Luxação de rótula: Quais são as raças mais predispostas?

Esta patologia caracteriza-se pela deslocação da rótula da sua localização habitual, a fossa troclear do fémur (que se encontra na comummente designada articulação do joelho). Para saber mais sobre sinais clínicos, diagnóstico e tratamento consulte o artigo “Luxação de rotula em cães”.

Luxação medial

Dizer que a luxação da rótula é medial é o mesmo que dizer que a rótula se deslocou da sua posição habitual para a parte mais “interior” do joelho ou do membro.

Este tipo de luxação é o mais frequente (87-90% dos casos de luxação é medial) e afeta principalmente, mas não exclusivamente, raças miniatura e pequenas, devido à sua conformação óssea.

Então, quais as raças mais predispostas?

  • Yorkshire Terrier
  • Lulu da Pomerânia
  • Chihuahua
  • Bulldog francês
  • Bichon
  • Caniche
  • Pug
  • West Highland White Terrier
  • Jack Russell Terrier
  • Shit-tzu
  • Cavalier King Charles Spaniel

Luxação lateral

A luxação lateral caracteriza-se pelo deslocamento da rótula para a parte mais “exterior” do joelho. É muito menos comum do que a luxação medial (10-13%) e afeta, maioritariamente, raças médias a grandes.

De referir as raças mais predispostas:

  • Cocker Spaniel
  • Labrador Retriever
  • Shar-pei
  • Pastor Alemão
  • Golden Retriever
  • Husky
  • São Bernardo
  • Boxer

Ana Alves 

Médica Veterinária

Perros que ayudan a curar la depresión

¿Cómo ayudan a curar la depresión?

Los perros son animales muy sociables, reconocen nuestro estado de ánimo y, aunque no entiendan nuestro lenguaje verbal, son capaces de entender si estamos alegres o tristes.

Además de esta capacidad de empatía, necesitan de nuestros cuidados, lo que hace que estemos pendientes de ellos, los saquemos a pasear y tengamos contacto con el exterior, lo que es un punto muy importante para las personas que sufren depresión.

Diferentes estudios han constatado, los animales tienen la capacidad de reducir la depresión y diferentes sentimientos negativos. Se ha comprobado que al estar y mirar a nuestro perro nuestro cuerpo segrega más oxitocina, hormona relacionada con la felicidad y bienestar.

¿Existen razas más adecuadas para este fin?

Algunas terapias enfocadas a tratar esta depresión han observado que existen determinadas razas de perro que ayudan mejor a combatir esta enfermedad. Estas razas son:

  • Golden retriever: es un perro de muy buen carácter, utilizado en diferentes terapias y en funciones de ayuda a personas.
  • Bichón: esta raza de compañía es ideal para vivir en un piso y, además, tiene un carácter tranquilo, leal y sociable.
  • Yorkshire terrier: aunque los terrier tienen un carácter más nervioso, esta raza tiene mucho apego con su propietario y, su pequeño tamaño, lo hace ideal para poder transportarlo y viajar con él.

Aunque se usen más estas razas para este tipo de terapia, cualquier perro puede ayudarnos a combatir la depresión y a ser más felices.

Irene Martinez

Médica Veterinaria

¿Cómo funciona un seguro para perros?

¿Qué son los seguros para perros?

Estos seguros son una especie de pólizas similares a las de salud que ya existen para las personas. Pueden servir para costear facturas veterinarias, reducir el gasto o para proteger a terceras personas si el animal causa algún accidente.

Dependiendo de lo que necesitamos y nuestro presupuesto, podremos optar por las diferentes opciones que cada compañía ofrecen. Estos seguro no son obligatorios, salvo en el caso de los perros de raza potencialmente peligrosa, que será necesario contratar el seguro a terceros como mínimo.

Aunque no son obligatorios es muy recomendable contratar uno para tener la seguridad de que nuestro perro tendrá la correcta atención veterinaria sin preocuparnos por los costes y que, en caso de causar algún accidente o dañar a una persona, tendremos la adecuada cobertura.

¿Qué suelen cubrir?

