5 sinais de stress no cão

Quais são então os principais sinais de stress num cão?

1. Bocejar

Tal como nós, os cães bocejam quando estão com sono. Contudo, este comportamento pode surgir em situações nas quais se sintam desconfortáveis (ida ao veterinário, trovoadas, introdução de um novo patudo em casa), uma vez que desencadeia uma série de mecanismos internos que lhes vão proporcionar tranquilidade.

2. Lamber a boca / nariz

Se vir o seu cão a lamber a boca / nariz sem que uma deliciosa iguaria esteja por perto, o mais provável é que esteja stressado.

3. Arfar

Respirar com a boca aberta ou aumentar a frequência das respirações por minuto pode estar associado a stress. Se isto acontecer num contexto em que o seu cão está relaxado e tranquilo, deve ser interpretado de outra forma.

4. Vocalizar

Comportamentos como “choramingar”, uivar e ladrar excessivamente estão relacionados com medo / stress e são dos sinais mais facilmente identificáveis pelos tutores.

5. Alterações Gastrointestinais

Perda de apetite e diarreia (colite por stress) podem ocorrer na sequência de eventos que causem ansiedade no cão. Existem atualmente dietas direcionadas para este tipo de situações, que são altamente palatáveis e de fácil digestão, contendo ingredientes que ajudam a prevenir os efeitos gastrointestinais do stress nos nossos patudos.

Reconhecimentos destes sinais – Muito importante!

Alguns cães podem experienciar episódios agudos / esporádicos de stress,
enquanto que outros podem viver num estado crónico de ansiedade.
Reconhecer que alterações de comportamento, mais ou menos óbvias, podem estar associadas a aumento dos níveis de ansiedade, é essencial para que possamos ajudar os nossos patudos perante estas situações. Deste modo, evitamos a progressão do stress, o que pode não só interferir com o bem-estar do seu cão, como também pode afetar a sua saúde (alterações gastrointestinais, diminuição da eficácia dos sistema imunitário…).

Sara Alves 

Médica Veterinária

El ojo de cereza en los perros

¿Qué es el ojo de cereza?

El ojo de cereza es el prolapso de la glándula nictitante canina que suele aparecer en algunos perros debido a una debilidad en el tercer párpado y los tejidos que envuelven esta glándula. Cuando se prolapsa, esta glándula aparece en el canto medial del ojo, saliendo en mayor o menor medida,
según el caso.

Este prolapso puede provocar:

  • Conjuntivitis.
  • Obstrucción del lacrimal.
  • Dolor e irritación.
  • Heridas en la zona si se intenta rascar.
  • Sequedad ocular.
  • Infecciones.

Razas predispuestas

Esta enfermedad tiene cierta predisposición genética, sobre todo en el caso de las razas braquicéfalas, pero también a otras razas con características muy distintas:

  • Bulldog.
  • Pequinés.
  • Carlino.
  • Beagle.
  • Basset Hound.
  • Chihuahua.
  • Cocker Spaniel.
  • Mastín napolitano.

¿Cómo tratarlo?

No se trata de una enfermedad grave y, en muchos casos, no afecta a la calidad de vida del animal ni a su visión pero pueden existir determinadas complicaciones, por lo que se recomienda su tratamiento una vez aparezca el prolapso.

Existen dos tratamientos distintos:

  • Tratamiento médico: durante los primeros días de este prolapso y, en casos leves, con un tratamiento con gotas oftálmicas a base de antiinflamatorios, la glándula puede ser reintroducida pero, en muchos casos, suele volver a salirse.
  • Tratamiento quirúrgico: en este caso está la opción de extraer totalmente la glándula aunque, según el caso, puede ser necesario un tratamiento crónico con gotas lubricantes para el ojo. Otra opción es introducir la glándula y suturarla para evitar que se salga de nuevo, pero en muchas ocasiones vuelve a prolapsarse con el tiempo.

Irene Martinez

Médica Veterinaria

Uma ração de supermercado é boa para o meu cão?

Fase da vida, nível de atividade e porte

É sabido que as necessidades nutricionais dos cães, não só em energia, mas em macro e micronutrientes, variam ao longo da vida, e devem ser respeitadas para os manter o mais saudáveis possível.

