Como introduzir o meu bebé ao meu cão?

Não existe propriamente uma regra, devendo as dicas seguintes serem adaptadas caso a caso. Conhece o seu cão melhor do que ninguém e, tendo um cão calmo e meigo, algumas das frases que se seguem podem deixar de fazer grande sentido.

A introdução começa antes de o bebé nascer

A introdução deve começar ainda antes de o bebé nascer. Lembremo-nos da fragilidade de um bebé: devem ser criados limites a comportamentos agressivos, impulsivos ou mesmo de excitação.

Nesta fase, o seu cão deve saber respeitá-lo e saber ocupar o seu espaço, o espaço que lhe é dado por si. Crie espaços limite para o seu cão.

Tanto a sua como a rotina do cão serão alteradas. Assim, deve começar a fazer mudanças graduais na rotina dele, tais como horas de passeio, local onde dorme, entre outros. Isto evitará que o cão associe que tudo mudou por causa do bebé.

Os sons em sua casa irão alterar. O cão passará a ouvir bastante choro, podendo ser algo que o incomode. Deve assim apresentar-lhe este novo som várias vezes, até se tornar algo habitual para ele. Use para isso algo tão simples como a internet.

Apresente-lhe alguns brinquedos do seu futuro bebé. É importante que os saiba distinguir dos dele. Estabeleça limites para estes, por forma a que saiba que não pode brincar com eles. Se o seu cão não aprendeu os limites e acabar por pegar em algum brinquedo do bebé, não o castigue por isso. Substitua simplesmente por outro. Ele não deve associar o bebé a algo negativo.

 

Após o nascimento

Ainda com o seu bebé na maternidade, comece por trazer algo com o seu cheiro e apresente-o ao seu cão. Nesta fase, deve incitar o cão a cheirar com alguma distância. Ao fazer isto, diz ao seu cão que este cheiro é “seu” e que lhe dá permissão para o cheirar.

Ao trazer o bebé para casa, minimize a ansiedade do cão e leve-o para um grande passeio, antes de o bebé entrar, por forma a que o cão esteja num estado calmo-submisso quando chegar a casa. Nesta fase, ao já lhe ter dado a conhecer o novo cheiro que está em casa, não haverá stress por parte dele.

Aquando do primeiro contacto, o bebé deve estar numa alcofa/cama, por forma a poder mimar o cão quando o apresentar. Se alguém estiver com o bebé ao colo, é importante que essa pessoa esteja num estado bastante calmo, por forma a não transmitir a ansiedade ao cão.

Nos primeiros contactos, deve ser mantida uma certa distância, por forma a que o seu cão saiba qual o seu limite. Há quem defenda o uso de trela nestes primeiros encontros, de modo a poder controlar comportamentos indesejáveis. Ao longo do tempo, e após saber qual a sua reação e comportamento, poderá reduzir este limite.

Tal como referido antes, a atenção qure dará ao seu cão irá diminuir. Contudo, não se esqueça nunca da sua presença! Mime-o com o seu bebé próximo, para que este não seja uma ameaça para ele.

 

Feito tudo isto: deve dar tempo a ambos, para que se tornem os melhores amigos!

 

Mónica Carvalho

Médica Veterinária

¿Cómo cuidar a un perro con problemas de espalda?

¿Qué razas son más propensas?

Las razas más propensas a sufrir lesiones vertebrales y problemas cervicales son aquellas cuyo tronzo es excesivamente largo, como es el caso de los Teckels, o razas con predisposición a tener malformaciones vertebrales como en el caso de los perros de raza Bulldog.

Además de estas razas, con la edad los discos intervertebrales de la columna se desgastan y es más frecuente que haya problemas de hernias discales y artrosis que pueden suponer un problema para el animal.

¿Qué cuidados son necesarios?