La cobertura dependerá de la póliza que se contrate. La más básica es la de responsabilidad civil, obligatoria para PPP. Por otro lado, si se desea una póliza más completa, existe la posibilidad de elegirla con otras coberturas como indemnización por robo o extravío, residencia canina incluida, gastos de incineración, gastos veterinarios causados por accidente o enfermedad, etc.

Requisitos necesarios para contratarlo

No todos los perros pueden ser asegurados, para poder hacer es necesario:

  • Que el animal esté correctamente identificado mediante chip.
  • La edad debe ser, normalmente, entre 3 meses y 9 años.
  • Vacunas en regla.
  • Los PPP deben tener los permisos adecuados.

Muchas compañías aseguradoras ofrecen este tipo de seguros, basta con preguntar a vuestro seguro de hogar, aunque existen aseguradoras totalmente específicas para mascotas.

Irene Martinez

Médica Veterinaria

7 sinais de perda de audição em cães

A perda de audição pode ser uni ou bilateral e ser secundária a inúmeras patologias, nomeadamente otites (recorrentes ou crónicas), traumatismos (lesões físicas, por exemplo causadas pelas conhecidas “praganas” ou até traumatismos cranianos) ou afeções neurológicas. Assim é importante estar atento a todos os sinais que direta ou indiretamente podem indicar perda de audição.

Como saber se o seu cão está a ficar surdo:

 

1 – Deixa de responder – não reage quando chama pelo seu nome e não responde aos comandos habituais “senta, fica, deita”.

2 – Não o vai cumprimentar quando chega a casa, o que pode significar que não ouviu o carro a chegar ou a porta a bater.

3 – Não mostra o reflexo de medo e/ou fuga aquando de barulhos violentos – queda de objetos, bater de palmas (principalmente junto aos seus ouvidos), toque da campainha e o tão assustador fogo de artificio. O reflexo de Preyer, isto é, o movimento da orelha em resposta ao som, é o mínimo que se pode esperar.

4 – Dorme mais do que o habitual e, por vezes, é necessário tocar-lhe para o acordar – como não ouve não se sente incomodado ou atraído pelos ruídos.

5 – Cabeça inclinada ou abaná-la em demasia – Não são sinais diretos, mas deve estar atento, pois poderão estar presentes em situações de afeção do ouvido médio/interno ou em otites, podendo conduzir, posteriormente, a surdez caso não seja instituído tratamento.

6 – Dor ao toque das orelhas – certas patologias que conduzem a surdez podem causar muita dor nos ouvidos dos nossos patudos.

7 – Late/ladra mais frequentemente – já que não reconhece o som que emite. Poderá ainda ser um sinal de dor.

 

Se notar algum desde sinais, não hesite em ir ao seu Médico Veterinário. Ele poderá ajudá-lo na identificação da perda de audição e no diagnóstico das possíveis patologias subjacentes.

Ana Alves

Médica Veterinária 

Porque é que os ácidos gordos devem estar incluídos na alimentação de cães com problemas de pele?

Qual o efeito dos ácidos gordos?

Os ácidos gordos, principalmente ómega-3, promovem uma ação anti-inflamatória natural, reduzindo os sinais de dermatite (inflamação cutânea), descamação, alopécia (falhas de pelo) e prurido, que são as alterações mais frequentes em cães com problemas de pele.

Além disso, permitem manter uma barreira cutânea saudável, protegendo a pele da agressão e mantendo-a hidratada.

Esses ácidos gordos estão na ração ou é necessário suplementar?

Rações de boa qualidade e desenhadas para problemas cutâneos são ricas nestes ácidos gordos, pelo que a sua suplementação não é necessária. Destaco em particular, as rações que têm salmão como fonte animal. Contudo, se a ração que o cão estiver a fazer não for a mais adequada ou quando o aporte nestes constituintes tem de ser reforçado existem no mercado produtos que fazem esta suplementação, seja na forma de xarope ou cápsulas.

 

O meu cão tem um problema de pele, devo dar-lhe uma dieta rica nestes ácidos gordos?