Assim, a primeira preocupação deverá ser procurar um alimento adequado à fase da vida em que se encontra o seu companheiro. Simplificando: gravidez/aleitamento, cachorro, adulto (esterilizado ou não) ou sénior.

O porte do cão também é importante, pois raças de crescimento rápido (grandes a gigantes) têm necessidades específicas para o desenvolvimento de articulações e ossos saudáveis, enquanto que as raças pequenas têm mais facilidade em comer rações com grãos pequenos.

Cães de trabalho ou desporto, que pratiquem atividade física regular e intensa, também têm necessidades superiores às de cães mais sedentários, especialmente no que toca à energia (calorias).

Ingredientes e rótulos

Após ter em conta a fase da vida, nível de atividade e o porte do cão, devemos olhar para os rótulos!

Geralmente, para atingir preços mais baixos, alguns fabricantes recorrem a ingredientes mais baratos, tipicamente muito processados e, portanto, de mais baixa qualidade e digestibilidade. Pelo contrário, as rações premium, utilizam tendencialmente ingredientes frescos e o menos processados possível para integrarem as suas rações.

Nos rótulos, os ingredientes estão listados por ordem decrescente, portanto, os ingredientes que estão presentes em maior quantidade aparecem primeiro. Assim, os primeiros ingredientes devem ser fontes de proteína de elevada qualidade e digestibilidade, idealmente de origem animal, tais como carne/peixe frescos, inteiros ou desidratados e não cereais/farinhas/glúten.

Também devemos evitar corantes e conservantes sintéticos, pois ingerir estes compostos diariamente não é saudável.

E o preço, compensa?

Se por um lado o preço por quilograma é mais baixo, quando comparado com rações premium, também é verdade que geralmente os animais terão de ingerir maior quantidade de comida para suprir as suas necessidades. Isto acontece porque a digestibilidade dos ingredientes utilizados é mais baixa e grande parte do que é ingerido não é aproveitado pelo organismo, acabando por ser eliminado nas fezes.

Assim, além de estarmos a nutrir melhor os nossos cães com alimentos de maior qualidade, a longo prazo o gasto vai ser menor porque estamos a promover a sua saúde e uma digestão saudável!

Inês Carvalho 

Médica Veterinária de Animais de Companhia

¿Cómo limpiar los ojos a tu perro?

¿Qué productos debemos usar?

No debemos utilizar cualquier producto para limpiar los ojos, podríamos irritarlos y causar una úlcera a nuestro perro. Para la limpieza ocular existen productos específicos de venta en cualquier superficie dedicada a la venta de productos para mascotas pero, si no tenemos disponible ninguno de estos
productos, podemos usar suero fisiológico sin ningún problema.

También hay productos para eliminar la mancha de oxidación causada por el lagrimeo constante que aparece en perros con pelaje blanco alrededor de los ojos.

Pasos a seguir para limpiarlos correctamente

Para empezar debemos acostumbrar poco a poco al animal, estar en un ambiente tranquilo y siempre premiarlo una vez acabemos la limpieza. Además, los ojos son muy sensibles, por lo que debemos manipular la zona con cuidado. Los pasos a seguir serían:

  • Primero debemos observar si existen pelos que pueden introducirse en los ojos y puedan provocar molestias en el animal, estos es común en perros de pelo largo, por lo que es conveniente cepillar el pelo de la zona y retirarlo.
  • Retirar las legañas, siempre desde el interior del ojo, con suavidad, hacia el exterior y limpiar el párpado. Debemos usar una gasa con suero fisiológico, el algodón puede dejar fibras y causar irritación en el ojo.
  • Siempre usar una gasa para cada ojo.
  • Algunos perros tienen exceso de lagrima por diferentes razones, lo que puede irritar la zona del lagrimal y formar legañas endurecidas en esa zona, para eliminarlas podemos atemperar un poco el suero o echar directamente el suero sobre esa zona para poder eliminarla.

