O que é a IBD – doença intestinal crónica?

O que é IBD?

IBD (“inflamatory bowel disease”) ou doença inflamatória intestinal crónica consiste numa infiltração da parede intestinal por células inflamatórias. Essa infiltração altera a parede intestinal, impedindo uma absorção alimentar normal e reduzindo a motilidade do intestino. Assim, começam a existir dificuldades intestinais em absorver os alimentos e em promover a sua progressão no processo digestivo.

Esta inflamação pode estender-se do estômago até ao intestino grosso e é classificada mediante o tipo de células inflamatórias predominante (ex: linfócitos, plasmócitos, eosinófilos).

Que sinais pode apresentar um cão com IBD?

Os sinais clínicos que os cães afetados com IBD podem apresentar, resultam da deficiência no processo de absorção e motilidade intestinais.

Pode surgir:

Como se diagnostica IBD?

O diagnóstico definitivo de IBD é feito por análise histopatológica de uma porção da parede gástrica e/ou intestinal recolhida por biópsia. Esta biópsia é realizada sob anestesia geral, podendo ser obtida por endoscopia ou cirurgia convencional. Além disso, é importante que o Médico Veterinário exclua, previamente, outras causas para os sintomas do cão. Por norma, há necessidade de realizar análises sanguíneas, ecografia abdominal e análises às fezes antes de se proceder à biópsia.

O que pode provocar IBD?

Atualmente ainda não se sabe quais os verdadeiros mecanismos que desencadeiam esta doença. Contudo, é consensual que se trata de uma patologia auto-imune em que as células do próprio organismo reagem, exageradamente e de forma incorreta, a proteínas presentes na dieta, bactérias das fezes ou mesmo à flora intestinal normal.

Quais as raças mais predispostas para IBD?

Existem algumas raças mais predispostas para esta doença como o Pastor Alemão, Rottweiller e Golden Retriever.

Qual é o tratamento?

Não existe cura para esta patologia, no entanto existem alternativas médicas que ajudam a controlá-la. A terapia utilizada nos casos de IBD combina uma dieta específica com recurso a ração hipoalérgica, antibióticos e medicação imunossupressora (como por exemplo, os corticosteróides).

Qual é o prognóstico?

O prognóstico varia mediante o grau de IBD e de cão para cão. Alguns patudos reagem muito bem apenas com dieta hipoalérgica, enquanto outros necessitam de doses elevadas de medicação imunossupressora para conseguirem controlar os sintomas. Por vezes, a medicação tem de ser administrada durante toda a vida do animal, acabando por provocar efeitos secundários noutros órgãos.

O resultado da biópsia permite prever o grau da doença. Contudo, qualquer cão com IBD requer um acompanhamento Médico-Veterinário constante.

Ana Matias

Médica Veterinária

¿Qué es la EII – Enfermedad Intestinal Crónica?

No es difícil deducir del nombre alguna que otra información sobre este proceso patológico. La enfermedad inflamatoria intestinal es una condición en la cual, las paredes que recubren el interior del tracto intestinal, sufren una alteración inflamatoria. No se conoce con demasiada precisión cual es la causa de esta afección, aunque se sospecha que puede ser de etiología multifactorial. Entre los elementos sospechosos, se incluyen ciertos compuestos de la dieta, agentes patógenos como virus o bacterias, y también diversos factores genéticos.

Síntomas y forma de presentación

Un perro que padezca esta enfermedad, va a mostrar síntomas inespecíficos y asociados y cualquier proceso digestivo. Entre los signos más frecuentes, podemos observar

  • Vómito
  • Diarrea
  • Flatulencia
  • Molestias estomacales

Una característica de la presentación de este proceso, es la cronicidad. Los perros enfermos suelen padecer estos trastornos de forma insidiosa y intermitente, a lo largo de un período de meses a años. En casos avanzados, se puede observar desnutrición, pérdida de peso, caquexia, pelaje apagado o debilidad.

Diagnostico y tratamiento

El diagnóstico de este proceso patológico supone un quebradero de cabeza para los veterinarios. Los signos clínicos tan inespecíficos, la ausencia de respuesta general al tratamiento, y la cronicidad del proceso, dificultan el diagnóstico enormemente.

