O meu cão tem caspa: o que fazer?

Porque é que os cães têm caspa?

Nem todos os cães têm caspa! A caspa surge quando a pele está seca ou não está suficientemente nutrida, mesmo que não haja um problema cutâneo. Contudo, a caspa recorrente pode ser motivada por problemas de pele – qualquer problema de pele pode provocar seborreia!

Como saber se o seu patudo tem caspa?

Em cães de pelo escuro é fácil de perceber: nota-se uma descamação branca (que tem origem na pele), que contrasta com a cor escura do pelo. Normalmente o pelo encontra-se baço e sem brilho. Em cães com pelo mais claro é possível perceber se há descamação cutânea observando a pele na zona dorso-causal (perto do rabo), levantando o pelo.

Como diminuir a caspa?

Banhos com champô próprio – podem ser utilizados champôs hidratantes de uso frequente ou então champôs veterinários para seborreia. Os banhos devem ser espaçados de um mês, sendo que em cães com problemas de pele os banhos podem ser recomendados com uma frequência maior.

Escovagens regulares – devem ser feitas com escovas que não sejam agressivas, sendo que a frequência é variável consoante o tipo de pelo do animal.

Uma boa alimentação – idealmente deve ser fornecida uma alimentação de boa qualidade, que aporte os nutrientes essenciais e que, se possível, forneça um aporte extra de ácidos gordos ómega. As rações de salmão costumam ser uma ótima opção!

Suplementação extra com óleo de salmão – a suplementação extra da ração com óleo de salmão ajuda a hidratar a pele, graças ao aporte de ácidos gordos ómega 3 (DHA e EPA) e ómega 6.

Desparasitação externa sempre em dia – é importante que o patudo esteja protegido contra parasitas externos, nomeadamente contra as pulgas. Pode escolher desparasitá-lo com pipeta, coleira ou comprimido.

Se existirem feridas, lesões ou comichão é necessário que a pele seja vista presencialmente em consulta. Alergias, infeções bacterianas/fúngicas, presença de cheyletiella (ácaro), défices nutricionais, bem como doenças como dermatite seborreica e ictiose podem estar por detrás da seborreia intensa e crónica.

Como diagnosticar um possível problema de pele?

O diagnóstico de alterações patológicas deve ser feito através da análise microscópica do pelo e da pele (citologia, raspagem de pele, etc.), bem como da análise macroscópica de lesões na pele. Como tal, deve levar o patudo à consulta veterinária.

Se houver alguma alteração cutânea diagnosticada, pode ter que ser introduzida medicação própria para o problema em questão.

 

Daniela Leal

Médica Veterinária de Animais de Companhia

Todos os cães devem fazer tosquia?

Para que serve o pelo?

O pelo tem como principal função proteger o patudo de temperaturas extremas – quer do frio quer do calor – bem como de raios ultravioleta. Existem diversas pelagens: curta, comprida, com pelo mais duro ou mais suave e até cães com duas camadas de pelo (a camada exterior e a camada interior ou sub-pelo).

Os cães mudam o pelo essencialmente na mudança de estação, contudo, esta mudança e consequente queda do pelo está muito suscetível à influência da luz solar. Por esse motivo, é comum que cães de apartamento, sujeitos a luz artificial de forma constante, acabem por largar pelo durante todo o ano.

Então por que motivo se deve tosquiar os cães?

Apesar do pelo constituir uma barreira protetora, a tosquia ajuda a renovar o pelo e a mantê-lo forte e saudável. Em alguns cães, principalmente cães de pelo longo, a tosquia ajuda a manter a higiene quer do próprio pelo, quer da pele. Como o pelo cresce mais forte e saudável, a queda de pelo pode diminuir em cães que fazem tosquia de forma regular (contudo os cães continuarão a largar pelo mesmo depois de serem tosquiados!).

Tomar a decisão de tosquiar ou não consoante o tipo de pelo

Nem todos os cães são candidatos a tosquia.

  • Cães de pelo curto, por exemplo, apesar de largarem muito pelo, não são candidatos a tosquia (como é o caso do Labrador).
  • Cães de pelo longo, tendo em conta o corte típico de raça, são candidatos a tosquia para que o pelo possa crescer saudável.
  • Cães de pelo duplo (como Husky ou Pastor Alemão) não são candidatos a tosquia. Nestes casos, o subpelo muda aquando a estação do ano, de forma a que a proteção contra o frio e contra o calor possa ser mantida.

