreender o que fez de errado aquando a sua chegada. Com tempo e paciência tudo correrá da melhor forma!

Uma dica extra é deixar alguma televisão ligada para que possa ouvir sons parecidos com os que ouvia quando os donos estavam em casa. Poderá ajudar a deixá-lo mais calmo!

Para que tudo volte ao normal o seu amigo precisa de si! Com carinho e paciência tudo correrá bem.

Sofia Galiza

Médica Veterinária de Animais de Companhia

Nomes originais para cães

Na escolha do nome ideal para o nosso cão , há várias fontes de inspiração que podemos ter em conta. Figuras e nomes do desporto, da sétima arte, heróis, personalidades históricas ou fictícias são alguns exemplos. Nomes de pessoas também não são incomuns, assim como estrangeirismos.

No que toca a nomes para os nossos patudinhos,  “O céu é o limite” e a diversidade de escolha é, por vezes desafiante.

Neste artigo deixamos algumas sugestões de nomes, organizados de forma alfabética:

Nomes de cachorros com a letra A

Agatha  Akira   Aladim  Alcapone

Alf  Alpha  Andy  Angel  Anita

Anubis  Anuska  Apolo

Aramis   Argos  Amélie   Artêmis

Aruk   Astor  Astra   Athena

Atena  Athila   Athos   Axel    Arya

 

Nomes de cachorros com a letra B

Babalu   Babucha   Baby   Bacco   Bacon

Bali   Balu   Bambam    Bambi

Banzé   Barbie  Barney   Bart

Baruk  Benji    Benson

Bernardo  Berry   Bia   Bianca

Bidu   Bill   Billy    Bilu

Bimbo  Bingo    Biscoito

Blanch   Bob   Bobby   Bogus

Bolinha  Bolota   Boneca  Bongo  Bonny

Boomer   Bóris   Boss   Boy

Branco(a)   Brenda   Brigite

Brisa  Bruce   Bryan   Buba

Buddy   Buffy   Buggy   Bunny

 

Nomes de cachorros com a letra C

Cacau Caco Café Candy Capitu

Carol Cassius Catarina Catita Catito

Cebolinha Ceci César Chaplin Charles

Charlie Cherry Cheyenne Chiclete Chico

Chiquinha Chiquita Chocotone Chokito Chuca

Chucky Chumbinho Chuvisco Cindy Clara

Coca Cocada Colosso Cometa Conan

Cookie Costelinha Cowboy  Cristiano

Nomes de cachorros com a letra D

Dallas Dandy Danger Danny Dara

Darling Darwim Dasha Debby Dedé

Dexter Diana Dick Digo Dina Dinamite

Dingo Dolly Doris Dotty Draco Dragon

Duck Dudinha Dudu Dunga Duqueza, Duque

 

Nomes de cachorros com a letra E

Ed Eddie Eloy Elvis Emma

Enzo Etti Eva Evelyn

Elisa   Esperança    Estrelinha  Éster

Éder   Eva

 

Nomes de cachorros com a letra F

Fadinha Fafá Fanny Feijão Félix

Fênix Fifi  Filó Fininha Fink

Flag Flash Flexa Flofy Floquinho

Foquinha  Francis Franscisco

Franz Fred Freddy Frida Fritz

Fofinha  Frodo  Ferdinando  Figo

Nomes de cachorros com a letra G

Gaby Galego Galileu Gana Garfield

Gatão Gaya Ghost Gi Giga Ginger

Gisela Golias Gorda Gordo Grace

Greco Gretha Guerra Guerreiro Guga

 

Nomes de cachorros com a letra H

Habiba Haiat Half Hammer Hana

Hans Happy Haven Hebe Hebert

Helena Helga Hera Hilary Hinna

Honey Hook Horus Host Huck Hugo

 

Nomes de cachorros com a letra I

Igor Inês Ingrid Iris Isabela

Isis Isolda Iuli Iury Ivan Iza

 

Nomes de cachorros com a letra J

Jack Jady Jaffar Janjão Janne

Jasmim Jason Java Jedi Jerry

Jessie Jimmy Joca Joe Johnny

Jor-El Jr Juju Jujuba Jully Juquinha

 