Para detectar este proceso, primero hay que descartar otras posibles causas. Por ello es fundamental realizar un estudio completo del animal, incluyendo análisis coprológico, rayos x, analítica o ecografía. La ausencia de evidencias claras en estas pruebas, puede hacer sospechar algo clínico de la existencia de enfermedad intestinal inflamatoria. No obstante, para el diagnóstico definitivo, suele ser necesaria la realización de una biopsia del tejido intestinal.

Una vez diagnosticada la enfermedad, el tratamiento será mucho más fácil, aunque no siempre puede resultar curativo. La terapia va encaminada a mejorar los síntomas mediante el uso de medicamentos antiinflamatorios, antibióticos, antieméticos, incluso el uso de algún tipo de dieta específica.

Juan Vázquez

Médico veterinario

I cani possono innamorarsi?

Quando portiamo i nostri cani a passeggio al parco vediamo che a volte ci sono alcuni cani che sono più felici di incontare, con cui diventerebbero certamente grandi amici se vivessero nella stessa casa. Perciò sì, a modo loro i nostri cani provano amore!

La più grande difficoltà nel capire cosa provano i nostri animali è data dal fatto che non possano parlare. Nonostante ciò, sono stati condotti molti studi riguardo alle emozioni e ai sentimenti dei cani nei confronti dell’uomo, di altri cani e persino di altri animali.

Secondo il Dr. Gregory Berns, i cani dimostrano il loro amore attraverso il linguaggio del corpo e il proprio comportamento. In altre parole, le relazioni sociali e la loro dedizione sono una forma d’amore. Inoltre, sono stati effettuati dei test per capire se un cane sia più attratto dalla voce del proprietario o dal cibo e il risultato è davvero molto simile!

Ma è possibile che i cani si innamorino realmente? Più o meno! Alcuni studi mostrano che i cani producono un alto livello di oxitocina (l’ormone della felicità e dell’amore) che gioca un ruolo molto importante nelle relazioni dei cani con i proprietari o con altri animali.

I nostri compagni mostrano il loro amore ogni volta che rientriamo a cassa e saltano dalla gioia, ogni volta che ci guardano con dolcezza, quando sono al nostro fianco, e sanno sempre quando abbiamo bisogno d’affetto. Semplicemente, sono loro stessi 🙂

Sofia Galiza

Medico Veterinario Barkyn

Neurologia em cães: quais as doenças mais frequentes?

Os nossos patudos também podem sofrer de problemas neurológicos, tal como as pessoas. Conheça os problemas mais comuns em neurologia em cães e aprenda mais sobre cada um neste artigo.

As doenças neurológicas em cães são várias, sendo que algumas podem ser causadas por outros factores como genética, infecções, entre outros.

Epilepsia

A epilepsia é uma doença crónica do sistema nervoso central que pode ser genética ou adquirida. Esta doença caracteriza-se por uma atividade elétrica em excesso no cérebro que desencadeiam as convulsões – vários movimentos involuntários.

É uma doença para toda a vida que pode ser controlada com medicação e requer acompanhamento médico, mas o patudo pode viver muitos anos e ser saudável com esta doença.

Traumatismos

Os traumatismos cranianos são também uma situação frequente dentro dos problemas neurológicos em cães.

Tal como acontece nas pessoas, uma pancada forte na zona do crânio pode levar à formação de edema (acumulação de fluído) ou hematoma (acumulação de sangue) que pode fazer com que a pressão intra-craniana aumente e também pode haver perda de tecido cerebral, levando a lesões cerebrais graves que podem ser irreversíveis.

Síndrome vestibular

A síndrome vestibular nos cães é um conjunto de sinais neurológicos, destacando-se pelo sinal de os cães inclinarem a cabeça para um dos lados.

É um problema que pode ter várias causas, como otites, neoplasias, traumas, e em alguns casos desconhece-se a causa (idiopático).

O tratamento consiste em principalmente resolver a causa do síndrome vestibular, no entanto, em alguns casos, pode não ser possível de resolver.

Doença do disco intervertebral

A doença do disco intervertebral é a mesma patologia de hérnia discal. Os discos intervertebrais localizam-se entre as vértebras na espinal medula e têm uma consistência tipo borracha, permitindo o movimento da coluna sem as vértebras terem que contactar.