E as tosquias são todas iguais?

Não. A tosquia pode ser realizada à tesoura, à máquina, com diferentes lâminas (que cortam o pelo com diferentes tamanhos, dependendo da lâmina utilizada), ou à mão (stripping). A tosquia deve ser realizada segundo o tipo de pelo e o tipo de raça.

  • Tosquia completa: É feita normalmente com máquina e está indicada em cães com pelo longo, com tendência a ganharem “chocas” ou cães que largam muito pelo.
  • Tosquia higiénica: Tosquia indicada em raças com bastante pelo, em que o objetivo é remover pelo principalmente de zonas que necessitam de higiene mais frequente (perto das patinhas, dos olhos, da barriga e cauda). A maioria dos cães pode realizar este tipo de tosquia de forma regular.
  • Stripping: Tipo de tosquia realizada em cães com pelo cerdoso (como o Schnauzer). O stripping é um tipo de tosquia realizado sem lâmina ou tesoura, sendo que o pelo é removido com a mão.
  • Tosquia de “raça”: Dá-se o nome de tosquia de raça quando a tosquia é feita com base no corte típico para aquela raça. Raças como o caniche ou o Yorkshire Terrier têm um “corte próprio”, que lhes favorece esteticamente.

 

Na maioria das vezes, o banho é dado juntamente com a altura da tosquia. Em alguns cães esta prática é uma questão de higiene que deve ser repetida várias vezes por ano, para além da escovagem regular do pelo.

 

Daniela Leal

Médica Veterinária de Animais de Companhia

Perché al mio cane piace scavare buche? 

cane che scava buche in buche in giardino

Interpretare le azioni del proprio cane

Il mondo canino non conosce rancori o sentimenti di disprezzo perciò non rimane che comprendere il reale motivo della sua folle ossessione nello scavare buche.

Ci possono essere svariati motivi per il quale un cane può sentire il bisogno di scavare buche in giardino:

  • semplice CURIOSITÀcani da caccia o loro incroci possono sentire tracce olfattive anche nascoste sotto il terreno. Feci di altri animali, radici o resti di cibo che possano attirare la loro attenzione.
  • per NOIA: un cane lasciato solo, molte ore in giardino, può trovare nello scavare buche un valido passatempo
  • come VALVOLA DI SFOGOsoggetti molto attivi o appartenenti a razze che richiedono molta attività fisica quotidiana (bassotto, beagle, pastore tedesco, labrador) creare buche può essere l’unico metodo per scaricare le tensioni accumulate in eccesso nel corso della giornata, le stesse che non sono riusciti a sfogare magari a causa di una passeggiata troppo corta
  • per CERCARE REFRIGERIO dalla calura estiva:  alcuni soggetti possono trovare piacevole sotterrare il  muso oppure semplicemente distendersi all’interno di una buca di terra fresca
  • per NASCONDERE CIBO in esubero: come ossa o stick da rosicchiare che al momento il cane non ha voglia o modo di consumare. Una sorta di dispensa sotterranea!

Come porre rimedio? Ma è davvero un problema?

Il cane non è un robot, da poter progettare a nostra volontà. In parte, la sua indole di cacciatore e fiutatore di piste va anche rispettata: è semplicemente la sua natura. Se invece i suoi comportamenti sono innescati da nostre mancanze, come nel caso di noia o accumulo di energia inespressa, allora in tal caso sarebbe più corretto chiederci come possiamo migliorare noi stessi e la gestione che abbiamo del nostro amico a 4 zampe. Lo facciamo interagire abbastanza con altri cani, magari in un asilo canino? Passa troppe ore in giardino solo? Le passeggiate sono sufficientemente lunghe e quando lo sono… sono passeggiate di qualità? Oppure sono semplici camminate con il cane costantemente tenuto al guinzaglio? 

 

Dott.ssa Alessia Troli, Medico Veterinario

 

¿Puede mi perro comer huesos?

¿Pueden comer huesos?

Si la pregunta es si pueden comer, la respuesta es sí, pero con un pero. Los perros tienen una dentadura preparada para masticar huesos pero no todos los perros están preparados para comer los huesos ni para digerirlos. Se debe tener en cuenta que hay perros con mucha ansiedad por la comida, que pueden llegar a tragar huesos gruesos que pueden provocar obstrucciones digestivas graves.