Nomes de cachorros com a letra K

Kadu Kafú Kaiser Kako Kal-El

Kallinda Kauê Kay Kelly Kevin Kika

Kiko Killer Kim Kimberly Kinder

King Kirk Krypto Kyara Khaleesi

 

Nomes de cachorros com a letra L

Lady Laika Laila Lala Lana

Lara Lassie Leka Leo Lili

Lilica Lily Linda Lion Lisa

Lobo Logan Lohan Lorayne Lord

Luana Luar Luau Luck Lucy Ludovico

Ludy Luke Lully Lulu Luma Luna

 

Nomes de cachorros com a letra M

Mack Mackenzie Madonna Magali Magoo

Malu Mamute Marcel Margot Marrom

Mascote Max Meg Mel Merry Mickey

Mike Mille Mina Minie Minuxa

Miuka Miuxa Moa Molly Mony Moon

 

Nomes de cachorros com a letra N

Nanico Nanny Napoleão Natasha Negão

Nego Nero Nescau Nestor Neve

Nick Nicole Nicoly Nikita Nina

Nino Noel Nully Nuno

 

Nomes de cachorros com a letra O

Odin Okla Oliver Olívia Orca

Orpheu Oscar Osiris Otto Ozzy

 

Nomes de cachorros com a letra P

Pajé Paloma Panda Pandora Pantera

Paquita Patty Pedrita Pelé Penélope

Penny Pepeu Perry Perseu Perycles

Peter Phoebe Pierre Pingo Pink

Pipoca Pirata Pitoco Pluto Pompom

Pongo Popeye Popó Porsche Potter

Preta Preto Puff Pumpido Puppy

 

Nomes de cachorros com a letra Q

Queen Quica Quicky Quincas Quindim Quixote

 

Nomes de cachorros com a letra R

Radar Raicow Raoni Raul Ray

Rayka Rei Rex Richard Rick

Ringo Robin Ruffus Russo Rusty

 

Nomes de cachorros com a letra S

Sabrina Sacha Saddam Sally Samantha

Samy Sandy Sansão Sarah Satã

Saymon Scar Scarlett Scary Scott

Sebastian   Sebastião Shadow Shake Shana Sharon

Shazam Shenna Sherlock Sherry Shiva

Shivan Silverado Simbad Sivuca Skip

Slash Slink Slot Smart Sniff

Snoopy Snow Sombra Sophia Sparky

Spike Sultão Sushi

 

Nomes de cachorros com a letra T

Tainá Talita Tambor Tango Tasha

Tatty Taurus  Teco

Teddy Teka Tekila Tequila Terry

Thabata Thor Tiazinha Tico Tieta

Tigger Tobby Tobias Toddy Tommy

Toro Toru Totó Tubarão Tucho

Tupã Turco Turquesa Tutti Tutty

Tutu Typpi Tyson

 

Nomes de cachorros com a letra U

Ulisses Ulla Ully Uriel Ursinho Urso

 

Nomes de cachorros com a letra V

Vadão Vany Vavá Venus Veruska

Vick Vida Viking Vivi Vulcano   Vettel

 

Nomes de cachorros com a letra W

Wally Wendy West Whisky Will Willie

Willy Wilza Windy Wishbone Wolf Woody

William  Walter

 

Nomes de cachorros com a letra X

Xana Xandy Xêna Xênia Xica Xingu Xuxa

 

Nomes de cachorros com a letra Y

Yan Yankee Yara Yasmim Ygor

Yoko Yonny Yuppi Yuri

 

Nomes de cachorros com a letra Z

Zaira Zandor Zazá Zeca Zefa

Zelda Zero Zetti Zeus Zezinho

Zico Zizi Zork Zorro Zulu

Helena Ferreira

Médica veterinária de Animais de Companhia

Dermatite canina: diagnóstico e tratamento

O que é a dermatite canina?

A dermatite canina é uma inflamação da pele. Normalmente é uma manifestação de uma patologia e pode caracterizar-se por lesões isoladas ou várias lesões por todo o corpo. Muitas vezes estão acompanhadas de comichão (prurido) ou perda de pêlo que são os grandes sinais de alerta para os donos. A pele do seu cão pode ficar vermelha (eritematosa), ficar sem pêlo (alopécia), ter borbulhas (pústulas), ter sangue e pús no pêlo numa zona restrita (hotspot), crostas, entre outras.