Quando o disco ruptura o material que está contido no seu interior é exteriorizado e acaba por comprimir a espinal medula, levando à apresentação de sinais neurológicos como paralisia, descoordenação motora e dor na coluna.

É provável que exista uma certa influência genética nesta doença, sendo que algumas raças como caniche e pequinês são maioritariamente afetadas para o desgaste do disco. No entanto é normal que possa haver rutura do disco em situações de trauma quando já se encontra fragilizado.

O tratamento pode ser conservativo através de medicação analgésica, enquanto noutros casos mais graves é necessário cirurgia.

Patrícia Azevedo

Médica Veterinária

Neurología en perros: ¿Cuáles son las enfermedades más frecuentes?

  • Síndrome vestibular: Un trastorno frecuente del sistema nervioso, que en el perro se manifiesta con la presencia de temblores en la cabeza, marcha en círculos o pérdida del equilibrio. Existen varias etiologías detrás de proceso patológico, pero entre las más habituales encontramos las asociadas a la otitis y las denominadas idiopáticas, es decir, de origen desconocido, pero presuntamente asociadas a la degeneración por la edad.
  • Epilepsia: Como ocurre en las personas, los perros con episodios de epilepsia, manifiestan crisis convulsivas que van desde un ligero desvanecimiento o confusión, hasta la perdida total de la conciencia, con la consiguiente convulsión. Este trastorno neurológico es más frecuente en razas pequeñas y de origen genético puro. Además, se sospecha que existe cierto carácter genético de enfermedad. En este punto, cabe aclarar y recordar, que no todas las convulsiones conllevan asociada un proceso de enfermedad epiléptica. Así como la epilepsia suele llevar asociada un periodo convulsivo, existen causas de convulsión completamente ajenas al sistema nervioso, como por ejemplo una intoxicación.
  • Disfunción cognitiva: Cuando llegan a cierta edad, los perros sufren un proceso de degeneración neurológica que conlleva una serie de manifestaciones, como puede ser pérdida de oído o visión. Los perros que padecen esta afección también pueden sufrir desorientación, o cambios de comportamiento, generalmente con tendencia a la agresividad. El síndrome de disfunción cognitiva está siendo ampliamente estudiado en los últimos años, y por suerte existen tratamientos eficaces que si bien no cuentan con carácter curativo, si que ofrecen una notable mejoría para los perros enfermos.
  • Hidrocefalia: La hidrocefalia consiste en un acumulo de acumulación excesiva de líquido cefalorraquídeo en el sistema ventricular cerebral. Es una enfermedad que cuenta con etiologías genéticas y adquiridas. Las primeras, suelen estar asociadas especialmente a los Chihuahuas. Por otra parte, las hidrocefalias adquiridas, motivadas por traumatismos o procesos infecciosos, pueden estar presentes en cualquier animal.

Es importante conocer bien a nuestros perros, sus rutinas y costumbres. De este modo, seremos capaces de detectar cualquier anormalidad que pueda ser indicativa de un proceso neurológico incipiente.

Juan Vázquez

Médico veterinario

As vitaminas mais importantes para um cão saudável

Os suplementos são, hoje em dia, bastante falados para ajudar os nossos cães a estarem mais saudáveis. O mais importante de tudo é saber se o seu cão precisa ou não de suplementação vitamínica e qual!

O que são as vitaminas?

As vitaminas são nutrientes e compostos orgânicos indispensáveis para a manutenção do organismo de qualquer animal. Normalmente, apenas são necessárias em pequenas quantidades, mas a sua falta (hipovitaminose) pode levar a sérios problemas de saúde, bem como o seu consumo em excesso (hipervitaminose).

Quais as vitaminas mais importantes?

Cada vitamina tem uma função específica no metabolismo dos cães.

As mais importantes são:

Vitamina A – importante para a visão, crescimento, manutenção da pele e regulação hormonal;

Vitaminas do complexo B

  • Vitamina B1 – importante para o funcionamento do sistema nervoso
  • Vitamina B2 – importante no metabolismo das proteínas e gorduras
  • Vitamina B3 – importante no metabolismo das proteínas
  • Vitamina B6 – importante no metabolismo das proteínas, gordura e ferro
  • Vitamina B12 – essencial para a produção de hemoglobina, no metabolismo das proteínas e na absorção dos nutrientes

Vitamina D – essencial para a absorção do cálcio;

Vitamina E – tem o papel de antioxidante no organismo;

Vitamina K – um dos fatores de coagulação.

