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Ossos Crus vs. Ossos pré-cozinhados

Um tema controverso, comummente trazido à consulta pelos tutores e que não reúne consenso entre a comunidade médico-veterinária. Vejamos abaixos os riscos vs benefícios destas práticas.

Inês Carvalho

Inês Carvalho

Veterinária
3 min de leitura
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Os ossos podem ser uma alternativa para os patudos, sendo que devem sempre ser utilizados como complemento à alimentação do cão, devendo sempre a base da alimentação do patudo ser uma ração premium de boa qualidade, de forma a responder a todas as necessidades do patudo.

Os ossos podem ser dados crus ou pré-cozinhados ao seu melhor amigo, sendo que são uma boa opção de snack com vários benefícios. Mas atenção ao tipo de ossos que dá ao seu patudo, pois nem todos são permitidos.

Por exemplo, osso de frango ou coelho são uma opção completamente proibida podendo levar a problemas graves como perfurações ou lacerações.

Saúde oral

A manutenção da saúde oral é um dos principais pilares da saúde geral do seu cão. Para o fazer existem várias opções, sendo uma delas o fornecimento de ossos crus ou cozinhados aos cães.

Potenciais benefícios

Um dos principais benefícios desta prática é a estimulação da mastigação. Teoricamente, ao estimular a mastigação e, consequentemente a salivação, é criado um ambiente oral ótimo para a proliferação de microbiota “boa”, diminuindo a acumulação de tártaro e mau hálito.

Potenciais riscos da inclusão de ossos na alimentação

  • Obstruções (no pós boca – “garganta”, esófago, estômago, intestinos ou recto)
  • Perfurações e lacerações
  • Dentes partidos
  • Gastroenterites (por exemplo, por Salmonella spp. ou E. coli, presentes em ossos crus)

Se, por um lado, os ossos cozinhados são mais fáceis de digerir e eliminam o risco de contaminação por agentes patogénicos causadores de gastroenterites, por outro também  partem mais facilmente, podendo dar origem a farpas de osso. Estes fragmentos afiados facilmente causam lacerações orais ou perfurações gastrointestinais, sendo as últimas uma emergência potencialmente causadora da morte do animal.

Conclusão

Há que pesar os riscos vs benefícios para cada cão e compreender as potenciais consequências da ingestão de ossos. No geral, esta prática não é recomendada, por não ser considerada suficientemente segura.

Se, ainda assim, optar por dar ossos aos seus cães, faça-o apenas quando os puder vigiar, impedindo que engulam fragmentos de osso.

Tome precauções para evitar a contaminação por agentes patogénicos, tais como: lavar bem as mãos após contacto com os ossos e descartar qualquer osso no espaço de 24h da sua utilização.

Alternativas

A Veterinary Oral Health Council (VOHC) mantém uma lista atualizada dos produtos aceites para a promoção e manutenção da saúde oral dos nossos pacientes caninos e felinos.

Estudos indicam que a escovagem diária dos dentes é o método mais eficaz para diminuir a acumulação de tártaro, sendo até 3 vezes mais eficaz que um snack dental diário.

Alguns cães satisfazem também a necessidade de roer utilizando brinquedos próprios para o efeito. Pode encontrar algumas opções na nossa loja online!

Inês Carvalho
Médica Veterinária

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