Causas da dermatite canina?

Existem várias causas para a dermatite canina e podemos dividir em pruriginosas (quando causam comichão) ou não pruriginosas (quando não causam comichão). Nas causas pruriginosas encontram-se:

  • Alérgica: principalmente ambientais ou alimentares. Nas alergias ambientais o animal reage a um alergénio presente no meio ambiente como ácaros, pólen, gramíneas, entre outros. Normalmente é sazonal, sendo a Primavera e o Outono as piores épocas do ano. Nas alergias alimentares o cão reage a uma fonte de proteína da ração ou outro componente, como por exemplo o trigo. Ambas se caracterizam por muita comichão e vermelhidão em zonas como as axilas, virilhas, zona entre os dedos e almofadas plantares, abdómen, cabeça e orelhas.
  • Presença de ectoparasitas: o ectoparasita mais comum nos cães é a pulga. As zonas preferenciais da pulga no corpo deles são o abdómen, à volta do pescoço e na zona lombar perto da cauda. Os cães podem ser alérgicos à picada da pulga e desenvolver uma dermatite alérgica local.
  • Sarnas: as duas principais sarnas causadoras de prurido são as provocadas pelos ácaros Sarcoptes e a Cheyletiella. O primeiro é considerado uma zoonose, ou seja, pode ser transmitido ao humano. As lesões mais comuns no cão são junto às orelhas, membros e abdómen. A segunda é caracterizada por caspa e crostas por toda a zona das costas e ombros. Ambas podem ser transmitidas entre animais.
  • Infeção secundária: sempre que há uma zona com infeção bacteriana ou por levedura, esta vai causar prurido e agravar a lesão. Se houver contaminação bacteriana é comum haver zonas circunscritas com pus (pústulas), crostas ou pus espalhado no pêlo. Quando causada por Malassezia, uma levedura oportunista, o cão tem lesões em zonas pouco arejadas como entre os dedos, entre almofadas plantares, zona interna da coxa e axilar, e a pele fica com um tom mais escuro que o normal. A infeção raramente é primária, sendo quase sempre secundária por aproveitamento das bactérias ou leveduras na zona que está frágil e húmida por outros motivos.

Na causas não pruriginosas, encontram-se:

  • Fungo: transmitida por outros animais ou pelo ambiente, a dermatofitose é uma causa frequente de dermatite em cães. Normalmente caracterizada por lesões circulares sem pelo com um aro vermelho. Não costumam dar comichão a menos que haja infeção secundária. Pode ser transmitida ao humano.
  • Sarna demodécica: provocada pelo ácaro Demodex pode ser transmitida geralmente pela mãe aos seus bebés. As lesões que a caracterizam são zonas sem pêlo pelo corpo todo, geralmente em alturas de maior stress como o cio.
  • Patologias endócrinas: algumas patologias como hipotiroidismo ou hiperadrenocorticismo podem cursar com locais extensos sem pelo na zona lombar, dorsal e na cauda. Não provocam prurido a menos que haja contaminação bacteriana secundária.

Alergia ou infeção?

Quando o cão tem sintomatologia de dermatite é importante perceber se está com infeção. A manifestação simples de alergia dá-se maioritariamente por comichão e eritema da pele sem mais lesões associadas. Por outro lado, os principais sinais de infeção são além da vermelhidão da pele, a presença de pús em lesões circulares como borbulhas (pústulas), pús espalhado pelo pêlo na zona das lesões e crostas. Podem também surgir zonas de pele mais escuras. Caso se verifiquem estas dermatites é muito importante indentificá-las e tratá-las primeiro e depois estabelecer a sua causa primária.

Como diagnosticar a dermatite canina?