Em que situações é necessário suplementar?

Sempre que existe um caso de hipovitaminose é necessário ser realizada a suplementação. Esta situação deve ser diagnosticada através de análises que comprovam a falta da vitamina e em que níveis está.

Além dessa situação, animais com alguma patologia ou seniores, pode ser prescrita vitaminas para ajudar no tratamento da patologia ou para melhorar a qualidade de vida do cão.

O meu cão é saudável, precisa de suplementação vitamínica?

Os cães saudáveis que fazem uma alimentação com uma ração completa de qualidade e comendo a dose recomendada diária, em princípio não necessitaram de nenhuma suplementação.

Antes de iniciar qualquer suplementação, consulte sempre o seu médico veterinário.

Inês Santos

Médica Veterinária

Neurologia nei cani: quali sono le malattie più frequenti?

Con l’articolo di oggi tratteremo un argomento un po’ più complicato e fuori dal comune del solito, come la neurologia veterinaria e le malattie neurologiche più comuni che possono interessare il nostro cane. A tal motivo, vorrei dire che fortunatamente, negli ultimi anni le conoscenze in ambito medico veterinario son notevolmente migliorate, portando alcune branche della medicina veterinaria a essere appannaggio di colleghi specializzati nelle singole discipline; e una di queste, è proprio la neurologia veterinaria.

Le patologie neurologiche del cane più comuni possono essere sintetizzate come di seguito:

Patologie congenite che possono interessare vari comparti del sistema neurologico come le cisti aracnoidee, malformazioni cerebellari dovute a particolari condizioni durante la gravidanza (come infezioni o tossicosi), nonché di natura ereditaria legate a certe razze o famiglie di cani come per esempio la malformazione del Chiari.

Tumori encefalici o delle guaine nervose sono patologie comuni nei cani anziani, che generalmente causano sintomi neurologici come le convulsioni che sono correlati alla crescita del tumore ed ai fenomeni compressivi associati.

Alcuni virus possono causare manifestazioni neurologiche gravi difficilmente curabili. Basti pensare al virus della rabbia che si accompagna con un’aumentata aggressività del cane, tremori, paralisi e convulsioni. Un altro virus da tenere a mente, è quello del cimurro, che in alcuni casi può anch’esso interessare il sistema nervoso con sintomi come convulsioni, atassìa, paresi e tremori.

Infezioni batteriche e parassitarie possono causare una patologia molto grave definita meningite, che interessa i tessuti che “avvolgono” le cellule nervose, anch’esso può manifestarsi con convulsioni.

La meningite può avere anche una base immunomediata, essere causata cioè dall’errata aggressività del sistema immunitario nei confronti delle meningi appunto.

Patologie ortopediche che interessano le vertebre, come lesioni traumatiche, instabilità articolari acquisite o traumatiche ma anche patologie discali degenerative e traumi cerebrali possono avere sintomatologie variabili come elevata dolorabilità spinale, atassia, paralisi o incoscienza.

Lesioni vestibolari, cioè che interessano il sistema auditivo interno, causano incoordinazione, torcicollo, dolorabilità ma anche febbre.

Avvelenamenti, come quello causato da i veleni lumachicidi sono molto pericolosi e causano stato comatoso e epilettico.

Patologie metaboliche come l’iperammonemia (eccessive concentrazioni di ammonio nel sangue) o la sindrome uremica possono anch’esse causare sintomi neurologici.

L’epilessia idiopatica è un’altra patologia molto comune nei nostri amici a 4 zampe della quale non si conosce l’origine.

Se volete approfondire l’epilessia potrete dare un occhiata a quest’altro articolo da me scritto.

In conclusione, se sospettate una possibile malattia neurologica, non esitate a contattare il vostro medico veterinario!