Sim, os ácidos gordos deverão fazer parte do tratamento de qualquer patologia de pele. Sabe-se atualmente que doses altas de EPA e de DHA (resultantes da metabolização do ómega-3) têm efeito comprovado no controlo da sintomatologia cutânea. Desta forma, é possível reduzir a necessidade de recorrer a fármacos como corticosteroides ou de, pelo menos, reduzir a sua dose e/ou frequência de utilização. Aconselhe-se com o seu médico veterinário sobre a melhor forma de incluir estes ácidos gordos no tratamento de pele do seu animal.

 

                                                                                               Tomás Magalhães

Médico Veterinário

¿Cómo alimentar a un cachorro recién nacido?

¿Qué necesitamos para alimentar a un recién nacido?

Para alimentar a un cachorro de esta edad necesitamos:

  • Leche maternizada: existen diferentes marcas de leche especiales para cachorro de esta edad. Es importante elegir una específica para cachorros para evitar falta de nutrientes o problemas digestivos.
  • Biberones: es mejor tener 1 biberón para cada cachorro para evitar contagio de enfermedades. Existen biberones y tetinas para animales recién nacidos, si la tetina es muy grande no podrá alimentarse bien. Podemos usar una jeringa en su lugar si son razas muy pequeñas.
  • Toalla pequeña o trapo: es importante mantener caliente al cachorro ya que no regula bien la temperatura. Usa algún trozo de tela, manta o toalla pequeña para taparlo.
  • Gasa o trapo: usa alguna gasa o tela para limpiar al cachorro tras la toma y estimularlo para que haga sus necesidades.

¿Cuántas veces al día alimentarlo y cómo hacerlo?

Los cachorros neonatos necesitan ser alimentados cada 3-4 horas como mucho. Si no se realiza alguna de las tomas los animales pueden sufrir hipoglucemia y morir en poco tiempo, por lo que es muy importante estar controlando las horas. Para alimentarlo seguiremos estos pasos:

  • Preparar la leche correctamente, debe estar templada.
  • Cogeremos al cachorro y lo despertaremos suavemente. El animal debe estar recto, con las extremidades hacia abajo, en posición normal.
  • Eliminar el aire de la tetina.
  • Alimentarlo con el biberón, como mínimo cada toma debería ser de unos 10 ml.
  • Atención a cualquier síntoma que indique atragantamiento, pueden sufrir neumonía por aspiración.
  • Tras la toma de alimento cogeremos la gasa, la humedeceremos y masajearemos los genitales con la gasa para que haga sus necesidades. Esta tarea la hace la madre, pero en estos casos tendremos que hacerla nosotros.
  • Hacer la misma tarea con todos los cachorros. Una vez finalizada la toma, lavar bien todos los biberones.

Alimentar a un cachorro tan joven en un trabajo complicado que requiere de mucho tiempo y atenciones, no solo a la hora de alimentarlo, si no también con su higiene y salud.

Irene Martinez

Médica Veterinaria

Devo levar o meu cão ao veterinário com que regularidade?

Existem vários fatores que fazem com que tenha de levar o seu cão com maior regularidade à consulta.

Que fatores são esses?

Cachorros e cães sénior carecem de um maior número de visitas. Os primeiros devido à primovacinação e restantes procedimentos necessários nesta fase e os segundos para check-ups de saúde regulares e/ou para monitorização de doenças crónicas que se começam a manifestar com a idade.

Cães que se encontrem em regimes de perda de peso beneficiam de mais visitas  à clínica para se pesarem e para que lhe possam ser aconselhados ajustes na dose diária da ração.

  • Estado de saúde:

Todos os cães que apresentam qualquer tipo de alteração ou sinal clínico de doença deverão ser consultados de forma imediata para avaliação do seu estado de saúde, podendo necessitar, posteriormente, de consultas de controlo para reavaliação do caso e para que possa ser dada “alta” da situação.