O diagnóstico da dermatite canina faz-se maioritariamente por observação do animal em exame dermatológico das lesões descritas acima. No entanto, o diagnóstico da dermatite não é suficiente, temos que atentar a alguns elementos da história clínica para estabelecer sua a causa:

  • Quando começou a comichão? Antes ou depois do aparecimento das lesões?
  • Em que idade surgiu? Qual a raça do animal?
  • A desparasitação externa está em dia? Costuma ser feita com que produto?
  • Há mais animais na ninhada ou em casa com a mesma sintomatologia?
  • Há humanos com lesões?
  • Há alturas do ano em que apareçam preferencialmente, ou seja, há sazonalidade?

Estas questões já nos vão ajudar a direcionar para a causa. Podem ser necessários alguns exames para ajudar na confirmação da causa suspeita:

  • Dermatite bacteriana/por Malassezia: recolha de material das zonas afetadas com zaragatoa e visualização ao microscópio de agentes bacterianos, da levedura ou células de defesa.
  • Alergias: despiste de alergénios ambientais ou alimentares recorrendo a análises de sangue.
  • Sarnas: raspagens da pele afetada/colheita de parte da descamação e crostas e observação ao microscópio do ácaro.
  • Fungo: observação com Lâmpada de Wood que permite ver uma fluorescência em zonas afetadas com fungo e colheita de pelo para cultura de dermatófitos.
  • Patologias endócrinas: colheita de sangue para análises direcionadas para as suspeitas.

Tratar a dermatite canina

Caso tenhamos sinais de dermatite bacteriana ou por Malassezia, esta deve ser de imediato tratada. Podemos recorrer a antibiótico ou antifúngicos orais, respetivamente, e tratamento local (tópico) com limpezas, aplicação de pomadas que podem ter antibiótico e anti-inflamatório ou anti-fúngico e até banhos com shampoo de tratamento.
Em relação aos ectoparasitas e as sarnas, após confirmação, deve ser instaurado plano de desparasitação externa com cobertura para os agentes identificados.
Nas alergias ambientais ou alimentares, serão necessários “trials” com ração específica como “grain free” (sem cereais) ou hipoalergénica caso seja necessário mudar a fonte de proteína e proceder à sua hidrolização para a tornar mais aceitável. Permanecendo a causa ambiental podem ser necessárias medicações para diminuir o prurido ou outras soluções como a imunização recorrendo a injetáveis como vacinas, após identificados os agentes que estão a provocar a alergia. É importante também o uso de shampoos de tratamento que ajudem a acalmar a pele.
Nas dermatofitoses (dermatite provocadas por fungos) podem ser necessários banhos com shampoo de tratamento específico, aplicação de pomadas e, eventualmente, tratamento com anti-fúngicos orais.
Nas causas endócrinas, após confirmação da patologia de base, deve ser iniciado tratamento descrito nesse sentido que, normalmente, passa por medicação oral crónica.

Se notar que o seu cão tem alguma lesão na pele ou que se está a coçar mais que o habitual, este é um sinal de que pode avizinhar-se uma dermatite canina. Nesta situação deve agendar consulta com o médico veterinário habitual assim que possível.

Joana Silva

Médica Veterinária

Os cães gostam da música?

Pode parecer estranho, mas há também vários estudos sobre o efeito da música nos cães e nos gatos. Em particular, é a música clássica que tem os maiores efeitos calmantes nos cães, que não se encontram em melodias como a pop ou canções comerciais em geral. Os resultados do estudo mostram como a música clássica, combinada com os sons típicos da natureza (chilrear, água corrente, etc.), são interpretados pelo ouvido do cão como uma verdadeira conversa entre humanos.

 

Por outro lado ,um estudo de origem americana observou a resposta clínica dos cachorros submetidos a “terapias musicais” e os resultados parecem mostrar uma diminuição do ritmo cardíaco, especialmente com notas tocadas com harpa. Isto significa que seria muito útil utilizar esta estratégia para acostumar o cão desde cachorro aos ruídos, e também para evitar eventos stressantes relacionados com sirenes, fogos de artifício, eventos desportivos, etc.

 

Por último, a Spotify, com base em alguns estudos realizados pela Universidade de Glasgow e em colaboração com um canil localizado na Alemanha, criou o Adoptify, um curioso projecto que associa cães em busca de família com potenciais futuros donos, de acordo com os seus respectivos gostos musicais. É isso mesmo! Segundo o Professor Neil Evans, coordenador do projecto, o reggae e o soft rock são os géneros mais apreciados pelos cães, pelo menos em relação às mudanças de comportamento dos nossos amigos de quatro patas.