Además de obstrucciones digestivas, pueden provocar otros problemas como:

  • Problemas digestivos por si dificultad para ser digerido.
  • Atragantamiento.
  • Estreñimiento.
  • Los huesos cocinados o finos, como los de pollo y conejo, pueden astillarse y causar perforaciones digestivas.

Pese a estos puntos negativos, también ofrecen algunas ventajas, siempre y cuando se den los huesos adecuados, crudos y bajo supervisión. Estos huesos pueden aportar un rato de entretenimiento a nuestro perro, proporcionarle una correcta higiene dental y aprovecharse de nutrientes como tuétano.

¿Qué huesos pueden comer?

No todos los huesos son aptos para que los perros se alimenten, los huesos pequeños sobre todo de animales como conejo o pollo se desaconsejan por su capacidad de astillarse y de tragarse con mayor facilidad. Tampoco se recomienda dar huesos una vez que se cocinen, ya que es más probable que den problemas como los descritos.

Los huesos más recomendables para perros son:

  • Huesos carnosos: determinadas zonas del pollo, como alas o carcasas, son fáciles de digerir y masticar. Los huesos de cuello de pavo o pato también son muy recomendables y, además, su valor nutritivo es más alto.
  • Huesos largos de res: son huesos largos, de gran tamaño y muy resistentes con un interior rico en tuétano.
  • Huesos de rodilla de res y cerdo: son huesos redondos y gruesos, difíciles de morder también y ricos en cartílago y tuétano.

Recordar ofrecerlos crudos pero siempre congelar durante un mínimo de 3 días para eliminar las posibles bacterias que puedan existir. Luego descongelarlos y ofrecerlos una vez estén a temperatura ambiente.

Irene Martinez

Médica Veterinaria

3 brinquedos que ajudam o seu cão a ficar entretido por mais tempo

Kong

  • Brinquedo de referência há bastantes anos
  • Brinquedo mordedor de forma irregular e dispensador de biscoitos
  • Constituição: borracha
  • Pode colocar snacks no seu interior para o cão os tentar retirar, proporcionando largos minutos de distração
  • Muito resistente
  • Tamanho adaptado a cada cão

 

Tasty Bone Nylon 

  • Brinquedo mordedor em forma de osso
  • Constituição: nylon
  • Sabor agradável a bacon ou carne de vaca
  • Satisfaz a necessidade de roer que os nossos cães apresentam
  • Cuida da higiene dentária prevenindo a formação de tártaro
  • Fortalece os maxilares e ajuda a manter os dentes fortes
  • É seguro em caso de ingestão de alguns fragmentos
  • Tamanho adaptado a cada cão

 

Karlie Doggy Brain

  • Estimula a capacidade cognitiva do seu patudo
  • Possui 2 jogos:
  •  sachê: coloca os snacks nos buracos debaixo das peças e o seu patudo tem de as derrubar para poder encontrar e aceder aos biscoitos
  • slider: o seu cão tem de usar as peças que deslizam para aceder aos orifícios de forma a alcançar os biscoitos
  • Adaptado para qualquer cão.

 

 

Rita Moita Ferreira

Médica Veterinária de Animais de Companhia

¿Cómo saber si mi perro tiene fiebre? Conoce los síntomas

¿Qué es la fiebre?

La fiebre o pirexia es el aumento de la temperatura corporal por encima de los valores normales. En el caso del perro, se puede considerar normal una temperatura hasta 39ºC, aunque puede aumentar unas décimas si el animal ha realizado ejercicio hace poco tiempo, ha estado un tiempo al sol, etc.

En el perro la forma más segura de conocer la temperatura es usando un termómetro digital por vía rectal. Es un método seguro y rápido pero es necesario tener cuidado al hacerlo y pedir ayuda para no hacer daño al animal. Una temperatura por encima de los 39.5ºC puede considerarse fiebre.

¿Por qué se produce la fiebre?

De forma general la fiebre es la forma que tiene el organismo de responder cuando se ve amenazado por un microorganismo patógeno. Por tanto, no se trata de una enfermedad, pero sí es un síntoma común de muchas.

¿Qué síntomas podemos encontrar?