  • Protocolo vacinal específico:

Apesar das vacinas recomendadas de forma geral para todos os cães serem a da raiva (obrigatória por lei) e a que dá imunidade contra a esgana, hepatite infeciosa, parvovirose, parainfluenza e leptospirose, a verdade é que o seu cão poderá necessitar de fazer outro tipo de vacinas. São exemplo a da leishmaniose e a da tosse do canil.

  • Doenças crónicas:

Cães diagnosticados com doenças crónicas, nomeadamente patologias cardíacas, gastrointestinais, hepáticas ou renais ou até mesmo quadros tumorais, necessitam de um maior número de visitas para monitorização clínica, realização de exames complementares e ajustes de medicação.

Se o seu cão é um cão adulto saudável é provável que apenas tenha que ir 1 a 2 vezes por ano ao veterinário, tendo em conta que deverá ser vacinado anualmente e desparasitado, pelo menos, de 6 em 6 meses.

Contudo, tenha em conta os fatores acima descritos e questione o seu médico veterinário quanto ao número de visitas recomendadas para o caso particular do seu cão.

Não se esqueça que consultas regulares permitem também detectar uma série de alterações que podem não ser percepcionadas em casa, melhorando o prognóstico através do seu diagnóstico precoce.

Tomás Magalhães

Médico Veterinário

¿Cuáles son las enfermedades más frecuentes en los perros?

Las 5 enfermedades más frecuentes en perros:

Las enfermedades que más afectan a los perros son:

  • Otitis: se trata de una enfermedad localizada y leve en la gran mayoría de casos. Consiste en una inflamación del pabellón auricular y oído externo y medio, aunque en casos más graves puede evolucionar en problemas de oído interno, donde aparecen otros síntomas más complicados. Suele aparecer en animales con alergias y en caso de infecciones bacterianas, sobre todo en animales con orejas caídas.
  • Parvovirus: es una de las enfermedades víricas más graves para el perro. Suele darse en animales jóvenes no vacunados y se transmite por contacto directo entre animales infectados. La sintomatología en muy clara, cursando con vómitos y diarreas con sangre que, aun con tratamiento, puede tener un mal desenlace.
  • Moquillo: otras de las enfermedades víricas más graves, que puede afectar tanto a cachorros como a animales adultos no vacunados. Puede cursar con diferentes síntomas, pero los síntomas nerviosos son los más graves, teniendo un mal pronóstico.
  • Enfermedades alérgicas: cada vez más perros muestran algún problema alérgico, ya sea a componentes ambientales o a ingredientes de los alimentos. La atopia es una de las más habituales.
  • Traquebronquitis infecciosa: es una enfermedad infecciosa típica de perros que viven en colectividades como perreras o residencias caninas. Es una enfermedad leve, similar a la gripe en personas, que cursa con tos seca y mucosidad en casos más graves. El contagio entre perros en muy rápido, pero no suele ser una enfermedad grave y, en ocasiones, el animal se recupera sin ningún tratamiento.

Es importante estar atentos a cualquier síntoma como fiebre, vómitos, diarrea o inapetencia, sobre todo en animales jóvenes, y acudir a consulta ante cualquiera de esta sintomatología.

Irene Martinez

Médica Veterinaria

Beneficios de las quedadas para perros

Beneficios de estas quedadas:

No te limites a pasar tiempo a solas con tu perro, las quedadas para perros es una forma genial para conocer gente nueva y para que nuestro perro socialice con otros compañeros. Entre los beneficios que puedes disfrutar están:

  • Mejorar la socialización canina: si buscas que tu perro interaccione con otros perros, se relacione con perros de todos los tamaños y no sea un animal miedoso, ni agresivo con otros animales, las quedadas de perros serán de gran utilidad para esto.
  • Entretenimiento para ambos: tu peludo se divertirá con otros perros y tu lo pasarás genial viendo su comportamiento.
  • Conocer gente con intereses comunes: podrás conocer gente muy diferente pero con un punto en común, los perros.
  • Descubrir nuevos lugares: las quedadas pueden hacerse en diferentes lugares, no solo en los parques caninos. Es una buena forma de descubrir nuevos parques, rutas de senderismo u otros lugares donde tu perro pueda disfrutar con otros.
  • Ejercicio juntos: existen quedadas que se basan en hacer una caminata o ruta de senderismo en compañía de otros perros y sus propietarios, de esta manera podéis realizar ejercicio juntos también.
  • Intercambio de opiniones: es útil intercambiar opiniones de diferentes ámbitos del mundo del perro, por ejemplo sobre alimentación, temas de salud o curiosidades de vuestro peludo.