Si tras la limpieza encontramos cualquier síntoma que indique un problema ocular es necesario acudir cuanto antes a consulta para diagnosticar el problema y empezar un tratamiento adecuado, los problemas en los ojos pueden evolucionar muy rápido y los tratamientos son muy específicos.

Irene Martinez

Médica Veterinaria

O meu cão está cansado da ração que come. O que devo fazer?

Porque deixou o meu cão de ter apetite?

Em primeiro lugar deve garantir que o seu cão se encontra saudável e que esta falta de apetite não poderá ser sintoma de doença. Se além da falta de apetite estiver mais prostrado (“triste”), com dor abdominal, com vómitos, diarreia, ou outro sinal clínico, deve ser consultado pelo seu Médico Veterinário.

Deve também certificar-se que a ração está em bom estado de conservação e que não rancificou. Por vezes, sacos de ração mal fechados, ou abertos há mais de 1 mês, podem sofrer alterações que os tornam menos saborosos e inadequados para consumo.

Se ele rejeita a ração, mas está de nariz no ar e olhos pedinchões atrás de todos os humanos que tenham algum alimento diferente, podemos estar perante um cão que se cansou da sua ração, ou que aprendeu que com este comportamento recebe atenção e “snacks” apetitosos e interessantes.

Se o seu cão for o segundo, o mais importante é ser consistente e evitar os extras! Caso contrário ele não terá uma alimentação equilibrada, com todos os nutrientes que precisa, e o comportamento tornar-se-á cada vez mais difícil de alterar.

O que posso fazer para tornar a refeição mais interessante?

  • Misturar água morna, caldo de carne (sem temperos) ou um dos nossos flavours para intensificar o cheiro da refeição;
  • Adicionar uma colher de comida húmida ou caseira (sem temperos), alterando as texturas e cheiros da comida;
  • Alterar a forma como a comida é oferecida, aumentando o desafio mental, através de dispensadores de comida ou jogos de procura (estimulando o olfato)
  • Em último caso, poderá ter de trocar de sabor dentro da mesma marca de ração ou mesmo mudar de marca. Caso seja esta a opção tomada, não se esqueça que a transição para o novo alimento deve ser feita lentamente, ao longo de uma semana, aumentando a quantidade do novo alimento e diminuindo a do antigo.

Se a falta de interesse se prolongar mesmo com estas medidas, deve contactar o seu Médico Veterinário para que este garanta que não existe nenhum motivo clínico para a falta de apetite do seu cão.

Inês Carvalho 

Médica Veterinária de Animais de Companhia 

Todo lo que debes saber de las uñas y almohadillas de tu perro

5 curiosidades de las patas caninas

Los perros son animales digitígrados, es decir, los dedos soportan todo el peso del animal y caminan sobre ellos. Además de esto, hay muchas curiosidades de las patas caninas que seguramente desconozcas:

  • Las patas de los perros transpiran: las almohadillas caninas contienen glándulas sudoríparas y, de esta forma, pueden regular la temperatura, aunque sea levemente.
  • Olor: las patas caninas tiene un olor característico provocado por unas bacterias que proliferan en esta zona.
  • Regulan la temperatura: las almohadillas están muy vascularizadas y el animal puede regular la temperatura de la zona rápidamente.
  • Tienen 5 dedos: todos los perros cuentan con 5 dedos en sus extremidades anteriores, aunque los pulgares son muy rudimentarios. En las extremidades posteriores tienes 4 dedos, aunque algunas razas tienen un espolón.
  • Uñas: las uñas tienen en su interior un vaso sanguíneo y un nervio.

Cuidados básicos de las uñas y patas

Esta zona de nuestro perro es muy sensible y necesita de unos cuidados adecuados para que el animal no tenga ningún problema de movilidad.

  • Cremas protectoras: estas cremas sirven para tratar las almohadillas dañadas y endurecerlas.
  • Zapatos especiales: muy útiles para caminar en suelos rocosos, muy calientes o muy fríos.
  • Corte de uñas: el peso del perro se sostiene sobre los dedos, por lo que es necesario mantener las uñas cuidadas y cortas para evitar deformaciones.
  • Espigas ¡cuidado!: en épocas de espigas es recomendable revisar las almohadillas de nuestro perro tras el paseo y eliminar las espigas clavadas.
  • Revisiones periódicas: es necesario revisar las almohadillas y uñas del animal, así evitaremos problemas más graves.