Vito Priolo

MRCVS, MSc, PhD

Las 4 vitaminas más importantes para un perro sano

Las 4 vitaminas más importantes

Toda buena alimentación para nuestro perro debería incluir las siguientes vitaminas:

  • Vitamina A: vitamina esencial para que nuestro peludo tenga una piel perfecta y una visión de águila. Esta vitamina también es necesaria para la correcta reparación de tejidos, incluso interviene en la reproducción. Cuando los perros tienen déficit de vitamina A pueden aparecer problemas de crecimiento, por lo que es muy importante en cachorros, también puede aparecer hidrocefalia si no damos la cantidad adecuada. Pero como ocurre con todo en esta vida, tampoco el exceso es bueno, ya que puede propiciar la aparición de fracturas óseas.
  • Vitamina B: realmente se trata de un complejo vitamínico compuesto por varias vitaminas del grupo B como: B1, B2, B3, B6… Según exista déficit de una vitamina u otra, van a aparecer diferentes problemas de salud. Por ejemplo, la falta de B1 tiene repercusión sobre la movilidad y reflejos, el déficit de B2 va a tener consecuencias en el pelaje del animal, ya que se encarga al desarrollo del can y al mantenimiento de un pelo sano. Otras vitaminas del grupo B son responsables de la fabricación de proteínas y glóbulos rojos por ejemplo, así que tienen utilidad para muchas funciones del organismo.
  • Vitamina C: vitamina importante para el desarrollo óseo y para el desarrollo del sistema inmunitario.
  • Vitamina D: al igual que la anterior, la vitamina D se encarga del desarrollo óseo, ya que ambas absorben y controlan los niveles de calcio y fósforo del organismo. Cuando un perro tiene déficit de esta vitamina, puede aparecer osteoporosis y fracturas óseas, pero su exceso también es grave y puede provocar hipercalcemia.

¿Dónde podemos encontrar cada vitamina?

Aunque los piensos comerciales ya tienen la cantidad idónea de vitaminas según el peso y necesidades de cada perro, podemos encontrar algunos alimentos que son más ricos en algunas de estas vitaminas, por ejemplo:

  • Vitamina A: muchos vegetales son ricos en esta vitamina, como la zanahoria, espinacas y brócoli.
  • Vitamina B: según el tipo concreto de vitamina B, la encontraremos en un alimentos u otro, pero de forma general vamos a encontrar mayores concentraciones en vísceras como el hígado y en algunas verduras.
  • Vitamina C: la encontraremos sobre todo en frutas como fresa, naranja, manzana y verduras como el brócoli.
  • Vitamina D: la vitamina D se absorbe gracias a la luz solar, es muy importante que los perros tenga una pequeña dosis diaria de luz solar directa al día como mínimo.

Irene Martinez

Médica Veterinaria

4 vitamine importanti per un cane sano

E’ bene fare subito una doverosa premessa: nessun nutriente è di per sé essenziale senza essere inserito in una dieta completa e bilanciata.
Non esistono integrazioni miracolose che possano sostituirsi al valore di una dieta ben fatta nel suo complesso. In altre parole possiamo parlare delle integrazioni alimentari come di ciliegine sulla torta, ma prima viene appunto la torta!

Parlando di vitamine occorre distinguerle in due grandi gruppi: idrosolubili (C e gruppo B) e liposolubili (A, D, E, K). Le seconde sono caratterizzate dall’affinità verso i grassi e tendono ad accumularsi nell’organismo (nel fegato per lo più), mentre le prime generalmente vengono eliminate con le urine, quando assunte in eccesso.

Affrontiamone ora 4:

Il complesso B

Nel cane le uniche vitamine idrosolubili considerate essenziali sono appunto le vitamine del gruppo B.
In molte specie animali queste vitamine sono prodotte dai microrganismi intestinali, ma nel cane questo meccanismo è insufficiente. Occorrono perciò significativi apporti alimentari di vitamine del complesso B per evitare pericolose carenze.
Tutti gli alimenti di origine animale (latte, pesce, fegato, carni) sono abbastanza ricchi di queste vitamine, così come il lievito di birra e i cereali integrali, sebbene con qualche differenza in termini di biodisponibilità.
La vitamina B12, ad esempio, deve necessariamente provenire da fonti animali ed in caso di carenza si possono verificare anemia e problemi neurologici. Così come la vitamina B9 (o acido folico), anche la B12 può essere carente nei casi di severe patologie gastrointestinali, che talvolta ne richiedono l’integrazione.