No olvidar que con estas quedadas se intenta mejorar la interacción entre los perros y facilitar la socialización para ellos, por tanto, si tu perro tiene algún problema de comportamiento llévalo atado y con bozal si es necesario y, aunque sea un animal sociable, es importante mantenerlo controlado en otro momento para evitar cualquier pelea y que ensucie el entorno.

Irene Martinez

Médica Veterinaria

Tudo o que precisa de saber sobre o Labrador

  • Características físicas

Macho: altura do garrote – 56/60 cm; peso – de 28 a 40 Kg

Fêmea: altura do garrote – 54/58 cm; peso – de 25 a 35 Kg

  • É um cão bastante compacto, apresenta um crânio largo, pescoço forte e peito largo.
  • A cauda é robusta, atuando na água como uma espécie de leme.
  • O pêlo é curto e denso, apresentando uma excelente camada impermeável de subpelo.
  • Existem 3 cores de pelagem: amarelo, castanho e preto.

 

  • Temperamento

É um cão ativo, seguro e tenaz e apresenta um faro extraordinariamente sensível.

Apesar de ser uma raça desenvolvida para caçar na água (daí a sua paixão pela água), também é um ótimo caçador em terra.

É afetuoso com toda a gente, é dócilpacífico e leal, destacando-se como um ótimo cão de família, principalmente no que toca à relação com crianças e idosos.

Contudo, é importante ter um treino firme, devido ao facto de ser um cão teimoso. Apesar de requerer um treino especial é um cão muito inteligente, que aprende com rapidez, desempenhando frequentemente funções específicas como cão-guia de pessoas invisuais ou cão polícia.

É um cão que não gosta de estar sozinho e necessita de muito exercício diário, visto apresentar uma energia quase interminável.

 

  • Saúde

  • Tal como outras raças de grande porte, os Labradores são predispostos a patologias como a displasia da anca e do cotovelo. Após completar o crescimento, poderá solicitar ao seu Médico Veterinário que seja realizado o despiste de displasia de anca (exame que implica sedação e avaliação do raio-x realizado por parte de um Especialista) – se não for aconselhado ser realizado antes.

Os donos destes cães devem estar atentos a qualquer desconforto de algum dos membros na movimentação do seu cão.

  • São cães predispostos ao aparecimento de otites, pelo que a higiene do canal auricular é essencial.

 

  • Nutrição

Visto ser uma raça de grande porte, necessita de uma alimentação que suporte as suas necessidades nutricionais, pelo que deve optar por rações de boa qualidade para cães de grande porte.

Sendo uma raça propensa a apresentar problemas de estômago, a ração deve ser dada 2 a 3 vezes ao dia. Deve também evitar fazer exercício após a refeição de modo a evitar o desenvolvimento de uma possível torção de estômago.

É importante ter um cuidado especial relativamente à quantidade de snacks que lhe são dados, uma vez que são cães muito gulosos e estão sempre prontos para comer.

 

  • As 3 cores de pêlo

A cor dominante nesta raça é o preto.

De uma forma muito sucinta, seguem alguns exemplos de acasalamentos e possíveis filhotes:

  • Entre pretos puros: só nascerão filhotes pretos.
  • Entre pretos (com o gene da cor amarela) e amarelos: nascerão filhotes pretos e/ou amarelos.
  • Entre amarelos: nascerão amarelos.
  • Entre pretos (com o gene de cor chocolate) e chocolates: nascerão pretos e/ou chocolates.
  • Entre chocolates: nascerão chocolates.

 

 

Rita Moita Ferreira

Médica Veterinária de Animais de Companhia