Irene Martinez

Médica Veterinaria

3 giochi da fare con il proprio cane

giochi da fare con i cani

Salto nel cerchio

Utilizzando un cerchio da hula hoop tenuto appoggiato perpendicolare al terreno, incoraggiare il proprio cane a passarci attraverso gettando un premietto dall’altro lato e contemporaneamente pronunciare il comando “salta”. Inizialmente al cane non sarà necessario saltare, ma dovrà soltanto camminare, passando dentro al cerchio per raggiungere il premio. In un secondo momento, quando il cane avrà capito il meccanismo del passaggio nel cerchio, sollevare progressivamente il cerchio di pochissimi centimetri alla volta, continuando a ripete il comando “salta” e ad offrire bocconcini. Col tempo, ogni cane (proporzionalmente alla sua taglia) sarà capace di saltare nel cerchio al comando di “salta”. In questo modo, il nostro cane avrà appreso una delle basi dell’agility: il salto del pneumatico.

Mettere in ordine

Più che un gioco questo lo definirei prendere due piccioni con una fava. Se siamo stanchi di raccogliere ogni suo gioco, lasciato in giro per casa durante la nostra assenza, possiamo rendere tale attività un passatempo piacevole… per lui. Per far apprendere il “metti in ordine” facilmente, è necessario preparare la scena in anticipo: posizionare la cesta dei giochi in un posto fisso e in prossimità, cospargerla con i giochi preferiti dal cane. Iniziando con un solo giochino alla volta, incoraggiare il cane ad afferrare il gioco in bocca. Tenendo un premio in mano, far avvicinare il cane, con il gioco in bocca, fin sopra la cesta. Mentre il cane, invogliato dal premio, lascerà cadere il gioco nella cesta, pronunciate il comando “metti in ordine” e offrite il premio.

Insegnare l’inchino

Una posa simpatica da far assumere al cane per salutar un amico o un parente. Per insegnare tale comando, si dovrà premiare il cane ogni volta che naturalmente assumerà tale posizione per stiracchiarsi e nel frattempo pronunciare il comando “inchino”: un premio e una coccola associata alla parola “inchino”, ben presto faranno collegare la parola alla postura e quindi al premio.

Conclusioni

Il segreto per coinvolgere un cane in un gioco è: scegliere sempre e solo, il gioco giusto in funzione della taglia e dell’età del nostro amico. Ad esempio, non chiediamo ad un bassotto di saltare ostacoli o ad un senior con problemi articolari di chinarsi.

Dott.ssa Alessia Troli, Medico Veterinario

¿Por qué es importante pasear a los perros todos los días?

¿Por qué es importante la hora del paseo?

La hora del paseo es tan importante para los perros por muchas razones, entre las más importante encontramos:

  • Hacer ejercicio: a veces los perros pasan muchas horas en casa, paseando el animal se ejercita, no solo físicamente, si no también mentalmente, ya que puede percibir miles de olores diferentes, lo que les alivia el estrés y proporciona gran bienestar.
  • Hacer sus necesidades: los perros son animales limpios y evitan hacer sus necesidades en el lugar donde se alimentan y duermen.
  • Socialización: mediante el paseo el animal aprende a socializarse con su entorno, personas y otros perros y animales. No solo es importante para los cachorros, si no que es necesaria durante toda la vida del can.
  • Marcar territorio: tanto machos como hembras, al salir y hacer sus necesidades en la calle, pueden indicar a otros perros que se encuentran en su zona.
  • Exploración: los perros son animales muy curiosos, les gusta descubrir nuevos lugares y compañeros, por lo que la calle les va a proporcionar todos estos estímulos.
  • Mejorar vínculo: el paseo es uno de los momentos favoritos para el perro, por tanto, que nosotros compartamos ese momento con él hace que mejore el vínculo humano-perro.
  • Baño de sol: a los perros les encanta tomar el sol y, además, hace que absorban vitamina D, lo que les proporciona numerosos beneficios. Durante el paseo ellos pueden disfrutar de un buen rato de sol.
  • Diversión: para ellos es un momento muy divertido, donde pueden disfrutar de nuestra compañía y conocer mundo.