Una de las formas de averiguar si nuestro perro tiene fiebre es observar cómo se comporta. Lo más habitual es que esté más apático de lo normal pero podemos observar otros síntomas como:

  • Trufa caliente y con sequedad.
  • Ojos llorosos.
  • Mucosidad y secreción nasal.
  • Temblores.
  • Pérdida de apetito.
  • Gemidos.
  • Agresividad en algunos animales.
  • Jadeo excesivo.
  • Deshidratación.

Si vuestro perro sufre cualquiera de estos síntomas es recomendable acudir a consulta veterinaria para conocer con mayor exactitud la causa de esta fiebre.

Irene Martinez

Médica Veterinaria

Il mio cane ha paura degli altri cani. Perché e cosa posso fare?

cane che ha paura

La paura di altri cani: che cos’è e da dove nasce

Proprio come nelle persone, anche nel cane la paura è per definizione un sentimento che scaturisce da un’esperienza negativa vissuta dal nostro amato amico. Nella maggioranza dei casi la paura è uno stimolo positivo, una forma di difesa nei confronti di una possibile fonte di stress; in questo caso la paura è un fenomeno fisiologico e sano che rientra nel normale comportamento del cane. Quando invece la paura sfocia in atteggiamenti remissivi e autolesionistici oppure, al contrario, aggressivi e pericolosi per i suoi simili(o addirittura anche per le persone!), questo è un atteggiamento assolutamente patologico e che necessita di un intervento correttivo. Alla base di un comportamento pauroso c’è sempre una causa reale e spesso non nota che va ricercata ed individuata al fine di riuscire a trovare una soluzione al problema: una delle cause principali che stanno alla base della paura dei conspecifici è la mancata socializzazione durante i primi mesi di vita del cucciolo. Durante questo importante e delicato periodo di vita, il cane impara ad interagire con i suoi simili e con l’uomo, impara che cos’è il gioco, impara dalla mamma a non mordere etc.. Per tutti questi motivi è importante, per i cuccioli orfani o che sono stati allontanati precocemente dal loro gruppo familiare, farli partecipare sin da piccoli alle cosiddette “puppy class” o “puppy party” in modo tale da imparare prima possibile come si interagisce con gli altri cani.

Il comportamento del proprietario: cosa si deve e non si deve fare

Di fronte ad un cane impaurito la reazione della maggior parte dei proprietari è quella di rassicurarlo immediatamente, accarezzandolo e parlandogli con voce dolce come fosse un bambino. In effetti, questa è una reazione umana, protettiva e assolutamente comprensibile, tuttavia non fa che rinforzare l’atteggiamento di paura del cane: accarezzarlo mentre si sta comportando in modo pauroso è un modo affettuoso per dirgli che il suo comportamento è quello giusto e lui lo ripeterà per ottenere altre rassicuranti coccole. L’atteggiamento corretto è quello di mostrarsi calmi, sicuri e rilassati in modo da trasmettere al cane un senso di sicurezza e controllo della situazione perché i nostri amici a quattro zampe non imparano solo per associazione bensì anche per imitazione.

Il veterinario comportamentalista: quando è bene consultarlo

Di fronte ad un cane pauroso la prima cosa che il proprietario deve sapere è che non deve avere fretta: la rieducazione deve avvenire in maniera lenta e graduale per non traumatizzarlo ulteriormente e rendere la situazione irrecuperabile. Nei casi di paura di lieve o moderata entità senza atteggiamenti pericolosi nei confronti di animali e/o persone è possibile tentare una rieducazione a casa da parte del proprietario, magari con l’aiuto del veterinario di fiducia e/o di un educatore cinofilo qualificato. Invece, nei casi in cui il cane abbia già presentato atteggiamenti aggressivi e pericolosi nei confronti di animali e/o persone o autolesionisti, è fortemente consigliato l’intervento di un veterinario comportamentalista.

Dopo un’attenta valutazione del caso e un’osservazione meticolosa del cane nel suo ambiente familiare e fuori, lo specialista deciderà l’iter riabilitativo più adatto che potrà comprendere sia terapie comportamentali che eventualmente anche farmacologiche.

Dott.ssa Cena Morena, Medico Veterinario Barkyn

5 ingredientes naturais que pode misturar com a ração do seu cão

1 – Frango esfiado

Os patudos adoram frango e a inclusão de frango esfiado na refeição (sem ossos e cozido apenas em água) pode ajudar a aumentar o apetite nas horas da refeição e funciona como um extra de proteína diária.