El perro que sufre una lesión vertebral o tiene problemas discales necesita de un cuidado especial para evitar que se agrave la lesión. Entre los cuidados necesarios encontramos:

  • Tratamiento con antiinflamatorios: en determinados momentos la lesión puede causar molestias a nuestro peludo debido a la inflamación, por lo que está indicado un tratamiento con antiinflamatorios para reducir el dolor e inflamación, siempre prescrito por nuestro veterinario.
  • Suplementos: existen suplementos, como los ácidos grasos y condroprotectores, que no producen efectos secundarios y son útiles para lubricar las articulaciones y reducir la inflamación.
  • Eliminar el dolor: existen medicamentos que reducen el dolor y mejoran la calidad de vida del animal.
  • Evitar saltos: debemos evitar que nuestro perro realice ejercicios bruscos, que salte o corra en exceso, ya que la lesión se puede agravar.
  • Evitar bajar y subir escaleras: si existen lesión en la columna se debe evitar que el animal baje o suba escaleras. Se puede hacer una rampa para facilitarle subir y bajar de los sitios.
  • Ejercicio específico: nunca debemos evitar que realice ejercicio, ya que si el perro pierde musculatura será más costoso que tenga una buena movilidad. Existen circuitos específicos para perros con problemas vertebrales.
  • Cirugía: en casos graves, como son los problemas de hernia de disco con compresiones medulares que impiden la movilidad, puede ser necesario hacer una cirugía para solucionar la lesión, aunque en ocasiones pueden existir secuelas y la recuperación es lenta.

Irene Martinez

Médica Veterinaria

Muta del cane in autunno: come gestirla

muta del cane

Perchè la muta è così importante?

I cani normalmente fanno la muta (perdita del pelo) due volte all’anno, in primavera e in autunno. La perdita del pelo in primavera serve a liberarsi del pelo invernale che non è necessario per l’estate, mentre quella in autunno serve a preparare la ricrescita del più folto mantello per la stagione fredda.
Il mantello del cane, non va assolutamente tosato, ma curato proprio per via della sua importanza.
Questo concetto è molto importante poiché i cani termoregolano principalmente inspirando aria con il naso ed espellendola con la bocca, ansimando. Tagliare il pelo non favorisce quindi, in alcun modo, la sudorazione (che i cani non hanno come la intendiamo noi), ma al contrario elimina un prezioso strumento di conservazione della temperatura.
Il mantello del cane, infatti, protegge sia dal freddo che dal caldo, impedendo la dispersione di calore dal corpo ( funzione termoisolante ). Modificarlo nel modo sbagliato, significa compromettere questo fine meccanismo, mettendo in seria difficoltà il nostro amico.

Quindi non va mai modificato il pelo del cane?

Cosa diversa è affidarsi alle sapienti mani di un toelettatore esperto o cimentarsi nella spazzolatura periodica del mantello del nostro amico. Questa pratica deve essere quotidiana per le razze a pelo lungo (evitando così nodi e fastidiose dermatiti e forfora) fino ad arrivare ad interventi settimanali per le razze a pelo corto.

Come avviene la muta? Da cosa è regolata?

Mentre comunemente si ritiene che il ricambio del pelo sia dettato dai cambi di temperatura esterna, in realtà, ciò che lo determina veramente è il rapporto di ore di luce/buio che varia durante l’anno nelle varie stagioni.
Quindi il pelo sarà più folto nei periodi più “bui” dell’anno e viceversa più snello quando ci si avvicina alla bella stagione.
Questo fa sì che animali che vivono prevalentemente in casa, sottoposti principalmente a luce artificiale per periodi lunghi della giornata, possano avere una muta continuativa, anche massiccia, rispetto a quei soggetti che avendo accesso all’esterno, possono individuare tale processo, più prettamente nei due momenti dell’anno preposti.

Ci sono altri fattori che influenzano la caduta del pelo?

Sicuramente va menzionata la dieta: una corretta idratazione, un apporto corretto di proteine, acidi omega ed alcune vitamine (es. biotina) determinano una migliore salute del manto e di conseguenza una minore inclinazione alla caduta, rendendo la situazione meno frustrante per tutti quei proprietari che tengono il loro piccolino principalmente in casa.

Per concludere si evince che per ottenere una muta il più fisiologica possibile, occorre che il nostro Fido-hotel fornisca ai nostri Fido-clienti: cibo appropriato, SPAzzolatura e passeggiate frequenti in diverse fasce orarie.

Dott.ssa Morena Cena, Medico Veterinario Barkyn