No te olvides de proporcionarle un buen paseo a tu peludo y pasar un buen rato con el. Permite que pase un tiempo olfateando y luego disfrutar de un largo paseo juntos.

Irene Martinez

Médica veterinaria

Frutas para cães: Que cuidados devo ter?

O meu cão precisa de fruta?

Se o seu cão já é alimentado com uma dieta balanceada e tem um bom estado nutricional, alguns tipos de fruta podem funcionar como um snack. Porém, há que ter alguns cuidados que veremos de seguida, tais como o tipo de fruto e o tamanho dos mesmos.

 

Tamanho

Uma questão essencial a considerar será o tamanho da fruta. A cereja, abrunhos ou ameixas, por exemplo, atendendo claro ao tamanho do seu cão, dadas as dimensões do fruto e o facto de terem caroço, quando ingeridas poderão obstruir o esófago ou mesmo causar asfixia.

 

Quantidade

A quantidade é uma questão essencial. Pense no seu cão como uma criança, dependendo do seu tamanho. Se para uma criança de 8Kg, meia maçã é muito, para o seu cão, poderá ser ainda mais. De forma genérica, qualquer outro nutriente extra à nutrição primária do seu cão deverá representar menos de 10% do total de calorias ingeridas. A moderação é a regra, sendo importante ter em atenção que o excesso poderá causar irritação intestinal, diarreia ou aumento do gás intestinal, com outras complicações.

 

Tipo de fruto

Há frutos proibidos e frutos permitidos. Alguns tipos de fruto poderão ser utilizados como uma guloseima, desde que em pequenas quantidades, ao passo que outros poderão ser prejudiciais, quando ingeridos.

Vejamos então quais os frutos mais usuais que poderá ou não oferecer:

 

 

Fruto
Posso oferecer? Quantidade?
Razão
Maçã
Com moderação. 1 a 2 gomos*.
Evitar dar caroços e núcleo, dado conterem arsénio e ácido cianídrico.Fonte de potássio, fibra, flavonoides, fitonutrientes e Vitamina B, C e E.
Bananas
Com moderação. Sem casca.Uma porção de aprox. 3cm*.
Rica em potássio e carbohidratos.
Pêras
Com moderação.Um ou dois cubos*.
Fonte de fibra, ácido fólico, niacina, fósforo, potássio, vitaminas A, C, E, B1 e B2.
Morangos
Com moderação. Meio morango*.
Fonte de fibra, potássio, magnésio, ácido fólico, vitamina C, K, B1 e B6.
Amoras
Com moderação.2 a 3 amoras*.
Fonte de antioxidantes, fibras, manganésio, ómega-3 e vitaminas C, K, A e E.O excesso pode levar a diarreias.
Mirtilos
Com moderação.3 a 4 mirtilos*.
Fonte de antioxidantes, selénio, zinco e ferro, e vitaminas C, A, E e do complexo B.
Framboesa
Com moderação.2 a 3 framboesas*.
Fonte de fibra, antioxidantes, potássio, manganésio, ferro, vitamina C, K e do complexo B.
Pêssego
Com moderação.Um a três pedaços de apróx. 3 cm*
Nunca dar com caroço! Pode provocar obstrução.
Kiwi
Com moderação.Uma fatia*.
Fonte de fibra, potássio e Vitamina C.
Manga
Com moderação
Nunca dar com caroço! Pode provocar obstrução.
Melancia
Com moderação.Um a três pedaços de aprox. 3 cm*.
Fonte de água, vitaminas C, A, potássio e magnésio.
Melão
Com moderação.Um a três pedaços de aprox. 3 cm*.
Fonte de água, vitaminas C, A, cálcio, fósforo, potássio e magnésio.
Meloa
Com moderação.Um pedaço de aprox. 3 cm*.
Contém vitaminas A, do complexo B, C, fibra, potássio, magnésio, tiamina, tiamina, niacina e ácido fólico.
Abóbora
Com moderação.Uma a três porções iguais a uma colher de sopa*.
Fonte de fibra, carotenos, zinco, ferro, potássio e vitamina A.
Ananás
Atenção!Dar em pouca quantidade ou evitar.
Não administrar com casca, dado esta poder causar irritação do sistema gastrointestinal.O ácido pode ser prejudicial.
Laranja/Tangerina
Atenção!Dar em pouca quantidade ou evitar. Se optar por dar, oferecer apenas meio gomo.As grainhas são proibidas!
Mesmo pequenas quantidades podem levar gastrite, pelo teor em ácido cítrico da laranja.Fonte de fibra, potássio, cálcio, ácido fólico, vitaminas A, C, B1 e B6.A Laranjeira e grainhas são tóxicas, dado o componente em óleos essenciais e psoraleno.
Cerejas
Atenção!
Dar em pouca quantidade e retirar sempre os caroços.
Uvas
Proibido!
São tóxicas. Podem levar a diarreia, vómito, letargia, e mesmo a insuficiência renal.
Figos
Proibido!
Contêm ficina, podendo causar reação alérgica.A Figueira pode levar a inflamação cutânea, e pode dar diarreia e vómito quando ingerida.
Côco
Proibido!
Contém açucares que podem levar a desconforto intestinal.
Abacate
Proibido!
Leva a irritação intestinal e possui persina, um tóxico para os cães.