2 – Cenoura cozida

A cenoura é um vegetal saudável para cães, razão pela qual está presente na composição de muitas rações. É fonte de vitaminas e vegetais e a inclusão, em pequenas quantidades, ajuda a reforçar o sistema imunitário do seu patudo!

3 – Brócolos cozidos

Torne o prato ainda mais verde – junte uma mistura de brócolos com cenoura. Os brócolos possuem efeito antioxidante e há quem advogue que ajudam na prevenção do cancro.

4 – Batata doce cozida

A batata é uma fonte de energia! Se o seu patudo tiver feito exercício intenso, por exemplo, pode reforçar o “prato” com um bocadinho de batata aos cubos!

5 – Maça

Fruta na refeição de ração? Porque não? Pode juntar cubinhos de maça na ração do seu patudo ou então cortar a maça em rodelas e oferecer-lhe como snack, ao lanche!

Consulte os seguintes artigos sobre “Alimentação variada” e “10 dicas alimentares saudáveis”.

Daniela Leal

Médica Veterinária de Animais de Companhia

¿Por qué aúlla mi perro?

Causas por las que aúllan los perros:

Entre las razones más probables que pueden explicar este aullido encontramos:

  • Ansiedad: este comportamiento puede darse en perros que muestras síntomas de ansiedad por separación. Cuando el animal está solo se pone nervioso y manifiesta este sentimiento realizando diferentes vocalizaciones, entre ellas aullidos. Es un problema de comportamiento grave que se debe solucionar.
  • Llamar atención: los lobos aúllan para llamar la atención de los miembros de la manada. En los perros este aullido puede hacerse para llamar la atención de la familia si otras formas de comunicación no les funcionan.
  • Dolor: los perros pueden aullar para manifestar que sufren dolor. Si vuestro perro comienza a aullar insistentemente y no es un comportamiento que suela realizar lo mejor es acudir a tu veterinario habitual.
  • Comunicación: el perro es un animal sociable que suele vivir en manada y puede comunicarse de diferentes formas. Además del lenguaje corporal, utilizan diferentes vocalizaciones como gemidos, ladridos y aullidos.
  • Imitación: pueden emitir ese sonido por imitación de otros similares. Es muy común que un perro aúlle cuando escucha sonidos como las sirenas de ambulancia.
  • Territorialidad: los perros pueden aullar para proteger su territorio. Sería una manera de avisar al intruso que es su territorio y no debe entrar en el. También pueden usarlo para advertir de un peligro a otros compañeros.

Irene Martinez

Médica Veterinaria

Porque é que o meu cão espirra quando brinca?

Quais as principais causas do espirro?

O espirro é um mecanismo de proteção que permite ao organismo tentar expulsar algo que possa estar a causar irritação local. O espirro pode surgir por uma causa inflamatória ou alérgica, ou ocorrer esporadicamente e ser considerado normal.

Dentro das principais causas para o aparecimento de espirros, podemos destacar causas inflamatórias ou infeciosas (que requerem diagnóstico e tratamento médico), alérgicas (principalmente alergias ambientais), presença de corpo estranho (como praganas, que normalmente entram pelo nariz e se alojam na cavidade nasal) e “espirro reverso” (caracterizado por um espasmo em resposta a uma entrada de ar violenta, por exemplo, e pode ser confundido com “engasgamento”).

E porque razão é que os cães espirram quando brincam com outros cães?

À parte das condições mencionadas anteriormente, é normal que em momentos de brincadeira e euforia os patudos possam parar para espirrar, por vezes mais do que uma vez.

Há quem advogue que o espirro durante a socialização com outros cães é uma forma de comunicação e de transmissão de sinais. Mesmo durante a interação com pessoas, o espirro pode ser uma forma de transmissão de euforia e boa disposição!

Contudo, é possível que durante estados de alegria e euforia, durante brincadeiras “intensas”, possa ocorrer irritação local pela passagem violenta de ar – um estímulo que induz o espirro.

 

É importante para o dono perceber se os espirros são esporádicos e se só ocorrem neste tipo de situações, ou se podem estar relacionados com outro tipo de alterações.

 

Daniela Leal

Médica Veterinária de Animais de Companhia