 

Quem de nós poderia alguma vez esquecer o mais famoso São Bernardo na história do cinema que ladra (e por isso tem o nome do famoso compositor) quando tocam as primeiras notas de Beethowen? Ou, mais recentemente, o muito simpático Michelangelo, o gigantesco vadio branco co-estrela do filme Pixar Pets (e Pets 2), que se diverte com música heavy metal quando o seu dono sai da casa?

 

E por isso, sabe o que fizemos? Criamos uma lista de músicas no Spotify, com a ajuda dos nossos clientes, dedicadas a todos os patudos.

Febre da carraça

O que é?

A febre da carraça, tal como o nome indica, é uma doença que pode ser transmitida aos cães e aos seres humanos após a picada da carraça. A doença é causada por uma série de agentes etiológicos que podem estar presentes na carraça, sendo as principais Ehrliquia spp, Babesia spp e a Rickettsia spp. Regra geral, infectam os glóbulos brancos ou vermelhos, causando a sua destruição.

Sintomas da febre da carraça

Os sintomas são normalmente muito inespecíficos e podem incluir febre, prostração, inapetência, falta de apetite, mucosas pálidas, gânglios linfáticos aumentados, dificuldades de locomoção, entre outros. Em casos mais graves pode mesmo desenvolver-se insuficiência renal e icterícia. Pelo facto de serem sinais comuns a muitas doenças, o seu diagnóstico torna-se por vezes mais complicado e demorado, o que permite a evolução da doença.

Tratamento da febre da carraça

O tratamento inclui sempre a administração de antibióticos adequados, de acordo com o agente etiológico e durante um longo período de tempo. No entanto, muitas vezes isto não é suficiente e é necessário internamento (para corrigir a desidratação e nutrir o animal) e, em casos mais graves, pode até ser necessária uma transfusão sanguínea.

Transmissão ao Homem

A febre da carraça é uma zoonose, ou seja, uma doença que pode afetar tanto seres humanos como animais. Apesar de os cães não transmitirem diretamente a doença ao Homem, podem ser reservatórios das carraças que, ao picar o Homem, podem acabar por lhe transmitir a doença.

Prevenção e controlo

No que diz respeito à febre da carraça, a prevenção deverá ser a palavra chave. Trata-se de uma patologia bastante grave e cuja prevenção é relativamente simples. A desparasitação externa é o ponto fulcral na prevenção desta doença. A desparasitação deve ser particularmente rigorosa na primavera, verão e outono mas nunca deve ser descorada em nenhuma altura do ano. No que diz respeito à desparasitação externa, pode optar por pipetas, coleiras ou comprimidos, atendendo sempre à duração do mesmo e à recomendação do seu médico veterinário, uma vez que, dependendo da área geográfica, há produtos que funcionam melhor que outros.

É muito importante que caso veja alguma carraça no seu animal, a retire corretamente, esteja muito atento ao desenvolvimento de potenciais sinais clínicos e, caso tal aconteça, se dirija de imediato ao médico veterinário.

 

Ana Cláudia Gonçalves

Médica Veterinária de Animais de Companhia

Tudo o que precisa de saber sobre o Labrador

  • Aparência física do Labrador

Os Labradores são cães muito compactos, apresentam um crânio e peito largos, e pescoço musculoso. A sua pelagem é curta, mas bastante densa, existindo uma camada de subpêlo impermeável, que lhes permite suportarem mais tempo dentro de água, onde as suas caudas robustas funcionam como leme.

Macho

Altura do garrote: 56 a 60 cm

Peso: 28 a 40 Kg

Fêmea

Altura do garrote: 54 a 58 cm

Peso: 25 a 35 Kg

Cores de pelagem

Existem três cores, nomeadamente preto (cor dominante), castanho e amarelo.

De que cor poderá ser o seu cachorro Labrador?