La Vitamina C

Al contrario dell’uomo, per il cane questa vitamina non è essenziale in quanto la produce da sé nel fegato, a partire dal glucosio.
In alcune situazioni però una sua integrazione diventa consigliabile anche nel cane, per fabbisogno aumentato o carente produzione. Stiamo parlando ad esempio di: periodi di stress prolungati, patologie particolarmente debilitanti, patologie epatiche.
La vitamina C è inoltre comunemente utilizzata negli alimenti come antiossidante naturale per evitare l’irrancidimento dei grassi e per veicolare potenziali effetti benefici all’organismo.
Tra le fonti naturali più ricche in assoluto citiamo: acerola, rosa canina, ribes nero, kiwi.

La Vitamina A

La vitamina A si trova in elevate concentrazioni nel fegato, ma anche nelle uova e nei latticini.
I cani possono anche sintetizzarla a partire dal beta-carotene contenuto in molti vegetali (es. carote, zucca, patate dolci), che rappresentano una forma di integrazione molto sicura per evitare la tossicità indotta invece da un eccesso di vitamina A già attiva.
Una sua carenza provoca gravi problemi alla cute, agli occhi e a tutte le mucose.

La Vitamina K

È una vitamina poco conosciuta ma la sua carenza comporta gravi disturbi della coagulazione e quindi una tendenza all’emorragie. Talvolta sono colpiti da questa carenza i cani affetti da patologie epatiche e da IBD, un’infiammazione cronica intestinale molto diffusa.
I batteri intestinali hanno un certo ruolo nel produrla ma senza un adeguato apporto con la dieta è facile incappare in carenze.
Un’altra cosa da sapere su questa vitamina è che rappresenta l’unico antidoto salvavita contro l’avvelenamento da rodenticidi (il veleno per topi) e deve quindi essere somministrata al cane, in questi casi, il prima possibile.
La forma naturale della vitamina K è detta K1 ed è presente in molti vegetali (cavoli, spinaci, broccoli). È l’unica forma della vitamina considerata sicura ed efficace in caso di avvelenamento.

Shampoo secco per cani: scopri come si utilizza

Come devo usare lo shampoo?

  • 1. Spazzola bene il tuo cane per rimuovere il pelo morto.
    Particolarmente indicati a questo scopo sono i cardatori.
    Può essere utile anche regolare il pelo a contatto con il suolo a livello di zampe ed addome.
  • 2. Applica la giusta quantità di prodotto.
    Attenzione ad usare prodotto in eccesso: questo non permetterà di raggiungere migliori risultati ma renderà solo più
    difficile rimuoverlo nel passo successivo.
    Evita sempre testa e zona inguinale.
  • 3. Usa una morbida spazzola di gomma per eliminare lo shampoo secco se hai usato una formulazione in polvere.
    Continua spazzolare fino a quando tutti i residui di polvere saranno spariti ed il pelo apparirà di nuovo lucido.
    Se invece hai preferito schiume o spray un asciugamano o phon ti aiuteranno ad asciugare il manto del tuo cane.
  • 4. Puoi terminare la pulizia con salviettine umide per raggiungere anche le parti più difficili (come le aree interdigitali) e completare l’opera con uno spruzzo di spray per toelettatura.

Quanto spesso dovrei usarlo?

Il consiglio e’ di ricorrere allo shampoo secco non più di una volta al mese.
Dal momento che gli shampoo secchi secchi agiscono assorbendo gli oli, usarli troppo spesso può seccare la pelle.
Inoltre non rimuovono lo sporco quindi e’ sempre bene alternarli a un bagno con acqua e sapone.

Il mio cane potrebbe essere allergico allo shampoo?

Non tutti gli shampoo son uguali.
Eviterei tutti prodotti che contengono fragranze artificiali, surfattanti a base di cocco, Ammonium Lauryl Ether Sulfate e praticamente tutto ciò che contiene “ethyl” o “methyl” nel suo nome chimico.
Questi ingredienti possono infatti causare reazioni allergiche ma anche tossicità ed essere cancerogeni.
Ricordiamoci che non venendo lavati via rimarranno a lungo a contatto con l’epidermide del nostro animale, il quale leccandosi potrà anche ingerirli.
Preferirei quindi prodotti più naturali possibili; due alternative casalinghe possono essere poi il bicarbonato di sodio e l’amido di mais.

Daniela Cortiana

MRCVS