 

*As dosagens são meramente indicativas. Não se esqueça de considerar sempre o tamanho do animal.

 

Tenho árvores de fruta no quintal, e agora?

As árvores e o seu cão poderão continuar a coexistir, mas deverá passar a ter alguns cuidados, como por exemplo apanhar os frutos que apodrecem no chão, apanhar os frutos pequenos que caem. Apesar de a palatibilidade não ser a desejada, alguns cães que tenham por hábito ingerir tudo, poderão brincar com a fruta em início de apodrecimento ou a fruta pequena no solo, sendo assim infetados pelos fungos e bactérias que provocam o apodrecimento, ou mesmo engasgar-se com frutos pequenos.

 

Caso o seu cão tenha algum sinal como apatia, vómito, diarreia, consulte o seu Médico Veterinário, referindo sempre qual a fruta ingerida, bem como a quantidade.

 

Mónica Carvalho

Médica Veterinária

¿Cualquier mosquito puede contagiar Leishmaniasis a un perro?

¿Cómo se transmite la leishmaniasis?

Este parásito de tipo protozoo tiene 2 fases diferenciadas, una de las fases está en el hospedador, en este caso, el perro y, la otra, sucede en el interior del mosquito.

El insecto, al ingerir sangre de un perro portador de leishmania, se convierte en portador del protozoo. Dentro del mosquito el parásito sufre una serie de cambios, y se transmite a otro hospedador sano a través de la picadura. En el nuevo hospedador se transforma de nuevo en su forma intracelular, infectándolo.

El perro infectado puede combatir al parásito sin manifestar síntomas clínicos y transformarse en un transmisor de la enfermedad,  o puede sufrir síntomas compatibles con leishmania como son:

  • Crecimiento excesivo de uñas.
  • Úlceras en zonas de apoyo.
  • Pérdida de pelo.
  • Adelgazamiento.
  • Erosión alrededor de ojos y hocico.
  • Sangrado nasal.
  • Artritis.
  • Insuficiencia renal o hepática.

¿Puede contagiarla cualquier mosquito?

La leishmania solo puede completar su ciclo a través de un tipo de insecto conocido como flebotomo. Se trata de un tipo de mosquito de muy reducido tamaño que se encuentran en áreas templadas y húmedas y, solo las hembras de este insecto, son las que se alimentan de sangre y pueden transmitir la enfermedad. Por tanto, ningún mosquito habitual puede ser transmisor de leishmania.

Este mosquito actúa a partir del atardecer y durante la noche en los meses más cálidos, normalmente entre mayo-septiembre. Es necesario seguir una correcta desparasitación externa durante esta época del año para evitar su picadura.

Irene Martinez

Médica Veterinaria