De uma forma muito sucinta, seguem alguns exemplos de acasalamentos:

  1. Entre pretos puros, só nascerão filhotes pretos.
  2. Entre pretos (com o gene da cor amarela) e amarelos nascerão cachorros pretos e/ou amarelos.
  3. Entre amarelos, nascerão cães amarelos.
  4. Entre pretos (com o gene de cor castanha) e castanhos, nascerão cachorros pretos e/ou castanhos.
  5. Entre castanhos, nascerão cães castanhos
  • Personalidade/Temperamento do Labrador

O Labrador é uma raça bastante equilibrada, inteligente, brincalhona, dócil e fácil de educar/treinar. São cães que estão sempre aptos para nadar, brincar e caminhar na companhia do seu tutor! A maioria destes cães também adora crianças! Por isso, se procura uma companhia leal e afectuosa, é neles que a vai encontrar!

Destacam-se como óptimos cães de família, no entanto, embora aprendam com facilidade e rapidez, requerem um treino firme, dada a sua teimosia. Além disso, detestam estar sozinhos e têm uma energia inesgotável, pelo que necessitam de uma boa dose de exercício diário.

Perante as suas características, são procurados muitas vezes para desempenhar funções de trabalho, como cães polícia ou cães-guia.

  • Origem da raça

Acredita-se que os Labradores Retriever tenham origem na costa da Terra Nova, no Canadá, onde os pescadores os utilizavam para recuperar os peixes que saltavam das redes, puxando-as mesmo até terra. Daí o seu nome: “Labrador” pela província Canadiana do mesmo nome e “retriever” da palavra inglesa “retrieve”, que significa “recuperar”. As primeiras criações surgiram por parte dos britânicos, que ficaram fascinados, não só pela sua aparência como pela sua aptidão para a caça. Em 1903, a raça é finalmente reconhecida como independente pelo Kennel Club britânico, fazendo sucesso desde então. As cores amarela e castanha foram aceites para criação mais tarde, juntando-se assim à cor preta original.

  • Saúde e doenças hereditárias

Tal como outros cães de grande porte, os Labradores são predispostos a patologias articulares e ósseas, destacando-se a displasia do cotovelo e da anca, que têm componente hereditária. Podem efectuar-se radiografias para despiste, de forma a perceber se as doenças estão presentes e qual a sua gravidade. Os Médicos-Veterinários, aconselham sempre a realização destes exames quando termina o crescimento dos cães de raça Labrador.

Atrofia progressiva da retina e cataratas são duas doenças, também com componente hereditária, que podem surgir nos Labradores.

As otites são muito comuns nos cães desta raça, dada a conformação dos seus ouvidos, que favorece o crescimento bacteriano. Por isso, é recomendável a higienização do canal auricular com bastante frequência. Deve sempre solicitar ajuda ao seu Médico Veterinário para a escolha do produto de higiene adequado.

Obesidade! São cães muito gulosos, com tendência a comer em demasia e consequentemente a ganhar peso extra. É importante evitar a obesidade, não só recorrendo a exercício físico, mas também através de uma alimentação correcta e equilibrada!

  • Alimentação

Dado pertencerem a uma raça de grande porte, os cães Labrador, requerem uma alimentação exigente, capaz de satisfazer as suas necessidades nutricionais e energéticas. Selecionar uma ração de alta qualidade, com uma percentagem de proteína adequada, com variedade de nutrientes e de ingredientes de elevado valor biológico é o segredo! Além disto, é extremamente importante respeitar a quantidade diária recomendada para o alimento escolhido.

Sendo uma raça propensa a apresentar problemas de estômago, a ração deve ser dividida por 3 refeições ao longo do dia. É de evitar o exercício físico após a refeição, para prevenir a ocorrência de dilatação e torção gástricas, que são casos de extrema urgência!

  • Envelhecimento

Os avanços na Medicina Veterinária preventiva têm feito com que o tempo de vida dos nossos cães aumente, contudo após os 7 anos de idade, os Labradores são considerados seniores e os problemas começam a aparecer ou a agravar-se! É importante prevenir problemas ósseos e articulares, com recurso a condroprotetores e a ração específica para sénior, intensificar os cuidados de higiene tanto a nível de pelagem, de ouvidos e de dentição.

Nesta fase, merecem cuidados especiais e visitas mais frequentes ao Veterinário.

 

Ana Matias

Médica Veterinária