Cães de assistência emocional. O que são?

Lifestyle

Os nossos patudos desenvolvem papéis muito importantes na nossa sociedade, contribuindo muitas vezes para o bem-estar e independência de doentes com défices físicos ou mesmo doenças mentais. Cães de serviço, cães guias e cães de assistência emocional são alguns exemplos. Saiba mais sobre estes últimos!

cão

Cães de assistência emocional (CAE) são animais que providenciam suporte e conforto emocional a pessoas, com debilidades físicas ou mentais. Estes animais são recomendados ou considerados inequivocamente benéficos para determinada pessoa ou para o seu tratamento. E são recomendados, sempre, por um profissional de saúde.

São considerados cães terapêuticos, e tal como os cães guias, fornecem apoio e permitem a independência e melhoria da qualidade de vida dos tutores que sofram destas condições. São comumente utilizados para ajudar pessoas com depressão, ansiedade e outros distúrbios mentais.

Para ter um destes animais, a pessoa deve ter uma carta de um profissional de saúde que declare que a pessoa sofre de uma doença mental, prescrevendo o animal como tratamento.

Qual a diferença entre um cão de serviço/assistência e um cão de assistência emocional?

Os cães de serviço são animais treinados para desempenhar um número de tarefas e colmatar alguns défices físicos ou motores. São animais que requerem um treino prolongado. Os animais de assistência emocional ajudam os donos pelo fornecimento de companheirismo e, como tal, não exigem um treino tão exaustivo. Não obstante, requerem sempre treino básico para terem um comportamento adequado junto de pessoas e outro animais.

Qualquer animal pode se considerado de assistência emocional, desde gatos a tartarugas, mas o cão tem sido amplamente usado pela facilidade de treinamento e dedicação incondicional que o caracteriza 😊

Ao contrário dos outros animais de assistência, os CAE não têm qualquer vantagem legal em Portugal. Noutros países, como nos Estados Unidos da América, beneficiam das mesmas  condições legais de outros animais de serviço, como os cães guias. Ou seja: podem entrar e acompanhar os seus tutores em espaços públicos fechados, restaurantes e transportes públicos.

No entanto, há empresas voluntárias que fazem exceções no território nacional. Por exemplo, muitas companhias aéreas permitem que estes animais viagem com os seus donos na cabine.

É assim fácil de perceber que os nossos patudos são, além de grandes companheiros,  ajudas indispensáveis a muitos dos seus donos. A sua companhia e amor incondicional podem, inclusive, auxiliar a minimizar a tristeza e ansiedade. De assistência ou não, a verdade é que todos nós beneficiamos daquela alegria com que nos recebem em casa 😊

Helena Ferreira

Médica Veterinária de Animais de Companhia

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